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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A cadeira ao lado da mesa


Médico cubano Luiz Miguel Gonzales veio para o Brasil trabalhar no programa Mais Médicos, atendendo com a cadeira ao lado da mesa.

Carta de agradecimento aos médicos cubanos pela dedicação ao povo brasileiro e o aprendizado proporcionado

Por Marco Túlio Pereira*

Sou supervisor do Programa Mais Médicos para o Brasil no sertão pernambucano desde os seus primórdios. Em uma de minhas primeiras visitas, na zona rural de um município às margens do São Francisco, acompanhando algumas consultas de um médico cubano, uma cena me chamou a atenção. A cadeira dos pacientes não ficava atrás da mesa, mas ao lado. Com isso, não havia um móvel separando o médico do paciente, tornando-os mais próximos. Um dos aspectos que me pareceu mais potente naquela posição da cadeira era a possibilidade do toque, do contato, ato central num diálogo tão envolvido por angústia e sofrimento, como é uma consulta médica. Outro aspecto que me chamou a atenção foi que a cadeira estava amarrada na mesa.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Vão prá Cuba!

José Henrique Artigas

Ué, a quadrilha do Planalto e seus apoiadores de verde amarelo e verde oliva não queriam se livrar dos cubanos? 

Pois é...os cubanos são os únicos que ficam nos rincões do país e tiveram avaliação excelente pelas comunidades atendidas. 

É reconhecida internacionalmente a excelência da medicina cubana, a melhor do mundo. 

E os cubanos tratam os pacientes como seres humanos, o que é muitissíssimo diferente do tratamento dado pela maioria dos médicos brasileiros aos atendidos pelo SUS, especialmente nas comunidades carentes. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

PEC 241: do Mais Médico ao Menos Saúde

PEC 241 não mexe em salário de políticos,de juízes, nas verbas bilionários para mídia e nos trilhões para banqueiros

Enquanto a mídia faz a festa com o trem da alegria de aumentos de verba pública de até 3000%, como a Editora Caras ligada a VEJA (Leia), Temer prega um discurso de “cortes” mesmo com o aumento que o mesmo deu para a Justiça sem vetos esse ano (Leia) e sem mexer nos salários e benefícios de parlamentares, juízes, quem irá pagar a conta é o povo e principalmente sem Temer mexer nos 950 bilhões pagos em juros da dívida para banqueiros todos os anos, quem será sacrificado será o povo, a previdência, saúde e educação.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

PEC 241: esmaga os trabalhadores nos trilhos da locomotiva do neoliberalismo

Marcos Sassatelli *

O traidor, golpista e usurpador Michel Temer diz que a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241 ou PEC do Teto de Gastos Públicos) vai colocar a economia nos trilhos. Que trilhos são esses? Com certeza, não são os trilhos dos trabalhadores/as. A verdade é uma só: a PEC 241 - que congela por 20 anos os gastos públicos com a saúde, a educação (que já são uma calamidade) e outras áreas sociais - esmaga os trabalhadores/as nos trilhos da locomotiva do neoliberalismo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Ideologia do CRM-PB: privatista, individualista e egoísta; dinhereira



Presidente do CRM-PB critica programa Mais Médico na Paraíba

 

Em entrevista a imprensa paraibana o presidente do Conselho Regional de Medicina na Paraíba, João Medeiros, chamou de “medida eleitoreira, política e ideológica” o Programa Mais Médicos, que desde o início do ano incorpora também o Programa de Valorização do Profissional de Atenção Básica (Provab) para médicos brasileiros. Atualmente existem 6.493 profissionais médicos na Paraíba, dos quais 398 médicos são do Mais Médicos.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Programa Mais Médicos e os problemas estruturais da saúde pública brasileira



Patricia Fachin

“Nossas universidades formam profissionais para os centros urbanos, voltados às especialidades e subespecialidades e muito distantes da Atenção Primária à Saúde – APS, a idealizada porta de entrada do sistema para toda a população brasileira”, afirma a médica.

