Michel Zaidan Filho*
Se fosse o ex-presidente LULA que possuísse um luxuoso apartamento na prestigiada Avenida General Foch, em Paris, registrado no nome de um “laranja” chamado Jovelino de Carvalho, e por acaso sócio dos filhos de Fernando Henrique Cardoso na Fazenda Buritis, ele estaria muito encrencado.
Afinal, um ex-metalúrgico não teria como adquirir um imóvel tão caro na França.
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018
domingo, 26 de novembro de 2017
A importância de derrotarmos as elites do atraso
Frei Leonardo Boff*
Por mais críticas que se façam e se tenha que fazer ao PT, com ele ocorreu algo inédito na história política do país. Alguém do andar de baixo conseguiu furar a blindagem que as classes do poder, da comunicação e do dinheiro, por séculos, montaram, para inviabilizar políticas públicas em benefício de milhões de empobrecidos.
As elites endinheiradas nunca aceitaram um operário, por voto popular, que chegasse ao poder central. É verdade que elas também se beneficiaram, pois a natureza de sua acumulação, uma das mais altas do mundo, sequer foi tocada. Mas permanecia aquele espinho na política: aceitar que o lugar que supunham ser seu, fosse ocupado por alguém vindo da grande tribulação imposta aos pobres, negros, indígenas, operários durante todo o tempo da existência do Brasil.
Seu nome é Luiz Inácio Lula da Silva.
Por mais críticas que se façam e se tenha que fazer ao PT, com ele ocorreu algo inédito na história política do país. Alguém do andar de baixo conseguiu furar a blindagem que as classes do poder, da comunicação e do dinheiro, por séculos, montaram, para inviabilizar políticas públicas em benefício de milhões de empobrecidos.
As elites endinheiradas nunca aceitaram um operário, por voto popular, que chegasse ao poder central. É verdade que elas também se beneficiaram, pois a natureza de sua acumulação, uma das mais altas do mundo, sequer foi tocada. Mas permanecia aquele espinho na política: aceitar que o lugar que supunham ser seu, fosse ocupado por alguém vindo da grande tribulação imposta aos pobres, negros, indígenas, operários durante todo o tempo da existência do Brasil.
Seu nome é Luiz Inácio Lula da Silva.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Temer serviçal do mercado
O "mercado”
Flávio Dino:
"O "mercado" é o outro nome da elite entreguista, antidemocrática e antipopular que odeia o Brasil e os brasileiros.
Foi esse tal "mercado" que matou Getúlio Vargas, quis impedir a posse de Juscelino, fez o golpe de 1964 e jogou o país na atual confusão."
sábado, 28 de outubro de 2017
Povo não cabe no projeto que a elite quer
José Dirceu
Estaria o nacionalismo condenado e viveríamos um mundo sem fronteiras nacionais, regido pela globalização, pela abertura dos mercados – principalmente financeiros – a caminho de um governo mundial?
Pode parecer piada de mau gosto, mas, no fundo, o substrato de toda a fundamentação, há décadas da avalanche da globalização, está no bordão do fim. Não da história, mas do conceito de nação e de sua própria existência, pelo menos como ente estatal, já que seria muita pretensão desconhecer as nações. Seria como se voltássemos e regredíssemos à Idade Média.
No nosso caso, nunca nossas elites – a não ser para usurpar o poder – conviveram ou aderiram ao nacionalismo. E, muito menos, à nação. Só o fazem para exercer ou tentar a hegemonia cultural, impondo sua visão do que seja a nação, sempre a partir de seus interesses e visão do mundo. Sempre foram inimigas mortais dos governos dito nacionalistas, seja Getúlio, JK, Jânio com sua política externa independente, Jango e, pasmem, Geisel.
Estaria o nacionalismo condenado e viveríamos um mundo sem fronteiras nacionais, regido pela globalização, pela abertura dos mercados – principalmente financeiros – a caminho de um governo mundial?
Pode parecer piada de mau gosto, mas, no fundo, o substrato de toda a fundamentação, há décadas da avalanche da globalização, está no bordão do fim. Não da história, mas do conceito de nação e de sua própria existência, pelo menos como ente estatal, já que seria muita pretensão desconhecer as nações. Seria como se voltássemos e regredíssemos à Idade Média.
No nosso caso, nunca nossas elites – a não ser para usurpar o poder – conviveram ou aderiram ao nacionalismo. E, muito menos, à nação. Só o fazem para exercer ou tentar a hegemonia cultural, impondo sua visão do que seja a nação, sempre a partir de seus interesses e visão do mundo. Sempre foram inimigas mortais dos governos dito nacionalistas, seja Getúlio, JK, Jânio com sua política externa independente, Jango e, pasmem, Geisel.
