quarta-feira, 31 de maio de 2017
A Frente Brasil Popular tem um plano
Conheça as 76 medidas concebidas para dar sentido a um novo governo, eleito diretamente após o fim do golpe de 2016. Veja nossas primeiras observações
Um documento da Frente Brasil Popular
A Frente Brasil Popular apresenta suas propostas para restabelecer a ordem constitucional democrática, defender a soberania nacional, enfrentar a crise econômica, reverter o desmonte do Estado e salvar as conquistas históricas do povo trabalhador.
Um documento da Frente Brasil Popular
A Frente Brasil Popular apresenta suas propostas para restabelecer a ordem constitucional democrática, defender a soberania nacional, enfrentar a crise econômica, reverter o desmonte do Estado e salvar as conquistas históricas do povo trabalhador.
O grande acontecimento da história do Brasil ainda não aconteceu
Jaldes Meneses
Em pleno apogeu dos anos de chumbo, na primeira metade dos anos 70, o grande historiador, comunista convicto e general cassado pela ditadura Nelson Werneck Sodré foi convidado para um evento - de fato, um ato de resistência -, pelo Centro Acadêmico de História da USP. Lá pelas tantas uma mocinha dirige uma pergunta ao historiador: - General, qual o grande acontecimento da história do Brasil? Do alto de sua sabedoria, Nelson Werneck respondeu algo assim: - o grande acontecimento da história do Brasil ainda não aconteceu.
Em pleno apogeu dos anos de chumbo, na primeira metade dos anos 70, o grande historiador, comunista convicto e general cassado pela ditadura Nelson Werneck Sodré foi convidado para um evento - de fato, um ato de resistência -, pelo Centro Acadêmico de História da USP. Lá pelas tantas uma mocinha dirige uma pergunta ao historiador: - General, qual o grande acontecimento da história do Brasil? Do alto de sua sabedoria, Nelson Werneck respondeu algo assim: - o grande acontecimento da história do Brasil ainda não aconteceu.
Michel Zaidan: O foco da crise
Lula não unificará esquerda se propuser 'mais do mesmo', diz líder dos sem-teto
João Fellet
Para Boulos, a realização de eleições diretas para substituir Temer é a única maneira de barrar as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo
Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser impedido "no tapetão" de se candidatar em 2018 ou numa eventual eleição direta para suceder Michel Temer no Palácio do Planalto.
Porém, caso o petista proponha o mesmo programa com que o PT governou o país por 13 anos, aliando-se ao empresariado e recompondo com partidos que hoje apoiam Temer, Boulos defende que a esquerda construa uma proposta alternativa.
Para Boulos, a realização de eleições diretas para substituir Temer é a única maneira de barrar as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo
Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser impedido "no tapetão" de se candidatar em 2018 ou numa eventual eleição direta para suceder Michel Temer no Palácio do Planalto.
Porém, caso o petista proponha o mesmo programa com que o PT governou o país por 13 anos, aliando-se ao empresariado e recompondo com partidos que hoje apoiam Temer, Boulos defende que a esquerda construa uma proposta alternativa.
terça-feira, 30 de maio de 2017
Renan critica 'excessos' do Judiciário, do MP e dos meios de comunicação
Jornal do Brasil
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) criticou, nesta segunda-feira (29), o que classificou como "excessos" do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos meios de comunicação. Segundo o líder do PMDB, a lei da delação premiada vem sendo deturpada e criminosos acuados lançam centenas de parlamentares na "vala comum da corrupção".
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Christian Dunker: Tratar os usuários de crack é enfrentar o problema da pobreza no Brasil
Helô D'Angelo disse:
Psicanalista defende que intervenções violentas na Cracolândia apenas criminalizam a pobreza – e não solucionam o problema
A Cracolândia sempre foi um ponto de embates políticos. Desde do último dia 21, os debates se intensificaram, já que o local tem sido alvo de operações policiais visando à dispersão dos moradores e usuários de crack, sob as diretrizes da nova política de “acolhimento” da prefeitura de São Paulo, o programa Redenção.
O Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip) publicou uma nota de repúdio ao programa em sua página no Facebook, afirmando que o Redenção é uma forma de “criminalização da pobreza” e “desmonte da já frágil estrutura de assistência pública”: “A judiciação da saúde pela via da repressão armada parece visar, sobretudo, o encarceramento da população empobrecida e a reorganização urbana em benefício do capital imobiliário”, diz o texto.
Psicanalista defende que intervenções violentas na Cracolândia apenas criminalizam a pobreza – e não solucionam o problema
A Cracolândia sempre foi um ponto de embates políticos. Desde do último dia 21, os debates se intensificaram, já que o local tem sido alvo de operações policiais visando à dispersão dos moradores e usuários de crack, sob as diretrizes da nova política de “acolhimento” da prefeitura de São Paulo, o programa Redenção.
O Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip) publicou uma nota de repúdio ao programa em sua página no Facebook, afirmando que o Redenção é uma forma de “criminalização da pobreza” e “desmonte da já frágil estrutura de assistência pública”: “A judiciação da saúde pela via da repressão armada parece visar, sobretudo, o encarceramento da população empobrecida e a reorganização urbana em benefício do capital imobiliário”, diz o texto.
Brasil não soube assimilar entrada do povo na vida política, diz historiador
José Murilo de Carvalho
RESUMO Historiador argumenta que, a partir de 1930, a vulnerabilidade de presidentes eleitos tornou-se o feijão com arroz da política nacional. A instabilidade decorre da incapacidade dos governantes de lidar com a ascensão do povo como ator relevante e portador de demandas novas num país marcado pela desigualdade.
Manifestante observa protesto em frente ao Congresso na última quarta-feira (24)
RESUMO Historiador argumenta que, a partir de 1930, a vulnerabilidade de presidentes eleitos tornou-se o feijão com arroz da política nacional. A instabilidade decorre da incapacidade dos governantes de lidar com a ascensão do povo como ator relevante e portador de demandas novas num país marcado pela desigualdade.
Manifestante observa protesto em frente ao Congresso na última quarta-feira (24)
O Brasil real de 2002 a 2013
Estatística — Polícia Federal
O Brasil teve um curto período de desenvolvimento e inclusão social, claro, até o dia em que a classe dominante optou pelo golpe de Estado:
Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira.
1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
O Brasil teve um curto período de desenvolvimento e inclusão social, claro, até o dia em que a classe dominante optou pelo golpe de Estado:
Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira.
1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
Elite pressente a volta de Lula e se apavora
"As elites brasileiras estão como baratas tontas por uma razão que tem nome: Luiz Inácio Lula da Silva", diz Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi; não fosse o medo que têm dele, diz Coimbra, essas elites apoiariam a solução natural de eleições diretas para a sucessão de Michel Temer; "só há um motivo para que fujam desta saída, preferindo tapar o nariz e seguir com Temer ou transferir a escolha aos parlamentares: o medo de Lula. É a convicção de que ele venceria a eleição que leva banqueiros, políticos conservadores e donos de veículos de comunicação evitarem a solução natural", completa
domingo, 28 de maio de 2017
13 pontos para embasar qualquer análise de conjuntura
O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
Maurício Abdalla
1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
Maurício Abdalla
1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Vidraças pichadas ou estilhaçadas merecem mais mídia que a chacina de 10 trabalhadores rurais
João Telésforo
Que país é esse, onde vidraças pichadas ou estilhaçadas merecem mais espaço na maioria das mídias do que a chacina de 10 trabalhadores rurais, 9 homens e uma mulher, pelo Estado? Quanto vale uma vida?
Que país é esse, onde vidraças pichadas ou estilhaçadas merecem mais espaço na maioria das mídias do que a chacina de 10 trabalhadores rurais, 9 homens e uma mulher, pelo Estado? Quanto vale uma vida?
Pau d’Arco : Não houve confronto, foi massacre, disse Ed.
Vão prá Cuba!
