sábado, 31 de dezembro de 2016
Heroi ético, ambulante enfrentou nosso modo covarde de existir, falou e tentou impedir a violencia homofóbica.
Ato de ambulante que morreu no metrô foi 'trangressão' a nosso modo covarde de existir, diz psicanalista
Ingrid Fagundez
Ambulante Luiz Carlos Ruas foi espancado depois de tentar defender duas travestis. Um crime que chocou o país: o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas morreu na noite de Natal, depois de ser espancado por dois homens no chão de uma estação de metrô em São Paulo - diante de dezenas de testemunhas.
Para o psicanalista, professor e escritor Christian Dunker, Ruas morreu porque não se calou. Ao contrário das pessoas que viram seu espancamento, Índio, como era conhecido, falou com seus agressores, tentando impedir que os jovens batessem em duas travestis do lado de fora da estação. Ao intervir, Índio tornou-se o alvo da violência.
Ingrid Fagundez
Ambulante Luiz Carlos Ruas foi espancado depois de tentar defender duas travestis. Um crime que chocou o país: o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas morreu na noite de Natal, depois de ser espancado por dois homens no chão de uma estação de metrô em São Paulo - diante de dezenas de testemunhas.
Para o psicanalista, professor e escritor Christian Dunker, Ruas morreu porque não se calou. Ao contrário das pessoas que viram seu espancamento, Índio, como era conhecido, falou com seus agressores, tentando impedir que os jovens batessem em duas travestis do lado de fora da estação. Ao intervir, Índio tornou-se o alvo da violência.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Casa Arrumada
Carlos Drummond de Andrade
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas... Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas... Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Caim e o homem cordial
Alexandre Coslei
Atravessei a infância e a adolescência à sombra do Ato Institucional nº 5, o hiato da ditadura que alienou uma geração de jovens de todos os ideais políticos, das liberdades e do direito à expressão. Por uma dessas ironias da vida, cresci em frente a uma grande fábrica na Tijuca (a Brahma), que ficava ao lado do 1º Batalhão da Polícia do Exército, o temível DOI-Codi. Às sete horas da manhã, o apito da chaminé da fábrica me acordava, hora de ir para o colégio. No caminho, eu esbarrava com filas de operários iniciando a jornada de trabalho. Ao mesmo tempo, caminhava debaixo dos olhos soturnos de soldados em vigília. Formei minha consciência entre o proletariado e a repressão.
Atravessei a infância e a adolescência à sombra do Ato Institucional nº 5, o hiato da ditadura que alienou uma geração de jovens de todos os ideais políticos, das liberdades e do direito à expressão. Por uma dessas ironias da vida, cresci em frente a uma grande fábrica na Tijuca (a Brahma), que ficava ao lado do 1º Batalhão da Polícia do Exército, o temível DOI-Codi. Às sete horas da manhã, o apito da chaminé da fábrica me acordava, hora de ir para o colégio. No caminho, eu esbarrava com filas de operários iniciando a jornada de trabalho. Ao mesmo tempo, caminhava debaixo dos olhos soturnos de soldados em vigília. Formei minha consciência entre o proletariado e a repressão.
Há momentos na história em que o riso está do lado do poder
Um dos mais impressionantes dessa leva se chamava "Festen" ("Festa de Família", em sua versão brasileira), de Thomas Vinterberg. Tratava-se da história de uma festa em homenagem ao 60º aniversário do patriarca de uma família.
Organizada em um castelo, a festa conta com grande número de convivas e atividades. Mas, logo no primeiro discurso, um dos filhos acusa o pai de tê-lo abusado sexualmente e de sua irmã, que se suicidara recentemente. Durante todo o filme, as revelações se seguirão. No entanto, há algo de absolutamente extraordinário: apesar das acusações e do mal-estar, a festa nunca para.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
2016: o ano em que se tentou matar a esperança do povo brasileiro
Leonardo Boff

Contrapartidas dos Estados são intervenção branca do governo federal
Já não bastam a incompetência e o final de ano com resultados econômicos e sociais opostos ao prometido. Michel Temer e seu desgoverno agora querem ser também autoritários.
Derrotados nas pretendidas imposições aos Estados em grave situação financeira, todas substituídas no Congresso por um projeto de recuperação, o ministro Henrique Meirelles decidiu e Michel Temer adotou a continuidade das exigências derrubadas.
