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sábado, 27 de janeiro de 2018
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Boulos: A Lava Jato esconde a sujeira debaixo da toga
Guilherme Boulos
As delações da Odebrecht dizem muito sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, ao exporem as relações de promiscuidade entre os grandes interesses econômicos e o Estado. É evidente que qualquer julgamento precisa de provas e a delação, por si só, não consiste numa. Mas a troca de financiamento eleitoral por apoio político, aprovação de leis e facilidades em contratos públicos não é exatamente uma surpresa. Apenas estão ali, ditas por um dos agentes do negócio.
As delações da Odebrecht dizem muito sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, ao exporem as relações de promiscuidade entre os grandes interesses econômicos e o Estado. É evidente que qualquer julgamento precisa de provas e a delação, por si só, não consiste numa. Mas a troca de financiamento eleitoral por apoio político, aprovação de leis e facilidades em contratos públicos não é exatamente uma surpresa. Apenas estão ali, ditas por um dos agentes do negócio.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
“A Operação Lava Jato precisa chegar ao poder Judiciário”
Para a jurista Eliana Calmon, escândalo de corrupção que já respingou no Executivo e no Legislativo precisa alcançar todos os poderes
Gil Alessi
Não é de hoje que a jurista Eliana Calmon, de 72 anos, polemiza com seus pares da magistratura. Em 2011, quando ocupava o cargo de corregedora nacional de Justiça, ela afirmou que “bandidos de toga” estavam infiltrados no Judiciário.
Gil Alessi
Não é de hoje que a jurista Eliana Calmon, de 72 anos, polemiza com seus pares da magistratura. Em 2011, quando ocupava o cargo de corregedora nacional de Justiça, ela afirmou que “bandidos de toga” estavam infiltrados no Judiciário.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
“Juízes e procuradores se comportam como tenentes de toga”, afirma Luiz Werneck Vianna
Cientista político compara movimento tenentista dos anos 1920 com o atual comportamento de juízes e procuradores no Brasil. "Crise política é fomentada pela manipulação de juízes e procuradores", afirmou.
No Vermelho
"Tenentes de toga" manipulam e comandam crise, diz cientista político
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Incansáveis salvadores da pátria: o retorno do tenentismo... de toga
Geniberto Paiva Campos
“A revolta é o último dos direitos a que deve recorrer um povo livre para salvaguardar os interesses coletivos, mas é também o mais imperioso dos deveres impostos aos verdadeiros cidadãos”. (Juarez Távora, circa 1924)
“No século XXI, o protagonismo no Brasil cabe ao Judiciário” (Ricardo Lewandovski, 2016)
Brasil: A Criação dos Mitos
Brasil, nossa inacabada, imperfeita, pátria amada. Um país em eterna busca de si mesmo. Sempre à procura da salvação e de salvadores disponíveis. Capazes de tornar realidade o sonhado paraíso nos trópicos.
“A revolta é o último dos direitos a que deve recorrer um povo livre para salvaguardar os interesses coletivos, mas é também o mais imperioso dos deveres impostos aos verdadeiros cidadãos”. (Juarez Távora, circa 1924)
“No século XXI, o protagonismo no Brasil cabe ao Judiciário” (Ricardo Lewandovski, 2016)
Brasil: A Criação dos Mitos
Brasil, nossa inacabada, imperfeita, pátria amada. Um país em eterna busca de si mesmo. Sempre à procura da salvação e de salvadores disponíveis. Capazes de tornar realidade o sonhado paraíso nos trópicos.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Povo não é Bôbo, Fora Rede Globo
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Globo
comanda o golpe no Brasil
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Altamiro Borges
Em 24 de abril, mais de 30 mil pessoas fizeram uma marcha até a sede da TV Globo
na zona sul de São Paulo. O ato foi organizado pela Frente Povo Sem Medo, que
reúne diversos movimentos sociais, e Guilherme Boulos, líder do Movimento dos
Trabalhadores Sem Teto (MTST), explicou as razões do protesto: “Este
monopólio midiático comanda o golpe e o retrocesso no Brasil”. Já a Frente
Brasil Popular, que congrega mais de 70 entidades, também planeja realizar os
seus próximos protestos em frente às sedes da emissora e das suas afiliadas
em todo o país.
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terça-feira, 22 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
Entre a toga e a Constituição
João Batista Damasceno:
Juízes devem saber que são guardiães da legalidade, marco civilizatório que nos distingue da barbárie
Rio - A independência judicial, com atuação dos juízes pautada pela ordem jurídica, é garantia para a sociedade; não é privilégio que os coloca acima do bem e do mal. A pior das ditaduras é a do Judiciário, pois nelas não se tem a quem recorrer. De um juiz se espera que respeite o ordenamento jurídico. Um cirurgião que sonega Imposto de Renda pode continuar sendo um grande médico, diferentemente de um juiz. Por isso, juízes não podem defender, em nome do corporativismo, o arbítrio judicial, a ascensão do fascismo, a supressão das garantias constitucionais e o sacrifício de direitos fundamentais.
segunda-feira, 2 de março de 2015
Ditadura Togada ??
Wadih Damous: Há uma série de irregularidade nas ações da Lava Jato
Para presidente da Comissão da Verdade do Rio, país vive cenário fascistizante
Wadih Damous, presidente da Comissão da Verdade do Rio e da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, criticou duramente o andamento das ações da Operação Lava Jato, e alertou para um cenário fascistizante no país, durante lançamento do manifesto da Aliança pelo Brasil nesta semana. Para ele, a forma como os processos estão sendo conduzidos faz supor que há um objetivo não anunciado, além da "suposto combate à corrupção", que seria um ajuste de contas político-partidário. "Isto só tem um nome, golpe", disparou. Citando o jurista Dalmo Dallari, lembrou que "pior que a ditadura fardada é a ditadura togada".
Para presidente da Comissão da Verdade do Rio, país vive cenário fascistizante
Wadih Damous, presidente da Comissão da Verdade do Rio e da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, criticou duramente o andamento das ações da Operação Lava Jato, e alertou para um cenário fascistizante no país, durante lançamento do manifesto da Aliança pelo Brasil nesta semana. Para ele, a forma como os processos estão sendo conduzidos faz supor que há um objetivo não anunciado, além da "suposto combate à corrupção", que seria um ajuste de contas político-partidário. "Isto só tem um nome, golpe", disparou. Citando o jurista Dalmo Dallari, lembrou que "pior que a ditadura fardada é a ditadura togada".
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