quinta-feira, 21 de junho de 2018

Mídia oligopolista faz lavagem cerebral


Oligopólio Midiático promove pensamento único





Mídia brasileira não admite contraditorio


Maior inimigo da Democracia é o oligopólio da Mídia


O tigre

Luiz Fernando Veríssimo

Aqui, além de desenvolvimentistas que não ousam dizer seu nome e monetaristas que não saíram do armário, há os incongruentes de esquerda e os incongruentes de direita

Contam que faziam um teste com candidatos a cargos importantes em instituições e grandes empresas para conhecer suas tendências sexuais. O homem era deixado sozinho numa sala com um corte de veludo grená, e observado através de uma câmera de TV. Se ignorasse o veludo grená, seria considerado normal e contratado. Se alisasse o veludo grená para sentir sua textura, seria aceito, mas sujeito a reavaliações periódicas. Se segurasse o corte de veludo grená na frente do corpo e se olhasse no espelho para ver se ficava bem, era vetado.

Globo: máquina de manipulação


Agro é .....







A Ponte para o Futuro é o abismo nosso de cada dia"

Dilma não pagou apenas por seus acertos

No livro “Lulismo em Crise” (Companhia das Letras, 2018), André Singer analisa exaustivamente as condições políticas que levaram ao que chamou de “ensaio republicano” e “ensaio desenvolvimentista” do governo de Dilma Rousseff e, posteriormente, à sua derrubada.

A demissão de membros corruptos do alto escalão do governo e da Petrobras seria consequência, segundo o autor, da percepção de que “apenas um Estado republicanizado seria capaz de reindustrializar o Brasil”.

No âmbito da política econômica, o objetivo da reindustrialização teria se refletido na redução da taxa de juros básica pelo Banco Central, no uso de bancos públicos para reduzir spreads bancários, na desvalorização do real e no controle de tarifas de energia elétrica.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

EUA encarceram crianças, no século 21




Renda básica universal: a última fronteira do Estado de bem-estar social

Os testes com salário garantido para todos os cidadãos independente de estar trabalhando se multiplicam pelo mundo.

Miguel Ángel García Veja

Os céus ameaçam tempestade. Os especialistas ainda não sabem se cairá com a suavidade de uma garoa ou a violência de um furacão, mas está chegando. Se demorará cinco anos ou uma década, mas está chegando. O homem terá de procurar abrigo sob novos sistemas de proteção social. Porque aqueles que existem são cada vez menos eficazes diante da desigualdade ou do desaparecimento de milhares de empregos por causa da robotização, da economia dos algoritmos e da inteligência artificial.


Temer desmonta a indústria nacional

Marcio Pochmann

A construção de um dos parques industriais mais avançados e integrados do mundo permitiu ao Brasil abandonar, a partir de 1930, a condição de atraso imposta pela antiga e longeva sociedade agrária. Ainda que tardio, o avanço do capitalismo industrial transcorreu concomitante com o estabelecimento de uma nova e complexa sociedade urbana rica, porém permeada por significativa desigualdade econômica, social e de poder.


Papa Francisco chama a atenção para a “capacidade destrutiva da comunicação malvada”.

Contra a concentração dos meios de comunicação

Embora não tenha mencionado a Argentina, Francisco, em sua homilia da segunda-feira, criticou os processos de concentração da mídia e opinou que “enfraquecem a vida democrática”.

Reportagem de Washington Uranga

Em uma reflexão sobre a comunicação atual, o Papa advertiu que se utiliza a calúnia lançada pela mídia e que se “destrói a livre informação” com o objetivo de difamar e, dessa maneira, afeta-se a democracia. “Todas as ditaduras começaram assim, adulterando a comunicação, colocando as informações nas mãos de uma pessoa inescrupulosa, um governo inescrupuloso”, disse Francisco em sua homilia na manhã desta segunda-feira na capela da Casa Santa Marta, sua residência romana.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Mentalidades primitivas, o grande medo e Jair Bolsonaro



 O grande medo tem raízes históricas. São elas que explicam na desigualdade social. A chave de compreensão do Brasil reside na escravidão. A urbanização e a industrialização não diminuíram as iniquidades. Elas se acentuaram produzindo uma sociedade fraturada. Uma parcela de nossa classe dominante e setores da classe média têm ainda nostalgia da ditadura militar. 

Valerio Arcary diz que a chave de interpretação do Brasil deve ser a desigualdade social, e a chave da desigualdade é a escravidão. Sem compreender o significado histórico da escravidão é impossível decifrar a especificidade do Brasil

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