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quarta-feira, 30 de maio de 2018

O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

Estado brasileiro refém das vontades e desejos do rentismo parasita.

Retrato de uma captura: por meio da chamada “Pesquisa Focus”, cem banqueiros e executivos financeiros ditam rumos a quem deveria controlá-los.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Hora de virar a mesa dos banqueiros

Itaú e Bradesco no paraíso dos bancos 
Paulo Kliass

Itaú, Bradesco e Santander lucraram R$ 50 bilhões, em meio à crise mais profunda da História. Juros extorsivos, sonegação e cumplicidade do BC explicam fenômeno. Tudo isso pode ser revertido

O período entre as festas do final do ano e a folia do Carnaval é normalmente marcado pela divulgação de informações que deveriam deixar envergonhados todos os que se preocupam com um mínimo de decência e justiça em termos da organização de nossa sociedade. Em especial, me refiro à forma como são apropriadas e distribuídas as diferentes formas de renda e riqueza entre nossos cidadãos.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Michel Zaidan Filho: Balanço político


Duas características marcam o ano político de 2017: ilegitimidade e arbítrio. O que se anunciava de forma imprecisa e casuística, se apresentou com clareza brutal no segundo ano do golpe. A ilegitimidade do Poder Executivo e do Poder Legislativo para fazer reforma da Constituição, foi a condição necessária para que tanto um como outro tivesse a audácia de atacar abertamente direitos, garantias, comandos constitucionais, o patrimônio público etc. Com a conivência de dois partidos derrotados eleitoralmente nas últimas eleições presidenciais: PSDB e DEM. A revanche política veio na forma do golpe e a compensação, em termos de uma agenda que jamais passaria pelo crivo da sociedade, se estivéssemos num período de legalidade democrática ou em época de eleição. Nem no Congresso, onde viceja o mais crasso fisiologismo entre os nobre deputados e senadores, havia consenso necessário para as emendas constitucionais atentatórias de direitos e conquistas sociais. 


terça-feira, 11 de abril de 2017

A ditadura do superávit primário

Paulo Kliass

O Banco Central (BC) acaba de divulgar seu Relatório Mensal sobre a Política Fiscal do governo brasileiro. Dentre as inúmeras informações relativas ao desempenho da equipe econômica no campo da administração da questão fiscal, vale a pena destacar os números que retratam o comportamento das despesas financeiras da administração pública federal.

De acordo com o levantamento apresentado pelo BC, ao longo do mês de fevereiro, o valor referente ao total de juros pagos pelo governo atingiu o montante de R$ 30,7 bilhões. Isso significa que, no acumulado dos últimos 12 meses, a União transferiu ao setor financeiro um volume de R$ 388 bi, em razão dos compromissos assumidos com cada uma das muitas modalidades do extenso cardápio que compõe o estoque de títulos de nossa dívida pública.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Bateu um desespero na elite

Vinicius Torres Freire

Empresários, economistas e banqueiros desesperam-se com uma recessão pior do que imaginavam

Está um sururu na elite.

Empresários, economistas de proa e até banqueiros desesperam-se com uma recessão ainda pior do que imaginavam. As elites do Estado avacalham ou desmoralizam as instituições.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Como as elites agem para manter os juros altos

Um trabalho acadêmico desmente justificativa “técnica” para termos as taxas mais altas do planeta. Surge outra explicação: além dos banqueiros, grande indústria e agronegócio beneficiam-se da política monetária atual

Carlos Drummond

A confirmação, pelo Banco Central, no final de agosto, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o país como caso raro de estabilidade no topo [dos juros globais], em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Bancários enfrentam os agiotas golpistas

Altamiro Borges

A partir desta terça-feira (6), os bancários de todo o Brasil entram em greve por tempo indeterminado contra a intransigência patronal. A pauta de reivindicação da categoria foi entregue no início de agosto e, após cinco rodadas de negociação, a federação dos banqueiros (Fenaban) fez uma contraproposta humilhante e provocativa. 

