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terça-feira, 26 de junho de 2018
Crise Argentina escancara a tragédia da incompetência neoliberal e desmente mais uma vez o mito de que o PT quebrou o Brasil
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Standard & Poor's (S&P) sinaliza: calote da dívida vem aí !
S&P rebaixa nota de crédito do Brasil
Com o novo corte, rating do país fica 3 degraus abaixo do grau de investimento. Agência cita atraso em aprovação de reformas para ajustar contas públicas.
Por Karina Trevizan e Darlan Alvarenga, G1
A agência internacional de risco Standard&Poor's (S&P) rebaixou nesta quinta-feira (11) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-". Com isso, o rating do país segue sem o selo de bom pagador, mas agora está três degraus abaixo do grau de investimento. Já a perspectiva para a nota mudou de negativa para estável.
Com o novo corte, rating do país fica 3 degraus abaixo do grau de investimento. Agência cita atraso em aprovação de reformas para ajustar contas públicas.
Por Karina Trevizan e Darlan Alvarenga, G1
A agência internacional de risco Standard&Poor's (S&P) rebaixou nesta quinta-feira (11) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-". Com isso, o rating do país segue sem o selo de bom pagador, mas agora está três degraus abaixo do grau de investimento. Já a perspectiva para a nota mudou de negativa para estável.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
sábado, 9 de dezembro de 2017
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Golpistas mentem: a dívida não é exagerada. Compare com outros países..
Comparação internacional: tamanho
da dívida pública como percentagem do PIB
DÍVIDA PÚBLICA % PIB - LISTA DE PAÍSES - G20
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250.40
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2016-12
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132.60
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2016-12
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106.10
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2016-12
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99.40
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2016-12
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96.00
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2016-12
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92.30
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2016-12
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89.30
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2016-12
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89.20
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2016-12
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69.50
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2016-12
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69.49
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2016-12
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|||||||
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68.30
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2016-12
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62.30
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2016-12
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México
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Presente a sonegadores: inconstitucional e antipovo
Dalmo de Abreu Dallari
Por meio de uma Resolução duplamente inconstitucional o Senado pretende conceder um presente aos sonegadores de tributos, entregando-lhes uma parcela do patrimônio do povo brasileiro. O instrumento que se pretende usar para a prática dessa inconstitucionalidade seria uma Resolução do Senado perdoando a dívida tributária de proprietários rurais e agentes do agronegócio. Como registrou a imprensa, por meio dessa Resolução serão perdoados R$17 bilhões em dívidas de produtores rurais com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
Por meio de uma Resolução duplamente inconstitucional o Senado pretende conceder um presente aos sonegadores de tributos, entregando-lhes uma parcela do patrimônio do povo brasileiro. O instrumento que se pretende usar para a prática dessa inconstitucionalidade seria uma Resolução do Senado perdoando a dívida tributária de proprietários rurais e agentes do agronegócio. Como registrou a imprensa, por meio dessa Resolução serão perdoados R$17 bilhões em dívidas de produtores rurais com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sábado, 13 de maio de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
A ditadura do superávit primário
Paulo Kliass
O Banco Central (BC) acaba de divulgar seu Relatório Mensal sobre a Política Fiscal do governo brasileiro. Dentre as inúmeras informações relativas ao desempenho da equipe econômica no campo da administração da questão fiscal, vale a pena destacar os números que retratam o comportamento das despesas financeiras da administração pública federal.
De acordo com o levantamento apresentado pelo BC, ao longo do mês de fevereiro, o valor referente ao total de juros pagos pelo governo atingiu o montante de R$ 30,7 bilhões. Isso significa que, no acumulado dos últimos 12 meses, a União transferiu ao setor financeiro um volume de R$ 388 bi, em razão dos compromissos assumidos com cada uma das muitas modalidades do extenso cardápio que compõe o estoque de títulos de nossa dívida pública.
O Banco Central (BC) acaba de divulgar seu Relatório Mensal sobre a Política Fiscal do governo brasileiro. Dentre as inúmeras informações relativas ao desempenho da equipe econômica no campo da administração da questão fiscal, vale a pena destacar os números que retratam o comportamento das despesas financeiras da administração pública federal.
