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sábado, 28 de outubro de 2017

Gestão midiática de Doria Jr. promove pobres a biodigestores de lixo orgânico

“carne de excrementos humanos”
Wilson Roberto Vieira Ferreira

Vivemos tempos realmente estranhos. Chegamos no futuro e parece que a realidade começa a realizar, de maneira irônica, as distopias sci fi dos anos 1970 como por exemplo, “No Mundo de 2020” (Soylent Green, 1973, com Charlton Heston) no qual uma empresa produzia um tablete verde para alimentar as massas pobres, enquanto somente a elite tinha comida de verdade. Confirmando a vocação paulistana vanguardista de laboratório para o “brave new world”, o prefeito João Doria Jr. anuncia o programa “Alimento para Todos”, numa parceria com a Plataforma Sinergia para processar restos de alimentos que se transformarão em um “granulado nutritivo” para a “camada mais pobre da sociedade” – seguindo a trilha do Japão que já possui “carne de excrementos humanos”. Como “gestor sustentável”, Doria Jr. acredita que todos ganharão: não haverá nem desperdício e nem fome. Se no filme de 1973 tudo era envolto em uma conspiração, hoje tudo é cinicamente explícito através da “Pobretologia” - resolver o problema do Capitalismo que produz restos (pobres, famintos, desempregados, idosos, aposentados, excluídos etc.) e que precisam ser reciclados de forma cinicamente “sustentável”: desempregados viram empreendedores, idosos se convertem em target de consumo chamado “Melhor Idade” e pobres viram biodigestores de restos orgânicos.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Christian Dunker: Tratar os usuários de crack é enfrentar o problema da pobreza no Brasil

Helô D'Angelo disse:

Psicanalista defende que intervenções violentas na Cracolândia apenas criminalizam a pobreza – e não solucionam o problema

A Cracolândia sempre foi um ponto de embates políticos. Desde do último dia 21, os debates se intensificaram, já que o local tem sido alvo de operações policiais visando à dispersão dos moradores e usuários de crack, sob as diretrizes da nova política de “acolhimento” da prefeitura de São Paulo, o programa Redenção.

O Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip) publicou uma nota de repúdio ao programa em sua página no Facebook, afirmando que o Redenção é uma forma de “criminalização da pobreza” e “desmonte da já frágil estrutura de assistência pública”: “A judiciação da saúde pela via da repressão armada parece visar, sobretudo, o encarceramento da população empobrecida e a reorganização urbana em benefício do capital imobiliário”, diz o texto.

domingo, 9 de outubro de 2016

As capivaras invadiram o Brasil












Animais de aparência familiar dão ideia de serem mansos e inofensivos.

Ledo engano. Estes bichinhos são de uma ferocidade enorme, sem correspondência com seu tamanho. 


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