Helô D'Angelo disse:
Psicanalista defende que intervenções violentas na Cracolândia apenas criminalizam a pobreza – e não solucionam o problema
A Cracolândia sempre foi um ponto de embates políticos. Desde do último dia 21, os debates se intensificaram, já que o local tem sido alvo de operações policiais visando à dispersão dos moradores e usuários de crack, sob as diretrizes da nova política de “acolhimento” da prefeitura de São Paulo, o programa Redenção.
O Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip) publicou uma nota de repúdio ao programa em sua página no Facebook, afirmando que o Redenção é uma forma de “criminalização da pobreza” e “desmonte da já frágil estrutura de assistência pública”: “A judiciação da saúde pela via da repressão armada parece visar, sobretudo, o encarceramento da população empobrecida e a reorganização urbana em benefício do capital imobiliário”, diz o texto.
Mostrando postagens com marcador redenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redenção. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 29 de maio de 2017
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
O suspiro da criatura oprimida
Michel Zaidan
Ludwig Feuerbach, filósofo alemão do século 19
A modernidade não tratou com benevolência as religiões. Sigmund Freud se referiu a elas como uma espécie de neurose, fuga ou escape diante da dura realidade de cada um. E chegou a prever sua extinção, com o avanço da ciência e do pensamento esclarecido. Marx foi mais longe, chamou-as de “ópio do povo”, recriminando as classes que precisavam se apegar a uma ilusão para viver. Os autores contemporâneos – adotando uma postura agnóstica e pragmática – predispuseram-se a aceitar o fenômeno religioso como um fato sociológico, funcional para a sobrevivência da humanidade.
Ludwig Feuerbach, filósofo alemão do século 19
A modernidade não tratou com benevolência as religiões. Sigmund Freud se referiu a elas como uma espécie de neurose, fuga ou escape diante da dura realidade de cada um. E chegou a prever sua extinção, com o avanço da ciência e do pensamento esclarecido. Marx foi mais longe, chamou-as de “ópio do povo”, recriminando as classes que precisavam se apegar a uma ilusão para viver. Os autores contemporâneos – adotando uma postura agnóstica e pragmática – predispuseram-se a aceitar o fenômeno religioso como um fato sociológico, funcional para a sobrevivência da humanidade.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Revolução: uma forma de obter o céu na terra
Afinidades Eletivas
Warren Beatty atuando em seu filme “Reds” no papel de John Reed. A obra é uma interpretação do livro “Dez dias que abalaram o Mundo”, que narra a fase crucial da Revolução Russa
Quase cem anos após 1917, a ideia de Revolução estaria superada? Ou seria, assim como o amor, a reinvenção do risco e da aventura, contra a segurança e o conforto?
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Vergonha e Redenção à Esquerda
Wanderley Guilherme dos Santos
Em sessenta e cinco anos de história brasileira, os grupos políticos à esquerda amealharam algumas dolorosas derrotas. Logo ao início dos anos 50, feroz oposição liderada pelo Partidão ao segundo governo de Getulio Vargas só cessou quando a oposição conservadora emudeceu perante o suicídio presidencial, em agosto de 1954. A memória seletiva da esquerda tradicional apagou a ferida de que a morte de Getulio não calou apenas a direita.
Assinar:
Postagens (Atom)



