segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Educação pública e gratuita é direitos de todos


Escola privada não tem aluno, tem cliente


Professores diaristas ??


Faculdades preparam demissões após corte em massa da Estácio

Após a demissão de 1.200 professores anunciada pela Estácio no início deste mês, outras instituições de ensino superior dispensaram dezenas de docentes ou preparam cortes para os próximos dias.

A Metodista mandou embora cerca de 50 professores, conforme cálculos do Sinpro-ABC (sindicato do ABC), que relata atrasos nos salários e no 13° desde 2015. A escola não quis comentar.

Na semana passada, a Cásper Líbero desligou 13.

domingo, 17 de dezembro de 2017

A Balança da Justiça




O pássaro preferido da Justiça não é o tucano



O emprego da condução coercitiva tem sido abusivo? SIM


Augusto Tarradt Vilela

O medo da (in)justiça

O Brasil passa por um momento complexo para o direito penal. Há uma forte tendência expansionista, em que crimes de perigo abstrato passam a ser mais comuns, e medidas extremas, como prisões, medidas cautelares diversas e conduções coercitivas são vulgarizadas. Primeiro se aplica a força contra o cidadão, depois se pergunta.

Esta crise deriva-se da insaciável sede de resposta à impunidade, algo que não está de todo errado, mas se deve ter cautela, pois os anseios podem autorizar abusos. O cidadão, ao permanecer inerte, acaba por abrir mão de direitos que foram conquistados após muita luta. Direitos esses que limitam o agir do Estado e seus atos excessivos.

A guerra civil como forma de governo

Vladimir Safatle

Há dias um juiz negou o pedido de uma ex-funcionária do banco Itaú para processar seu antigo empregador por fazê-la trabalhar em horas extras não pagas, além de praticar assédio, obrigá-la a acúmulo de função e desrespeitar outros direitos trabalhistas elementares.

No entanto, baseado na nova lei trabalhista, o juiz em questão resolveu obrigar a trabalhadora a pagar os custos dos advogados do banco, ou seja, R$ 67 mil. Ele deve esperar, com isto, criar uma jurisprudência que desestimule de vez trabalhadores a acreditar terem o direito de usar a Justiça para se defender de seus empregadores.

sábado, 16 de dezembro de 2017

As guerras culturais que estamos desenvolvendo no Brasil.

Pablo Ortellado

Está instigante a pesquisa sobre as guerras culturais no Brasil que estamos desenvolvendo. A medida que vamos recolhendo dados históricos, revisando a literatura e processando dados das redes sociais, vamos tentando intuir o filme a partir dos fragmentos de fotograma. O estágio atual da hipótese é a seguinte.

Como o Andrew Hartmann sugere, quem disparou o primeiro tiro das guerras culturais foram os novos movimentos sociais — sobretudo o movimento negro, o movimento de mulheres e o movimento gay (que adotava esse nome antes da nomenclatura LGBTT). Eles exigiram reconhecimento, ampliaram direitos e politizaram as relações da vida privada.

Ele, o manipulado


Paulo Arantes: Projeto Nacional Brasileiro


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Eleição sem Lula é fraude.

Jaldes Meneses

É preciso ter bem claro: a tentativa de marcar em tempo recorde para o dia 24 de janeiro a data do julgamento em segunda instância do processo de Lula nada tem de legalidade. Trata-se de um puro ato de perseguição política. O recurso de recorrer ao expediente espúrio de melar o jogo no tapetão sucede porque o golpe do Impeachment de Dilma fracassou no principal objetivo, apesar dos êxitos parciais: criar um regime político de estabilidade conservadora por longos anos.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Quando o Judiciário é o oposto da Justiça

Emir Sader

Os chacais têm pronta a condenação do Lula em segunda instância. Não importa que lhes sobrem convicções e lhes faltem, absolutamente, provas.

São chacais, buscam tirar do povo o direito de escolher quem deve dirigir o país. Estão a serviço do golpe quer assalta o Brasil na cara deles, mas com quem eles frequenta coquetéis e diante de quem se verguem com genuflexões de subalternos.

Cinema: chegou a hora dos melhores do ano. Como escolher entre os estrangeiros?