PT precisa admitir erros para voltar a ter força política, diz Edinho Silva
Edinho Silva, ex-ministro da Secretaria de Comunicação do governo Dilma e prefeito eleito de Araraquara
Marcelo Toledo
O PT precisa reconhecer seus erros e, a partir disso, reivindicar suas conquistas, para continuar tendo relevância no cenário político brasileiro. A afirmação é de Edinho Silva, ex-ministro (Comunicação Social) de Dilma Rousseff que vai governar pela terceira vez Araraquara, maior cidade vencida pelo PT em São Paulo (228 mil habitantes), a partir de janeiro.
Marcelo Toledo
O PT precisa reconhecer seus erros e, a partir disso, reivindicar suas conquistas, para continuar tendo relevância no cenário político brasileiro. A afirmação é de Edinho Silva, ex-ministro (Comunicação Social) de Dilma Rousseff que vai governar pela terceira vez Araraquara, maior cidade vencida pelo PT em São Paulo (228 mil habitantes), a partir de janeiro.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Vou juntar a minha nação: cidadão do mundo
Cidadão Do Mundo
Nação Zumbi
A estrovenga girou
Passou perto do meu pescoço
Corcoviei, corcoviei
Não sou nenhum besta seu moço
E se o plano for desmontar a Previdência pública?
Dirigente do Dieese alerta: proposta de “reforma” do governo elimina tantos direitos que objetivo parece ser convidar classe média a aderir aos planos do mercado financeiro
Para o coordenador de relações sindicais do Dieese, Fausto Augusto Júnior, a proposta de reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Temer é um “absurdo” e faz parte de um processo de desconstrução do sistema previdenciário como o conhecemos.
“De um ponto de vista bem objetivo, estamos falando que vamos deixar em torno de 70% da população fora do sistema previdenciário.
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Perseguidor implacável
Paulo Muzell
O filme é de 1971 e fez enorme sucesso. Clint Eastwood, hoje um dos melhores diretores do cinema americano, é um detetive durão que, irritado com a soltura de um suspeito por falta de provas, inicia uma obsessiva perseguição no velho estilo Bolsonaro: “bandido bom é bandido morto”. Dirty Harry, o herói truculento, considera as provas secundárias, o importante é a convicção: confia no seu faro, no seu instinto justiceiro. A violência extrema é a sua marca, não respeita regras. Usa e abusa do seu poderoso e fumegante Smith & Wesson Magnum 44, um verdadeiro “canhão”.
O filme é de 1971 e fez enorme sucesso. Clint Eastwood, hoje um dos melhores diretores do cinema americano, é um detetive durão que, irritado com a soltura de um suspeito por falta de provas, inicia uma obsessiva perseguição no velho estilo Bolsonaro: “bandido bom é bandido morto”. Dirty Harry, o herói truculento, considera as provas secundárias, o importante é a convicção: confia no seu faro, no seu instinto justiceiro. A violência extrema é a sua marca, não respeita regras. Usa e abusa do seu poderoso e fumegante Smith & Wesson Magnum 44, um verdadeiro “canhão”.
Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda
Antonio Martins
Para eles, um ciclo esgotou-se; está na hora de outro projeto estratégico. Mas é preciso paciência histórica: algo como um Podemos brasileiro não pode surgir a frio
Cada um vê os outros a partir de sua própria métrica. Os jornais, acostumados à velha política, especulam que Guilherme Boulos não sai dos gabinetes. Articularia uma aliança entre dissidentes do PT e uma ala do PSOL, disse uma nota. Seria candidato à Presidência, garantiu outra. Principal referência do MTST – um movimento social que avança tanto pela rara capacidade de mobilização dos excluídos quanto pela busca ativa de alternativas à crise do país – caberia a Boulos, segundo esta lógica, ocupar o espaço que lhe cabe no mercado das opções eleitorais.
Para eles, um ciclo esgotou-se; está na hora de outro projeto estratégico. Mas é preciso paciência histórica: algo como um Podemos brasileiro não pode surgir a frio
Cada um vê os outros a partir de sua própria métrica. Os jornais, acostumados à velha política, especulam que Guilherme Boulos não sai dos gabinetes. Articularia uma aliança entre dissidentes do PT e uma ala do PSOL, disse uma nota. Seria candidato à Presidência, garantiu outra. Principal referência do MTST – um movimento social que avança tanto pela rara capacidade de mobilização dos excluídos quanto pela busca ativa de alternativas à crise do país – caberia a Boulos, segundo esta lógica, ocupar o espaço que lhe cabe no mercado das opções eleitorais.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Stédile já não surpreende ou vaca que cai do céu

Realmente a esquerda está em palpos de aranha se depender da reflexão das lideranças que se dizem de esquerda, mas continuam formulando verdadeiras "tonterias", e apostando em transformar a luta popular em boia salvacionista político e ideológica de Lula.