José Henrique Artigas
Ué, a quadrilha do Planalto e seus apoiadores de verde amarelo e verde oliva não queriam se livrar dos cubanos?
Pois é...os cubanos são os únicos que ficam nos rincões do país e tiveram avaliação excelente pelas comunidades atendidas.
É reconhecida internacionalmente a excelência da medicina cubana, a melhor do mundo.
E os cubanos tratam os pacientes como seres humanos, o que é muitissíssimo diferente do tratamento dado pela maioria dos médicos brasileiros aos atendidos pelo SUS, especialmente nas comunidades carentes.
Governar é atirar e demolir
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Revitaliza área, desvitaliza gente |
A quarta-feira passada (24) entrará para a história do Brasil, entre outras coisas, por dois fatos. Dia 24 de maio de 2017 foi o primeiro dia, desde o fim da ditadura militar, em que o governo ordenou à polícia abrir fogo contra manifestantes em Brasília. Um manifestante foi encaminhado a um hospital por ferimento a bala.
Por coincidência, isto ocorreu no mesmo dia em que a Prefeitura de São Paulo, em uma reedição de políticas higienistas do século 19, ordenava a demolição de um prédio na Cracolândia para a "revitalização da área" e a valorização imobiliária da região. O detalhe macabro é que a demolição ocorreu com moradores dentro do prédio, com o resultado final de três feridos.
“Vamos fazer uma Greve Geral maior do que a do dia 28”
Em mobilização de 200 mil na capital federal, presidente da CUT, Vagner Freitas, diz que combate contra as reformas apenas começou; Temer convoca Exército
Luiz Carvalho
Mesmo com a repressão e a violência policial, mais de 200 mil trabalhadores de todo o país ocuparam a capital federal nesta quarta-feira (24) para pressionar o Congresso Nacional a paralisar a tramitação das reformas Trabalhista e da Previdência.
Luiz Carvalho
Mesmo com a repressão e a violência policial, mais de 200 mil trabalhadores de todo o país ocuparam a capital federal nesta quarta-feira (24) para pressionar o Congresso Nacional a paralisar a tramitação das reformas Trabalhista e da Previdência.
Brasil, crise e saída não-ortodoxa
Moysés Pinto Neto provoca: “Vivemos um momento extraordinário. Tudo está em aberto. A decomposição do instituído é nossa grande oportunidade”
Moysés Pinto Neto
A década passada foi inegavelmente um grande momento para o Brasil. O bolo cresceu e foi distribuído também aos pobres, promovendo um deslocamento na estrutura de classes brasileira e uma reconquista da autoestima nacional. O que hoje é regra, a depreciação do Brasil, tinha virado cafonice. Nosso país tornava-se um dos projetos de futuro mundial, invertendo a equação colonizada de que deveríamos copiar tudo do Norte. Durante a crise de 2008, víamos as economias de lá despencarem enquanto vivíamos nosso melhor momento, podendo até tripudiar a crise chamando-a de “marolinha”. Por todo o mundo, o Brasil era visto como potencial modelo porque combinava uma nova estabilidade institucional, conquistada pela Constituição de 1988 e transição serena entre tucanos e petistas, estabilidade econômica, com responsabilidade fiscal, controle da inflação e crescimento, e um caldeirão sociocultural e ambiental ainda inexplorado, mas cheio de vitalidade.
Moysés Pinto Neto
A década passada foi inegavelmente um grande momento para o Brasil. O bolo cresceu e foi distribuído também aos pobres, promovendo um deslocamento na estrutura de classes brasileira e uma reconquista da autoestima nacional. O que hoje é regra, a depreciação do Brasil, tinha virado cafonice. Nosso país tornava-se um dos projetos de futuro mundial, invertendo a equação colonizada de que deveríamos copiar tudo do Norte. Durante a crise de 2008, víamos as economias de lá despencarem enquanto vivíamos nosso melhor momento, podendo até tripudiar a crise chamando-a de “marolinha”. Por todo o mundo, o Brasil era visto como potencial modelo porque combinava uma nova estabilidade institucional, conquistada pela Constituição de 1988 e transição serena entre tucanos e petistas, estabilidade econômica, com responsabilidade fiscal, controle da inflação e crescimento, e um caldeirão sociocultural e ambiental ainda inexplorado, mas cheio de vitalidade.