Os trabalhadores reivindicam um reajuste de 14,78% (aumento real de 5%) e bancos propuseram apenas 6,5% – o que representa uma perda nos salários de 2,8%, com base na inflação de 9,57%. Diante do impasse, os bancários decidiram em assembleias enfrentar os agiotas financeiros, os principais pivôs do “golpe dos corruptos” que têm como maior objetivo arrochar os assalariados.

domingo, 10 de julho de 2016

Bancos ou empreiteiros, quem ganha mais no campeonato de corrupção?

“Mas os empreiteiros que cometem superfaturamentos geraram centenas de milhares de empregos e deixam legados no interesse do povo e da nação, como Tucuruí, Itaipu ou Belo Monte, rodovias, barragens. Qual é o legado dos banqueiros?”, pergunta J. Carlos de Assis, economista, doutor pela Coppe/UFRJ, em artigo publicado por Jornal GGN, 07-07-2016.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Banqueiros corruptos falidos levam vida milionária


Corruptos com falência decretada não deixam de levar vida milionária

Jornal do Brasil

Para reforçar o comentário do Jornal do Brasil deste sábado, com referência a corruptos e corruptores que roubam e vivem às custas da pobreza do povo brasileiro, está estampado hoje na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, mais um exemplo desse descalabro. Luís Octávio Índio da Costa, do Banco Cruzeiro do Sul, cuja falência foi decretada pelo Banco Central em agosto, hoje mora num apartamento próprio em Nova York, com vista para o Central Park.

domingo, 5 de abril de 2015

Dívida Pública, centro da luta dos Movimentos Sociais


João Fragoso

Acredito que a DÍVIDA PÚBLICA(DP) passará a ser, muito em breve, o centro da luta de todos os Movimentos Sociais, incluindo os Sindicatos.

É de espantar que, neste ano de 2015, quase a metade do orçamento (todas as receitas que o país arrecada), seja para pagar os juros da DP. Pasmem: enquanto para e Educação foi destinado 3,7%, para a Saúde 4%, para a Segurança 1,8%, os juros da DP levam 47% do orçamento e, na medida em que tais juros vêm crescendo (em 2014 foi de 45%), é de se prever que daqui a alguns anos o nosso orçamento seja todo para pagar os juros da Dívida Pública.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Em João Pessoa, Sem Teto sabe o que quer e de onde tirar o dinheiro



Grupo fecha Epitácio para protestar por moradia em JP; veja como está o trânsito

Eles reivindicam o lançamento de uma nova etapa do programa “Minha Casa, Minha Vida"

Grupo pequeno fechou trânsito na Epitácio

Um grupo de manifestantes bloqueou parte da Avenida Epitácio Pessoa, uma das principais vias da capital paraibana, na manhã desta quarta-feira (18).

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lucro dos bancos cresceu com o PT no poder, diz Marina

Quem será a Padroeira dos Bancos ?
Gustavo Theza

"No governo FHC, os bancos tiveram lucros de R$ 31 bilhões; no governo Lula, de R$ 199,46 bilhões"

Acusada pelo PT de ser defensora de interesses de banqueiros, a candidata a presidente Marina Silva (PSB) passou ontem o dia rebatendo a presidente e adversária Dilma Rousseff dizendo que foi nos governos petistas que os bancos gozaram de facilidades e condições para lucrar como em nenhum outro lugar do mundo. Marina defendeu sua proposta de, se eleita, tornar o Banco Central autônomo e diz que isso é necessário para tirá-lo da órbita de influência de grupos políticos e para que o país volte a ter inflação controlada e crescimento mais robusto.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Banqueiro



Para Bertold Brecht, era melhor fundar um banco que assaltá-lo. E Bernard Shaw lembrava que não há diferença entre o pecado de um ladrão e as virtudes de um banqueiro.


Mauro  Santayana

quarta-feira, 19 de março de 2014

Banqueiros ficam com 30% do orçamento


Refinanciamento da dívida pública federal: R$ 654.746.947.069,00 (seiscentos e cinquenta e quatro bilhões, setecentos e quarenta e seis milhões, novecentos e quarenta e sete mil e sessenta e nove reais) /


A melhor forma de saber as prioridades do Estado brasileiro – definidas por governo, parlamento e judiciário – é analisar para onde vai o dinheiro do Orçamento. A presidenta Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira o orçamento fiscal para 2014, que foi aprovado no Congresso Nacional.
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