Luiz Fernando Zanin Oricchio

Todo ano é assim. Dizemos que foi tudo medíocre, que a safra é péssima, mas, quando damos início à lista, descobrimos que temos muito mais candidatos que vagas para preencher.

Fui jogando no papel os filmes que me chamaram a atenção durante 2017.

Deem uma olhada no meu universo de escolha:

Conto: "Mineirinho" | Clarice Lispector



É, suponho que é em mim, como um dos representantes do nós, que devo pro­curar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. 

Michel Zaidan Filho: As nuances da renovação comunista no Brasil


Dedicado à Luís Werneck Vianna, Carlos Nelson Coutinho, Ivan Pinheiro, Leandro Konder, Fábio Barbosa, David Capistrano Filho. Protagonistas dessa história.

A velha política de alianças, praticada pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), já foi apontada como o exemplo do melhor patrimônio político do partido, nesses últimos 50 anos. Há quase um consenso, no campo comunista, em torno do acerto dessa política – também chamada de “frente democrática”, durante os anos de chumbo – como o justo caminho para a restauração do regime democrático em nosso País. Mas, enquanto alguns sempre pensaram na “frente democrática” de um ponto de vista meramente tático – de olho numa outa frente ou ainda por puro pragmatismo político, através do expediente de adaptações parciais da sua linha à cada conjuntura – havia também aqueles militantes que buscaram oferecer um fundamento estratégico para a experiência frentista no brasil e defendiam a democracia (sem adjetivos) como valor histórico-universal. Seriam estes a quem chamaríamos os responsáveis pelo processo de renovação da política comunista entre nós.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Aliança? Com quem e para que?

- Gato, qual o caminho correto?

- Depende, Alice, para onde você quer ir?

- Não sei, estou perdida.

- Para quem não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve.

(Alice no pais das maravilhas, Lewis Carol)


Emir Sader

Para a política de alianças, vale a referência. Com quem se deve caminhar? Depende de para onde se quer ir. As alianças dependem da política, de qual o programa que se quer colocar em prática. Os que estão de acordo, cabem. Ha também os que concordam com partes e cabem em parte.

A escolha não é individualizada: com este sim, com aquele não. Do que se trata é de se definir o programa e, a partir daí se define quem cabe. Esse é o critério político das alianças.

Papai Noel é alvo de pedradas de crianças ao ficar sem balas

Um Papai Noel voluntário de Itatiba (SP) levou um susto enquanto desfilava de trenó pelas ruas do bairro Porto Seguro, no domingo (10), ao distribuir doces para os moradores.

A apresentação foi comprometida quando as crianças descobriram que as balas haviam acabado e começaram a atirar pedras na equipe do "bom velhinho".

Ninguém ficou ferido, mas um dos membros do grupo quase foi atingido na cabeça enquanto estava de costas para os agressores.

De acordo com o rapaz, o grupo era formado por cerca de sete crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 12 anos. "Eles estavam correndo atrás do trenó e jogando as balas de volta. Eles chamavam a gente de filho da p* e mandando ir tomar no c*", relata.

Contra o Brasil da oligarquia, Lula e o povo



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

ALUNOS DA ESTÁCIO REPUDIAM DEMISSÃO EM MASSA DE PROFESSORES

Entendemos que essa reestruturação, se de fato for necessária, seja feita de forma gradual e digna. Com isso pedimos que a Universidade Estácio de Sá, cesse imediatamente as demissões, a fim de preservar um mínimo de segurança aos seus alunos, e que no mínimo se retratem com os profissionais dispensados, da forma cruel ao qual foram demitidos, aponta manifesto assinado pelos alunos; demissão é consequência da reforma trabalhista de Temer, que suprimiu direitos

Do Cafezinho – Os estudantes da Estácio de Sá emitiram nota em protesto contra a demissão de 1.200 professores da universidade.

Nota de repúdio

Chavismo conquista mais de 300 das 335 prefeituras da Venezuela em eleições municipais




Descompromisso com o Brasil

É assim que o economista Antonio Corrêa de Lacerda, diretor da Faculdade de Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuariais, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (FEA-PUC-SP), e conselheiro da CNTU, define política econômica do governo Temer.

Professor Lacerda defende um projeto de nação para garantir um Brasil com menos problemas.