Joesley e Wesley, a cara do capitalismo brasileiro
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O crime compensa |
Irmãos Batista mostram a outra cara do capitalismo brasileiro, um abatedouro mafioso que expropria o comum, precifica a política e multiplica dinheiro
“Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht.” A frase de um auditor do TCU expressa o misto de incredulidade e admiração velada diante da forma como os empresários goianos, dono de um império global de carnes e frangos, manipularam uma delação “over premiada” e depois de faturarem bilhões na base da corrupção, compra de quase dois mil parlamentares, acesso a bancos e dinheiro público, informações privilegiadas, conseguiram sair ilesos do país!
O pós Temer.
Rene Carvalho
A natureza da crise impacta decisivamente suas propostas de solução. Ela ainda se caracteriza, no plano imediato, pelo confronto entre as duas alas golpistas por mais poder. Apesar de todo seu desgaste anterior, Temer foi colocado na parede pela delação da Friboi, organizada pela PGR. Seu objetivo: garantir que o indicado por Janot seja o próximo procurador geral da república. A contradição central entre golpistas e oposição democrática e popular, embora amadureça ainda não se tornou decisiva.
A natureza da crise impacta decisivamente suas propostas de solução. Ela ainda se caracteriza, no plano imediato, pelo confronto entre as duas alas golpistas por mais poder. Apesar de todo seu desgaste anterior, Temer foi colocado na parede pela delação da Friboi, organizada pela PGR. Seu objetivo: garantir que o indicado por Janot seja o próximo procurador geral da república. A contradição central entre golpistas e oposição democrática e popular, embora amadureça ainda não se tornou decisiva.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
A Democracia dos Ricos Desmascarada
Existem alguns momentos especiais na História; entre eles, estão aqueles onde se descortinam perante o grande público os mecanismos, mais ou menos ocultos em tempos de normalidade, do exercício do poder político. O Brasil, na atualidade, vive justamente um desses raros momentos especiais.
As instituições do chamado “estado de direito”, ou seja, da democracia burguesa em nosso país, foram restabelecidas com o fim da ditadura empresarial-militar instalada com o golpe de 1964. Isto se deu formalmente com a constituição de 1988, mas seus mecanismos foram reintroduzidos gradualmente a partir das eleições diretas para governador realizadas em 1982. Temos, portanto, uma experiência de, pelo menos, três décadas sob a égide da democracia burguesa.
As instituições do chamado “estado de direito”, ou seja, da democracia burguesa em nosso país, foram restabelecidas com o fim da ditadura empresarial-militar instalada com o golpe de 1964. Isto se deu formalmente com a constituição de 1988, mas seus mecanismos foram reintroduzidos gradualmente a partir das eleições diretas para governador realizadas em 1982. Temos, portanto, uma experiência de, pelo menos, três décadas sob a égide da democracia burguesa.
Marcha sobre Brasília foi tremenda vitoria popular
Breno Altman
A mídia monopolista e o governo usurpador tratam de inventar sua narrativa sobre a formidável mobilização sindical e popular que tomou conta de Brasilia desde o final da manhã.
Seu esforço é marcar o protesto como bagunça e vandalismo, em manobra para ocultar sua dimensão e propósito.
O que assistimos foram mais de 100 mil trabalhadores de todos os cantos do país marchando para a capital com o intuito de lutar, organizada e pacificamente, contra o governo Temer, as reformas da previdência e trabalhista, por diretas já.
A mídia monopolista e o governo usurpador tratam de inventar sua narrativa sobre a formidável mobilização sindical e popular que tomou conta de Brasilia desde o final da manhã.
Seu esforço é marcar o protesto como bagunça e vandalismo, em manobra para ocultar sua dimensão e propósito.