Depois de afirmar que alguns empresários já mostram juízo no desencanto com a financeirização acelerada ora imprimida pelo governo golpista de michel usurpador, entra em delírio de propostas absolutamente absurdas, no espaço privilegiado que Mario Sergio Conti lhe oferece na GloboNews.
Morre polícia, morre bandido e a guerra na favela não tem fim
Walmyr Junior*
A guerra as drogas patrocinada pelo governo do estado parece não ter fim. As favelas cariocas e fluminenses sofrem cotidianamente com a politica avassaladora da secretaria de segurança. O combustível é o ódio e a vingança. Em favor de que? Qual sua finalidade e seus objetivos?
A criminalização da pobreza é um dos pontos principais para a politica higienista implementada no Brasil desde os tempos das remoções dos cortiços no inicio do século XX.
A guerra as drogas patrocinada pelo governo do estado parece não ter fim. As favelas cariocas e fluminenses sofrem cotidianamente com a politica avassaladora da secretaria de segurança. O combustível é o ódio e a vingança. Em favor de que? Qual sua finalidade e seus objetivos?
A criminalização da pobreza é um dos pontos principais para a politica higienista implementada no Brasil desde os tempos das remoções dos cortiços no inicio do século XX.
É inútil revoltar-se?
Michel Foucault
"Para que o xá se vá, estamos prontos para morrer aos milhares", diziam os iranianos no verão passado. E o aiatolá, recentemente: "Que o Irã sangre, para que a revolução se fortaleça."
Estranho eco entre essas frases que parecem se encadear. O horror da segunda condena a embriaguez da primeira?
As insurreições pertencem à história. Mas, de certa forma, lhe escapam. O movimento com que um só homem, um grupo, uma minoria ou todo um povo diz: "Não obedeço mais”, e joga na cara de um poder que ele considera injusto o risco de sua vida - esse movimento me parece irredutível.
"Para que o xá se vá, estamos prontos para morrer aos milhares", diziam os iranianos no verão passado. E o aiatolá, recentemente: "Que o Irã sangre, para que a revolução se fortaleça."
Estranho eco entre essas frases que parecem se encadear. O horror da segunda condena a embriaguez da primeira?
As insurreições pertencem à história. Mas, de certa forma, lhe escapam. O movimento com que um só homem, um grupo, uma minoria ou todo um povo diz: "Não obedeço mais”, e joga na cara de um poder que ele considera injusto o risco de sua vida - esse movimento me parece irredutível.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Zanin: Meus melhores filmes nacionais de 2016
Um ano interessante
para o cinema nacional, com bons filmes mas absoluta prevalência de um deles –
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho. Não apenas pela qualidade, temática
(resistência contra o capitalismo selvagem) e repercussão internacional.
A liberdade e a luz de nosso tempo: as lições da história e da literatura
Leonardo Padura
De forma casual, como frequentemente me acontece, chegou às minhas mãos um pequeno folheto fotocopiado das páginas finais de um livro sobre o qual eu não tinha referências: "Asistencia obligada (Un testimonio de las reuniones de la Unión de Escritores de la URSS)", obra de B. Yampolski e I. Konstantinovski. As páginas reproduzidas contam um episódio especialmente doloroso, incluído como apêndice do livro: os dias finais da vida do escritor soviético Vassili Grossman, autor de "Vida e Destino", um dos maiores romances do século 20.