Ele está preocupado com o conjunto de medidas econômicas e sociais que o governo Temer vem adotando, que tem significado, como diz, não a solução de debilidades e problemas do País – como a desigualdade social –, mas que está criando ainda mais distorções graves. “De novo vemos um governo brasileiro cumprindo uma agenda de interesses internacionais e de empresas específicas”, lamenta.

O governo, a reforma e o Congresso

Michel Zaidan

Com a proximidade das eleições presidenciais e o fim da intervenção golpista no governo da República, intensificaram-se as manobras destinadas a aprovar, de "guela abaixo", o pacote de privatizações do patrimônio nacional (pré-sal, Eletrobras, aeroportos, bancos públicos).


O interventor comporta-se como um gerente do mercado internacional, com prazo e hora marcadas para a entrega do que prometeu, caso fosse guindado ao poder. O problema é (e continua sendo) a base política do atual mandatário. Se era ruim, agora assumiu de vez suas deformações políticas. Quem se vende uma vez, por um punhado de dinheiro, está pronto a se vender mil vezes, dependendo da oferta ou do que tem a perder.


Por um Natal sem partido


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Um fim de ano bacana


Vandalismo chapa branca


Bocas demais para sustentar



Atenção, idosos correm perigo


Sonho de um ditador de plantão


Constituição e carteira de trabalho: peças decorativas


A minha morte foi decretada


Se é pela vontade da maioria....


sábado, 9 de dezembro de 2017

Nossa gente é muito suspeita



Rentismo


Sobre lucros, raposas e galinhas


A família Setúbal, maior acionista do Itaú, quando o patriarca Olavo ainda era vivo: as raposas

Em meio à crise, ganhos dos bancos não param de crescer. Enquanto isso, Itaú recebe perdão de R$ 25 bilhões de impostos devidos — quase o orçamento do Bolsa Família em 2017

Tribunais, sem votos, querem refundar o Brasil

Barroso e a pretensão de refundar o Brasil 

"Só a idiotia dos pretensiosos, que acham que os tribunais podem ser o motor das transformações históricas, seriam capazes de dizer tamanha asneira", diz Fernando Brito


Tijolaço


Ministério Público: gasolina barata não pode


podiamasnaopode
MP processa Mantega e Graça por ‘gasolina barata’. 

Lembra dos ‘coxas’ reclamando que era cara?


O onipotente Ministério Público brasileiro deu mais um passo em sua caminhada para tornar-se a “justiça divina”.

Abriu processo contra o ex-ministro Guido Mantega e a ex-presidente da Petrobras, Graça Foster por terem mantido, na avaliação do promotores, “baixos demais” os preços da gasolina em 2013 e 2014.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O Brasil ataca professor, compra voto de deputado e faz selfie com bandido ...


Gaz de cozinha, mercado e necessidades do povo


Arriba los que lutam


Globo corrupta pagou propina no futebol


Golpe nas Universidades


Brasileiros querem mais impostos para os ricos


terça-feira, 28 de novembro de 2017

As Caravanas do Arará ; Chico Buarque


Todo mundo preso no admirável mundo novo


Uber Bike, uma pedalada na uberização geral


Globo, Fifa e CBF unidos na Corrupção



Farmácia Popular acabou




Temer lança programa Menos Governo


Procuradores do Paraná não gostam de Moro



STF não pode ser respeitado


domingo, 26 de novembro de 2017

Santayana: porque tomaram o Brasil de assalto

O Brasil que não nos deixam ser

Mauro Santayana

A “história oficial” que tenta contar, ou corrobora, enquanto discurso quase único, a mídia brasileira hoje, é a de que vivemos em um país subitamente assaltado, em termos históricos, nos últimos 15 anos, por “quadrilhas” e organizações criminosas, infiltradas em governos populistas e incompetentes que, acossado pela corrupção, tenta, por meio de uma justiça corajosa e impoluta, livrar-se desse flagelo “limpando” a ferro e fogo a Nação, enquanto um governo que, coitado, não é perfeito, mas foi alçado ao poder pelas “circunstâncias”, tenta “modernizar” o Brasil, por meio de reformas tão inadiáveis quanto necessárias, para tirá-lo de uma terrível bancarrota em que o governo anterior o enfiou.


Judas Iscariote, novo Padroeiro do país da delação e da denúncia. N.S. Aparecida aguarda melhores dias para reassumir.




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