O que assistimos foram mais de 100 mil trabalhadores de todos os cantos do país marchando para a capital com o intuito de lutar, organizada e pacificamente, contra o governo Temer, as reformas da previdência e trabalhista, por diretas já.
Estado -vândalo: Massacre em Pau D’Arco (PA): dez mortos pela PM
Mauro Lopes
Massacre em Pau D’Arco (PA): dez mortos pela PM
Quatro dos dez camponeses mortos em Pau D’Arco (PA) – foto CPT
Dez sem-terra -nove homens e uma mulher- foram mortos pela PM na manhã desta quarta (24) em Redenção (PA). Eles são ligados à Liga dos Camponeses Pobres (LCP). A informação foi confirmada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) da CNBB, que lançou ontem em Brasília, com mais 18 entidades, a Carta do ato denúncia – Por Direitos e contra a Violência no Campo.
Massacre em Pau D’Arco (PA): dez mortos pela PM
Quatro dos dez camponeses mortos em Pau D’Arco (PA) – foto CPT
Dez sem-terra -nove homens e uma mulher- foram mortos pela PM na manhã desta quarta (24) em Redenção (PA). Eles são ligados à Liga dos Camponeses Pobres (LCP). A informação foi confirmada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) da CNBB, que lançou ontem em Brasília, com mais 18 entidades, a Carta do ato denúncia – Por Direitos e contra a Violência no Campo.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
CPI contra a Funai, Incra, índios e sem-terra
Deputados ruralistas passaram, como tratores, por cima da Constituição e do Regimento Interno da Câmara, conduzindo o inquérito parlamentar de modo a silenciar vozes discordantes, e a realçar suas próprias vozes, repetindo o que sempre disseram. O único fato certo e determinado da investigação é que a Funai é um obstáculo a ser removido, no caminho que seguem para extinguir os direitos dos índios sobre as terras de ocupação tradicional.
A CPI fez o que não podia, e não fez o que devia.
A CPI fez o que não podia, e não fez o que devia.
Magistratura e Ministério Público pedem a rejeição da reforma da trabalhista
NOTA PÚBLICA
A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS) congregando mais de 40 mil juízes e membros do Ministério Público, considerando os termos do PLC 38/2017, conhecido de todos como a Reforma Trabalhista, vem a público afirmar:
A proposta de Reforma Trabalhista originalmente apresentada pelo Governo, contendo sete artigos, após acelerada tramitação na Câmara dos Deputados, foi aprovada pela Casa Legislativa e resultou no substitutivo elaborado pelo Deputado Rogério Marinho, em que foram alterados cento e dezessete artigos da Consolidação das Leis do Trabalho. O substitutivo traz, na sua maior parte, temas que não foram objeto de qualquer discussão com a destinatária de mudanças tão profundas na legislação trabalhista: a sociedade.
A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS) congregando mais de 40 mil juízes e membros do Ministério Público, considerando os termos do PLC 38/2017, conhecido de todos como a Reforma Trabalhista, vem a público afirmar:
A proposta de Reforma Trabalhista originalmente apresentada pelo Governo, contendo sete artigos, após acelerada tramitação na Câmara dos Deputados, foi aprovada pela Casa Legislativa e resultou no substitutivo elaborado pelo Deputado Rogério Marinho, em que foram alterados cento e dezessete artigos da Consolidação das Leis do Trabalho. O substitutivo traz, na sua maior parte, temas que não foram objeto de qualquer discussão com a destinatária de mudanças tão profundas na legislação trabalhista: a sociedade.
Para Marco Aurélio, negociar benefício em delação é atribuição do Judiciário
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Livre em N.Y. |
"O Ministério Público não pode prometer algo que decorre da caneta de quem julga. O Ministério Público não fala pelo Judiciário", declarou Marco Aurélio, em entrevista ao Valor.
"Para o ministro, o MP só está autorizado por lei a decidir apresentar ou não a denúncia contra o investigado, deixando a fixação das penas a cargo do juiz.
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