De forma casual, como frequentemente me acontece, chegou às minhas mãos um pequeno folheto fotocopiado das páginas finais de um livro sobre o qual eu não tinha referências: "Asistencia obligada (Un testimonio de las reuniones de la Unión de Escritores de la URSS)", obra de B. Yampolski e I. Konstantinovski. As páginas reproduzidas contam um episódio especialmente doloroso, incluído como apêndice do livro: os dias finais da vida do escritor soviético Vassili Grossman, autor de "Vida e Destino", um dos maiores romances do século 20.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Abusos de Autoridade: os que se sentem acima das leis
Wagner Braga Batista*
Em artigo publicado na Folha de São, três magistrados, asseveram: “Aliás, já é passada a hora de não termos mais brasileiros que se recusem a cumprir as leis e as ordens judiciais..” (O Guardião da Constituição Alexandre da Cunha Filho, Glaucio de Araújo E Ulisses Pascolati
http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/12/1842967-o-guardiao-da-constituicao.shtml em 20/12/2016 )
Denúncia Renan Calheiros, Presidente do Senado. A recusa de receber ofício proveniente do STF. A determinação, monocrática ou não, é legal. Vale para todos. Principalmente, quando se reitera, neste contexto de Golpe de Estado, que as instituições democráticas continuam funcionando.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
“Juízes e procuradores se comportam como tenentes de toga”, afirma Luiz Werneck Vianna
Cientista político compara movimento tenentista dos anos 1920 com o atual comportamento de juízes e procuradores no Brasil. "Crise política é fomentada pela manipulação de juízes e procuradores", afirmou.
No Vermelho
"Tenentes de toga" manipulam e comandam crise, diz cientista político
No Vermelho
"Tenentes de toga" manipulam e comandam crise, diz cientista político
A sombra do Estado de Exceção se ergue sobre nós
Do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, hoje, na Folha:
Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada -pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.
A revolta das elites brasileiras contra a redução das desigualdades
Marcio Pochmann*
Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros
A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.
Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros
A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.
Ódio à classe média, “pobrismo” e empreendedorismo
“O ideário da esquerda deveria compreender que
há no mundo produtivo um processo aberto e em disputa, que exige de nós
abertura a múltiplas fontes teóricas. Isto não significa capitular ao espírito
do tempo, mas sim manter-se à altura da complexidade social que caracteriza o
mundo atual. É preciso ver, por exemplo, na crise do assalariamento e o
consequente “escape” pelo empreendedorismo, não uma capitulação, mas uma nova
oportunidade de emancipação”
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Os juristas que desafiam o Estado de Exceção
Pedro Serrano: “Assim como em 1964 se buscou os militares, hoje busca-se os juízes e promotores”
Seminário da Rede JusDH aponta: juízes brancos e ricos usam poder para consolidar dominação oligárquica e sufocar lutas sociais — mas é possível resistir
Rafael Tatemoto, no Brasil de Fato
“Um Poder que não respeita o Direito”. Assim definiu Maria Inez Pinheiro o Judiciário Brasileiro. A fala integrou a mesa de abertura do 5º Seminário Nacional da Articulação Justiça e Direitos Humanos (JusDH), que ocorre entre os dias 5 e 6 deste mês em São Paulo.
Seminário da Rede JusDH aponta: juízes brancos e ricos usam poder para consolidar dominação oligárquica e sufocar lutas sociais — mas é possível resistir
Rafael Tatemoto, no Brasil de Fato
“Um Poder que não respeita o Direito”. Assim definiu Maria Inez Pinheiro o Judiciário Brasileiro. A fala integrou a mesa de abertura do 5º Seminário Nacional da Articulação Justiça e Direitos Humanos (JusDH), que ocorre entre os dias 5 e 6 deste mês em São Paulo.
Wikileaks: EUA criou curso para treinar Moro e Juristas
André Augusto
Em documento interno do governo americano que foi vazado pelo Wikileaks, os EUA mostram como treinaram agentes judiciais brasileiros, entre eles Sérgio Moro. O documento, de 2009, pede para instalar treinamento aprofundado em Curitiba.
Alguma suspeita com a atualidade?
Em documento interno do governo americano que foi vazado pelo Wikileaks, os EUA mostram como treinaram agentes judiciais brasileiros, entre eles Sérgio Moro. O documento, de 2009, pede para instalar treinamento aprofundado em Curitiba.
Alguma suspeita com a atualidade?
10 Medidas em Defesa da Democracia e do Estado de Direito

Nos últimos dias, ocorreu-me indagar para os meus zíperes, como faria, estupefato, qualquer observador externo - o ET de Varginha, por exemplo, se estivesse em órbita estacionária sobre esta nossa pobre República - por que as bandeiras estão quase todas nas mãos dos midiotas e a perplexidade, a descoordenação e o despreparo nas mãos vazias, balançantes - infiltrados e provocadores não valem - daqueles que deveriam estar defendendo a Liberdade e a Democracia.
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