José Arbex Jr.
A falência do governo Temer trouxe à tona a demanda pela convocação de eleições “diretas já”, estabelecendo um vínculo político com o movimento que, em 1984, marcou a transição do regime militar para a suposta democracia no Brasil. Setores importantes da esquerda abraçam a perspectiva, incluindo a Frente Brasil Popular (que reúne os mais importantes partidos da esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, incluindo o PT, a CUT e o MST), o MTST, artistas e intelectuais. “Diretas já” parece ser, portanto, a via encontrada pela esquerda para dar um basta ao governo golpista e criar os meios para impedir a realização das reformas trabalhista e previdenciária que ameaçam golpear profundamente a juventude e os trabalhadores brasileiros.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017
sábado, 17 de junho de 2017
O papel das centrais sindicais diante do impasse brasileiro
O desenvolvimento da crise política e econômica no Brasil desde o impeachment, até os dias de hoje, já gerou um tal número de acontecimentos que fazem parecer que os dias estão valendo anos.
Estamos diante de uma conjuntura polarizada. Os trabalhadores estão demonstrando disposição de responder à ofensiva da burguesia. Isso se dá por dois motivos:
1- A unidade entre as centrais sindicais e movimentos sociais avançou na organização dos trabalhadores, sendo possível construir grandes manifestações e greve geral, impactando a conjuntura.
sexta-feira, 16 de junho de 2017
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Qual o problema chamar de "Diretas já" e não mais "greve geral"?
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| Contra Reformas Trabalhista e Previdenciária |
Qual o problema de chamar "Diretas já"? A princípio, nenhum. Mas se problematizarmos esta palavra de ordem, a posteriori, veremos que temos sim um problemão!
Esta é a minha tese da semana para refletirmos sobre a política e o tempo presente. O capital necessita retomar o crescimento da taxa de lucros e está fazendo tudo para que isso ocorra. Todavia, o capital é uma relação social e a classe burguesa é a detentora da regência desta relação, hegemonicamente. É a burguesia que deve orquestrar todas as austeridades para fazer a classe trabalhadora pagar pela crise.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Um Presidente Blackbloc
Wanderley Guilherme dos Santos
A escolha do sucessor, por seu turno, prorroga o que já está em andamento: a batalha de todos contra todos, não apenas partidos, mas legisladores. O mesmo ocorrerá se, por vazamento inesperado, a Câmara dos Deputados aceitar um dos pedidos protocolados de impedimento. É longo o tempo necessário para que qualquer uma das duas decisões jurídicas se transforme em fato.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Elite pressente a volta de Lula e se apavora
"As elites brasileiras estão como baratas tontas por uma razão que tem nome: Luiz Inácio Lula da Silva", diz Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi; não fosse o medo que têm dele, diz Coimbra, essas elites apoiariam a solução natural de eleições diretas para a sucessão de Michel Temer; "só há um motivo para que fujam desta saída, preferindo tapar o nariz e seguir com Temer ou transferir a escolha aos parlamentares: o medo de Lula. É a convicção de que ele venceria a eleição que leva banqueiros, políticos conservadores e donos de veículos de comunicação evitarem a solução natural", completa
quarta-feira, 24 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Löwy: 2016, Diretas Já!
É urgente organizar um amplo movimento, como o de 1985 contra a ditadura militar agonizante, em torno da palavra de ordem “Diretas Já”!
Michael Löwy.
O dia 31 de agosto de 2016 ficara na historia do Brasil como o momento em que a democracia de baixa intensidade foi substituída por “Democracia Zero”. Num total e absoluto desprezo pelo voto democrático da população brasileira, o Senado ratificou o “impedimento” de Dilma Rousseff.
Michael Löwy.
O dia 31 de agosto de 2016 ficara na historia do Brasil como o momento em que a democracia de baixa intensidade foi substituída por “Democracia Zero”. Num total e absoluto desprezo pelo voto democrático da população brasileira, o Senado ratificou o “impedimento” de Dilma Rousseff.
sábado, 26 de março de 2016
Diretas Já para o Judiciário
Nicolas Chernavsky*
Através dos últimos séculos, a democracia mundial conquistou as eleições diretas para os poderes executivo e legislativo. É verdade que os sistemas parlamentaristas fazem eleições diretas só para o legislativo, mas o presidencialismo é o regime mais comum das novas democracias, especialmente nas Américas e na África. Entretanto, um dos poderes da República aguarda a sua democratização com eleições direitas: o Poder Judiciário. O atual caso brasileiro é exemplar para demonstrar que a tradicional desculpa para não haver eleições para o Judiciário, a “politização do Judiciário”, aconteceu no Brasil mesmo sem haver eleições diretas para eleger juízes e juízas.
quinta-feira, 20 de março de 2014
" Diretas Já no Poder Judiciário”
Vital e Suplicy anunciam ato por eleições diretas em Tribunais
O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e senador Eduardo Suplicy (PT-SP) estão empenhados em dar agilidade as suas propostas de emenda à Constituição respectivamente (PEC 15/2012 e PEC 08/2012) que propõem eleições diretas nos tribunais. Para isso divulgam ato programado para o dia 31 deste mês, em que juízes devem protocolar em seus respectivos tribunais requerimentos solicitando mudança nos regimentos internos para ampliar a participação nas eleições internas.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Como Democratizar a Democracia?
Cândido Grzybowski
Nestes dias estamos lembrando e celebrando uma das campanhas cívicas mais memoráveis na história recente do Brasil, as “Diretas Já”. Há 30 anos atrás, final de 1983 e janeiro de 1984, milhões nos mobilizamos por democracia. Para instituí-la, ocupamos ruas e praças das cidades. Com nossa mobilização, demonstramos na prática que é sempre nas ruas e praças que se forja a democracia em sintonia com a cidadania.
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