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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Michel Zaidan Filho: O drama da classe média


Segundo Aristóteles, a classe média é a salvação da democracia. Para ele, ela atenuava a desigualdade social. Quando maior fosse, impedia que uma pequena minoria fosse muito rica; e a grande maioria pobre. Ou seja, quando mais extensa ela fosse, mais o risco de um desequilíbrio social seria evitado. Este sábio pensamento do estarigita poderia ter evitado a corrupção da democracia ateniense e o advento dos demagogos e tiranos na ágora de Atenas. Infelizmente, não foi o que aconteceu. Caiu a democracia, Atenas tornou-se imperialista e foi derrotada por Esparta.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Os governos do PT arrasaram o Brasil

Entenda por que a tese de risco-Lula é tão ridícula 

Paulo Whitaker

Já pensou ter tudo isso de volta: crescimento médio do PIB de 4,0% ao ano, inflação controlada e dentro das metas estabelecidas pelo Banco Central, criação de duas dezenas de milhões de empregos, Brasil atingindo pela primeira vez na história a condição de "investment grade", valorização de 503% nas ações da Bolsa de Valores em 8 anos; leia os pontos listados por Diogo Costa

Diogo Costa, em seu facebook

Um risco terrível
Já pensou ter tudo isso de volta e muito mais?

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A falácia do “gigantismo” ou “inchaço” do Estado brasileiro.


Emprego público  em relação ao total de ocupados (1995-2005) (Em %)

                                       1995           2005

Alemanha2                     15,5            14,7
Austrália                         15,2            14,4
Bélgica                            19,3            19,5
Canadá                            19,9            16,3
Coreia do Sul                   6,6              6,3
Dinamarca                      39,3            39,2
Espanha                           15,4            14,3
EUA                                  14,9            14,8
Finlândia                         25,7            23,4
França2                            24,6            24,9
Holanda                            15,5            14,6
Japão                                  7,0               6,3
Portugal                            14,4             15,1
Suécia                               33,5             30,9
Suíça                                  8,3                8,4
Turquia                             10,1             10,7
Brasil                                 11,3             10,7


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Para garantir emprego tenho que reduzir os direitos sociais


Reforma boa é para os outros

Bernardo Mello Franco

BRASÍLIA - A poucos dias do fim da CLT, surgiu um defensor sincero da reforma trabalhista. É o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho. Em entrevista à Folha, ele disse o que governo e empresários se recusam a admitir: a mudança na lei vai resultar na redução de direitos sociais.

"Nunca vou conseguir combater desemprego só aumentando direito", disse o ministro. "Vou ter que admitir que, para garantia de emprego, tenho que reduzir um pouquinho, flexibilizar um pouquinho os direitos sociais", acrescentou.


sábado, 25 de março de 2017

Terceirização: Vladimir Safatle alerta para o fim do emprego

“Este é o mundo que os políticos brasileiros desejam a seus eleitores”, escreveu.

A silenciosa votação de uma lei controversa, é como começa o artigo de Vladimir Safatle publicado nesta sexta-feira (24) na Folha de S.Paulo. “A terceirização irrestrita aprovada nesta semana cria uma situação geral de achatamento dos salários e intensificação dos regimes de trabalho, isto em um horizonte no qual, apenas neste ano, 3,6 milhões de pessoas voltarão à pobreza”, escreveu.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Sobre salários e empregos

As lições de Keynes não chegam aos ouvidos de quem nos empurra ladeira abaixo da depressão.

Luiz Gonzaga Belluzzo e Gabriel Galípolo

Eles informam que “a Alemanha introduziu, em 2015, seu primeiro salário mínimo na história. O premier japonês, Shinzo Abe, defendeu aumentos de 3% ao ano para o salário mínimo. No fim de 2016, a Finlândia anunciou um sistema de renda mínima universal de, aproximadamente, 2 mil reais por mês, que, após um período inicial de testes com 2 mil cidadãos, seriam distribuídos igualmente para todos. A Holanda planeja testar um programa similar em 2017. O apoio a programas de renda mínima cresce na Europa em decorrência do baixo crescimento econômico e ampliação da desigualdade, especialmente a partir da crise de 2008”.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Uma renda básica na sociedade da inteligência


Finlândia é o primeiro país do mundo a adotar um programa-piloto de renda básica, que distribuirá o equivalente a 1.920 reais por mês a 2.000 pessoas

Milagros Pérez Oliva 

A terceira revolução industrial começou em meados do século passado, mas só agora começamos a notar as profundas mudanças que ela acarreta. Com uma aceleração sem precedentes na incorporação da inovação tecnológica aos processos produtivos e à vida cotidiana, estamos entrando totalmente no que alguns especialistas chamam de sociedade da inteligência, por causa do papel nela desempenhado pela informática, pelos robôs e pela automação. A cada dia vemos diferentes máquinas substituírem empregados que até recentemente se sentiam muito seguros, de modo que a inquietação com o futuro causa calafrios até mesmo nas pessoas mais preparadas. Está claro que não haverá trabalho para todos.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O Golpe não se importa com o desemprego



Centrais vão às ruas contra o retrocesso


A CUT, CTB, CSP, CGTB, Força Sindical, Intersindical, NCST e UGT realizam em 16 de agosto o Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos.

Além de paralisações nos locais de trabalho como bancos e fábricas, de uma, duas horas ou a manhã inteira, haverá atos em frente às sedes das principais federações patronais em todas as capitais do Brasil.

Um dos maiores desafios do movimento sindical brasileiro hoje é defender os direitos da classe trabalhadora, que estão sendo atacados pelo Congresso Nacional e pelo governo federal, e impedir que milhares de trabalhadores sejam demitidos.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

TCE deveria levantar também as contratações de temporários no Estado

Rubens Nóbrega 

Por se tratar de ano de eleições municipais, merece registro e reconhecimento o trabalho do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que levantou mais de 81 mil contratações de pessoal nas 223 prefeituras e câmaras de vereador da Paraíba apenas no primeiro quadrimestre de 2016. O levantamento serve, no mínimo, para dimensionar e talvez inibir o recrutamento do exército de cabos eleitorais patrocinado com dinheiro público para eleger ou reeleger prefeitos e vereadores quando outubro chegar.
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