De acordo com o levantamento apresentado pelo BC, ao longo do mês de fevereiro, o valor referente ao total de juros pagos pelo governo atingiu o montante de R$ 30,7 bilhões. Isso significa que, no acumulado dos últimos 12 meses, a União transferiu ao setor financeiro um volume de R$ 388 bi, em razão dos compromissos assumidos com cada uma das muitas modalidades do extenso cardápio que compõe o estoque de títulos de nossa dívida pública.
segunda-feira, 27 de março de 2017
domingo, 19 de março de 2017
Safatle: com Temer, Previdência virou espoliação
![]() |
| Farra rentista não sofre com a crise |
"Para ter aposentadoria integral com 65 anos, é necessário começar a trabalhar aos 16 anos e ter contribuído com a Previdência de forma ininterrupta. Como em várias regiões do Brasil a expectativa de vida não chega a 65 anos, a contribuição previdenciária será, para boa parte das pessoas, uma pura e simples forma de espoliação de seus rendimentos, já que elas morrerão antes de se aposentar", escreve o filósofo Vladimir Safalte sobre a reforma da Previdência de Michel Temer
247 - Em sua coluna nesta sexta-feira, o filósofo Vladimir Safatle fez duras críticas à reforma da Previdência de Michel Temer, que ele considera que se tornará uma forma de espoliação de muitos brasileiros.
247 - Em sua coluna nesta sexta-feira, o filósofo Vladimir Safatle fez duras críticas à reforma da Previdência de Michel Temer, que ele considera que se tornará uma forma de espoliação de muitos brasileiros.
sexta-feira, 10 de março de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Temer prefere atender a elite financeira a adotar medidas eficazes contra desemprego
Helena Borges
A gravidade da situação financeira do Brasil se escancara com o latente desemprego do país. O governo poderia tomar medidas assertivas para mudar o quadro de forma mais rápida? Até poderia, mas não vai fazer. Essa foi a resposta de diversos especialistas consultados por The Intercept Brasil.
São dois os motivos da inércia. O primeiro: políticas mais enfáticas iriam contra a ideologia neoliberal que atualmente impera, a famosa lógica de que “o mercado se autorregula”. O segundo, e principal motivo: porque isso não interessa à elite financeira.
Moratória
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Parlamentares peruanos pedem, em 2012, uma moratória temporária de criação de universidades.
Moratória (do termo latino moratoriu)[1] é um atraso ou suspensão: geralmente, de um pagamento. Como exemplos de tipos de moratória, podemos citar:
Parlamentares peruanos pedem, em 2012, uma moratória temporária de criação de universidades.
Moratória (do termo latino moratoriu)[1] é um atraso ou suspensão: geralmente, de um pagamento. Como exemplos de tipos de moratória, podemos citar:
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
O Rombo é o pagamento dos Juros
![]() |
| Juros: R$ 4 trilhões em 2 décadas |
Previdência Social ou Juros?
Ao contrário do que o financismo nos faz crer, não é a rubrica previdenciária aquela se apresenta como a maior deficitária na contabilidade da União.
Paulo Kliass*
A entrada em 2017 também pode ser encarada pela ótica de uma busca desesperada por afirmação de alguma rota de coerência e credibilidade do governo Temer. Afinal, o passar do tempo veio desconstruindo, pouco a pouco, toda aquela falsa expectativa criada em torno das vantagens do “golpeachment”. O canto de sereia dos “putschistas” assegurava que, uma vez consumada a retirada de Dilma do Palácio do Planalto, tudo seria resolvido e o Brasil entraria em um verdadeiro céu de brigadeiro.
Ao contrário do que o financismo nos faz crer, não é a rubrica previdenciária aquela se apresenta como a maior deficitária na contabilidade da União.
Paulo Kliass*
A entrada em 2017 também pode ser encarada pela ótica de uma busca desesperada por afirmação de alguma rota de coerência e credibilidade do governo Temer. Afinal, o passar do tempo veio desconstruindo, pouco a pouco, toda aquela falsa expectativa criada em torno das vantagens do “golpeachment”. O canto de sereia dos “putschistas” assegurava que, uma vez consumada a retirada de Dilma do Palácio do Planalto, tudo seria resolvido e o Brasil entraria em um verdadeiro céu de brigadeiro.
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