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Bacelar: " nossa elite é interessante, todos liberais e dependentes do estado"
A cientista social e economista pernambucana Tânia Bacelar priorizaria investimentos em infraestrutura e Educação para reduzir os efeitos da crise no Nordeste. Para ela, o impacto negativo só não foi maior em razão da pujança econômica do governo Lula na região, o que ainda segurou alguns indicadores.
Referência entre os especialistas na área social e econômica, Tânia é conhecida pela defesa de políticas públicas em favor da parte debaixo da pirâmide social brasileira. A convite do ex-presidente Lula, participou do conselho político criado nos governos do PT com técnicos de vários segmentos para contribuir com sugestões e criticas.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
O mais perigoso dos líderes
Marcia Tiburi disse:
O mais perigoso dos líderes O ex-presidente Lula, condenado a 9 anos de prisão nesta quarta (12) pelo juiz Sérgio Moro
Pesquisas apontam que Lula seria novamente presidente do Brasil, caso concorresse ao cargo máximo da nação em 2018. No cenário de um país colonizado e cada vez mais “neoliberalizado” como é nosso, a presença de um personagem como Lula passa de fator de conciliação entre classes a grande perigo para as elites que usurparam o poder. Lula continua sendo um fator político fundamental, talvez o mais fundamental no contexto de uma democracia cada vez mais destruída.
O mais perigoso dos líderes O ex-presidente Lula, condenado a 9 anos de prisão nesta quarta (12) pelo juiz Sérgio Moro
Pesquisas apontam que Lula seria novamente presidente do Brasil, caso concorresse ao cargo máximo da nação em 2018. No cenário de um país colonizado e cada vez mais “neoliberalizado” como é nosso, a presença de um personagem como Lula passa de fator de conciliação entre classes a grande perigo para as elites que usurparam o poder. Lula continua sendo um fator político fundamental, talvez o mais fundamental no contexto de uma democracia cada vez mais destruída.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
"Elite brasileira acha que tem direito a saquear a coisa pública", diz historiador
“Brasil tem elite que se considera superior ao restante da população e que, por isso, acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador
Clarissa Neher, DW
Há pouco mais de 80 anos do lançamento do clássico Raízes do Brasil, o “homem cordial” de Sérgio Buarque de Holanda, que não distingue o público do privado, parece ainda presente na sociedade brasileira, apesar das previsões do intelectual que a cordialidade desapareceria com a industrialização.
Clarissa Neher, DW
Há pouco mais de 80 anos do lançamento do clássico Raízes do Brasil, o “homem cordial” de Sérgio Buarque de Holanda, que não distingue o público do privado, parece ainda presente na sociedade brasileira, apesar das previsões do intelectual que a cordialidade desapareceria com a industrialização.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Elite pressente a volta de Lula e se apavora
"As elites brasileiras estão como baratas tontas por uma razão que tem nome: Luiz Inácio Lula da Silva", diz Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi; não fosse o medo que têm dele, diz Coimbra, essas elites apoiariam a solução natural de eleições diretas para a sucessão de Michel Temer; "só há um motivo para que fujam desta saída, preferindo tapar o nariz e seguir com Temer ou transferir a escolha aos parlamentares: o medo de Lula. É a convicção de que ele venceria a eleição que leva banqueiros, políticos conservadores e donos de veículos de comunicação evitarem a solução natural", completa
quinta-feira, 25 de maio de 2017
quarta-feira, 29 de março de 2017
O Aeroclube, a vitória da Elite e do Direito de quem pode: e a grande maioria para que serve?
Dezenas de Ricos de João Pessoa tomaram conta dos grandes restaurantes da cidade para comemorar efusivamente nesta terca-feira a vitória no Superior Tribunal de Justiça, por 4 votos a 0, pela retomada de toda a Área do Aeroclube da Paraíba, no bairro do Bessa, como propriedade de poucos aviadores e proprietários de avião da Capital paraibana.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Elite brasileira perdeu a noção do perigo
De acordo com o historiador Leandro Karnal, a elite brasileira perdeu a noção do perigo e não sabe lidar com o que está acontecendo no Espírito Santo.
Como sempre alinhado aos fatos mais importantes da sociedade brasileira, o historiador Leandro Karnal faz uma análise sobre o cenário conflituoso no Espírito Santo. Para ele, a elite brasileira não sabe lidar com isso e não faz ideia do perigo.
