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quarta-feira, 18 de abril de 2018
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
quinta-feira, 25 de maio de 2017
A Democracia dos Ricos Desmascarada
Existem alguns momentos especiais na História; entre eles, estão aqueles onde se descortinam perante o grande público os mecanismos, mais ou menos ocultos em tempos de normalidade, do exercício do poder político. O Brasil, na atualidade, vive justamente um desses raros momentos especiais.
As instituições do chamado “estado de direito”, ou seja, da democracia burguesa em nosso país, foram restabelecidas com o fim da ditadura empresarial-militar instalada com o golpe de 1964. Isto se deu formalmente com a constituição de 1988, mas seus mecanismos foram reintroduzidos gradualmente a partir das eleições diretas para governador realizadas em 1982. Temos, portanto, uma experiência de, pelo menos, três décadas sob a égide da democracia burguesa.
As instituições do chamado “estado de direito”, ou seja, da democracia burguesa em nosso país, foram restabelecidas com o fim da ditadura empresarial-militar instalada com o golpe de 1964. Isto se deu formalmente com a constituição de 1988, mas seus mecanismos foram reintroduzidos gradualmente a partir das eleições diretas para governador realizadas em 1982. Temos, portanto, uma experiência de, pelo menos, três décadas sob a égide da democracia burguesa.
domingo, 4 de outubro de 2015
O Estado e a esquerda
Prabhat Patnaik
O conteúdo democrático do Estado burguês torna-se um canteiro para a luta de classes.
Só defendendo a democracia a esquerda pode transcender o sistema.
A atitude maoísta para com o Estado indiano é clara. Empenhado numa luta armada para a sua derrubada, os maoístas vêem este Estado como o seu inimigo. O que dizer acerca, contudo, daquele segmento da esquerda que não está empenhado na luta armada mas participa em eleições parlamentares, que por vezes constitui governos ao nível de estado e que atua de acordo com a Constituição?
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Galeano : A esfinge midiática do capitalismo
Ari Zenha
Os subalternos: “Os ninguém: os filhos de ninguém, os donos de nada. Os ninguéns: os nenhuns, correndo soltos, fodidos e mal pagos. Que não praticam religiões, praticam superstições. Que não fazem arte, fazem artesanato. Que não são seres humanos, são recursos humanos. Que não têm cultura , têm folclore. Que não têm cara, têm braços. Que não têm nome , têm número. Que não aparecem na história universal, aparecem nas páginas policiais da imprensa local. Os ninguéns que custam menos do que a bala que os mata.”
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