“O Programa Mais Médicos, embora possa suprir necessidades imediatas de muitos municípios brasileiros, necessita de análise mais profunda, uma vez que o aumento isolado do número de profissionais médicos não será capaz de resolver os problemas estruturais enfrentados por este sistema”

sexta-feira, 26 de julho de 2013

ONU aprova o "Mais Médicos"


O Debate sobre a Saúde Pública, os Médicos e a ONU

A ONU tem isenção para opinar sobre a questão

Infelizmente, por força das injunções conceituais e de postura política conflituosa com o modelo de gestão em curso no Governo Federal, eis que o debate sobre a assistência médica indispensável à população brasileira, sobretudo aos que mais precisam, acabou sendo atingida pela indisposição de diálogo pelas entidades médicas, respeitosas instituições, com o Governo, que, pelo tanto exposto, têm priorizado muito mais suas reivindicações do que as da população brasileira.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Saúde, o SUS e o programa “Mais Médicos”



Gastão Wagner de Sousa Campos

O programa “Mais Médicos” apresentado pelo governo federal é uma tentativa de responder ao movimento social dos últimos meses. O projeto tem quatro propostas principais que objetivariam melhor a qualidade da política pública de saúde e do SUS.

Essa iniciativa levanta temas que merecessem apoio, mas, ao mesmo tempo, traz vários aspectos que não deverão ser apoiados por aqueles interessados no bem-estar dos brasileiros.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Saúde é direito de todos e dever do Estado


Jandira Feghali

Nunca é demais repetir o que diz o artigo 196 da Constituição de 1988, onde, após grandes debates nacionais e mobilizações amplas e transversais da sociedade brasileira, ficou impresso um sistema de proteção social onde a saúde passou a ser direito universal para todo cidadão independente de contribuição direta ou de qualquer outra exigência, exceto ser cidadão.

Estamos em 2013 e nesses 25 anos podemos dizer que percorremos um caminho difícil para ampliar o sistema público, mas acredito que avançamos considerando a complexidade e o tamanho do país e da população brasileira. No entanto, ainda é dramática a realidade de boa parte do povo que se angustia na infindável espera, na peregrinação desumana ou na carroceria de uma ambulância correndo estradas atrás de uma vaga em cidade mais próxima.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Raízes do Brasil: no levante dos bisturis, ressoa o engenho colonial



Credite-se à elite brasileira façanhas anteriores dignas de figurar, como figuram, nos rankings da vergonha do nosso tempo.

A seleta inclui a resistência histórica à retificação de uma das piores estruturas de renda do planeta.Ademais de levantes bélicos (32,62,64 etc) contra qualquer aroma de interferência num patrimônio de poder e riqueza acumulado por conhecidos métodos de apropriação.  O repertório robusto ganha agora um destaque talvez inexcedível em seu simbolismo maculoso.

A rebelião dos médicos contra o povo.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O SUS precisa de Mais Médicos e de Muito Mais!



Nota do Cebes

As manifestações de rua e as consequentes respostas governamentais têm gerado um intenso debate na sociedade sobre as políticas públicas, entre elas, as de saúde.
 
Para o Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes) o momento é de celebração do aperfeiçoamento e aprofundamento da democracia brasileira.

 Nossa contribuição nesse debate expõe nossas posições e propostas para o setor da saúde brasileira cotejadas ao Programa Mais Médicos que o governo apresenta como estratégia para atendimento das demandas populares.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A Saúde exige unidade política Jandira Feghali




Espanta o quanto entramos na armadilha da divisão, enquanto as ruas nos pedem união e defesa da qualidade e fortalecimento da atenção de saúde à população.

É de se valorizar o avanço alcançado pela saúde pública brasileira num país de quase 200 milhões de habitantes, onde a busca do sistema universal só é possível com a atuação e responsabilidade do Estado brasileiro. Mas é também necessário que analisemos os entraves e dificuldades que impedem o acesso do povo ao seu direito fundamental.
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