Como sempre alinhado aos fatos mais importantes da sociedade brasileira, o historiador Leandro Karnal faz uma análise sobre o cenário conflituoso no Espírito Santo. Para ele, a elite brasileira não sabe lidar com isso e não faz ideia do perigo.
domingo, 29 de janeiro de 2017
Uma nova forma política para unificação da sociedade
Ruben Bauer Naveira
Graças à insegurança, cegueira, afobamento, inconsequência e ganância sem freios da classe dominante brasileira, o conjunto da sociedade vai se dando conta de que as instituições são imprestáveis, e terão que ser transmutadas. E para sua transmutação falta a unificação em torno de um projeto
Jamais houve elite neste país. O que temos aqui não passa de uma classe dominante que, por preguiça intelectual, volta e meia é chamada “elite” – conceito que, em qualquer país, diz respeito a um extrato social que avoca para si a responsabilidade de traçar o destino da sua nação e fazê-lo cumprir. Nunca houve nada assim no Brasil, lugar em que os horizontes da classe dominante não passam da acumulação predatória e do consumo ostentatório.
Graças à insegurança, cegueira, afobamento, inconsequência e ganância sem freios da classe dominante brasileira, o conjunto da sociedade vai se dando conta de que as instituições são imprestáveis, e terão que ser transmutadas. E para sua transmutação falta a unificação em torno de um projeto
Jamais houve elite neste país. O que temos aqui não passa de uma classe dominante que, por preguiça intelectual, volta e meia é chamada “elite” – conceito que, em qualquer país, diz respeito a um extrato social que avoca para si a responsabilidade de traçar o destino da sua nação e fazê-lo cumprir. Nunca houve nada assim no Brasil, lugar em que os horizontes da classe dominante não passam da acumulação predatória e do consumo ostentatório.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
A revolta das elites brasileiras contra a redução das desigualdades
Marcio Pochmann*
Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros
A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.
Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros
A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Bateu um desespero na elite
Vinicius Torres Freire
Empresários, economistas e banqueiros desesperam-se com uma recessão pior do que imaginavam
Está um sururu na elite.
Empresários, economistas de proa e até banqueiros desesperam-se com uma recessão ainda pior do que imaginavam. As elites do Estado avacalham ou desmoralizam as instituições.
Empresários, economistas e banqueiros desesperam-se com uma recessão pior do que imaginavam
Está um sururu na elite.
Empresários, economistas de proa e até banqueiros desesperam-se com uma recessão ainda pior do que imaginavam. As elites do Estado avacalham ou desmoralizam as instituições.
domingo, 9 de outubro de 2016
As capivaras invadiram o Brasil
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
domingo, 14 de agosto de 2016
quarta-feira, 27 de julho de 2016
A vocação suicida da elite.
Fernando Brito
A natureza colonial de nossa elite, antes de significar a adesão à metrópole, implica a renúncia à ideia de ter um destino próprio. Ela não se vê e não se quer como parte – privilegiada que seja – de uma nação, para o que é necessário compreender pertencer a um povo.
Num rabisco sociológico, não tem sentimentos de pertença – de ligação natural, de mesmo heterogênea, fazer parte de uma coletividade nacional. O pior, ainda seguindo este esboço, é que esta elite serve como referência para um grupo imensamente grande- e ponha imensamente num país com o grau de urbanização e o tamanho do Brasil – que a elas imita, porque a ele quer e crê pertencer.
A natureza colonial de nossa elite, antes de significar a adesão à metrópole, implica a renúncia à ideia de ter um destino próprio. Ela não se vê e não se quer como parte – privilegiada que seja – de uma nação, para o que é necessário compreender pertencer a um povo.
Num rabisco sociológico, não tem sentimentos de pertença – de ligação natural, de mesmo heterogênea, fazer parte de uma coletividade nacional. O pior, ainda seguindo este esboço, é que esta elite serve como referência para um grupo imensamente grande- e ponha imensamente num país com o grau de urbanização e o tamanho do Brasil – que a elas imita, porque a ele quer e crê pertencer.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
A auto-exclusão da elite branca brasileira
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| Rico e branco como toda a elite |
A elite branca brasileira é constituída pelo conjunto de pessoas cuja leitura da própria cidadania se reduz à visão do umbigo de cada uma delas...
Esta leitura faz com que tais seres não tenham a menor percepção sistêmica da sociedade na qual estão inseridos, reduzindo a existência dos mesmos aos seus interesses mais diretos e imediatos.
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