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domingo, 29 de abril de 2018
Santayana: A Expiação dos Caprinos e os Demônios de Pandora
(Do blog com equipe) - Os artigos da grande imprensa dando conta de que a transformação do ex-governador e atual Senador Aécio Neves em réu pelo STF estaria enfraquecendo as bases de uma suposta “teoria persecutória” do PT, reforçam ainda mais, no lugar de esvaziar, a tese da judicialização e criminalização da política brasileira.
As várias manifestações em torno desse eventual “efeito” colateral “positivo”, do ponto de vista antipetista, apenas vêm aumentar a consistência da hipótese que abordamos no artigo “O alvo final é Lula”, em maio de 2017.
sábado, 21 de abril de 2018
Sobre Aécio Neves e a natureza da Lava Jato

Imparcialidade da Justiça no combate à corrupção ??
Legitimar o golpe parlamentar e a prisão sem provas de Lula.??
Tucanos entregam os anéis para preservar os dedos
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terça-feira, 17 de abril de 2018
Justiça Lava Jato: criminoso sem crime
Eu acho o Aécio um ser desprezível, repugnante. Mas deu grande curiosidade pra saber que crime ele cometeu. Alguém sabe? Que ele pediu dinheiro todo mundo sabe. Mas em troca de que ? A acusação não explica!! É muito esquisito.
Criminoso sem crime determinado.
sábado, 14 de abril de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
sábado, 6 de janeiro de 2018
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
O debate em torno do estado de exceção
Michel Zaidan Filho
Dois episódios reforçaram muito, nesta última semana, a hipótese já manifestada por outros estudiosos e analistas da política brasileira de que vivemos num “Estado de Exceção”.
A expressão, criada pelo jurista alemão Karl Schimdt no contexto da situação política alemã, tinha sido empregada pela minha amiga e professora de Direito, Lianna Cirne, quando da repressão militar aos movimentos de rua no Brasil em 2013. Num debate, na Faculdade de Direito do Recife, Liana falou em “Estado de Exceção episódico”, referindo-se naquela ocasião à repressão seletiva aos negros, pobres, trabalhadores e opositores da situação política vigente no País. Depois, essa expressão veio à baila a propósito do golpe parlamentar que afastou a Presidente Dilma do cargo. Nesse então, um conhecido eminente professor e assessor da Presidência da faculdade Maurício de Nassau fez uma defesa teórica e política do golpe parlamentar, apoiando-se na doutrina do “decisionismo político”, e, Karl Schimdt e no “Estado de Exceção”, para justificar o golpe. Naquele momento, recebi de sua distinta pessoa as gentis e corteses palavras de “tacanho” e “atrasado”, por ter criticado a sua defesa de um “Estado de Exceção” entre nós. Agora, depois de duas recentes decisões sobre o atual mandatário do País e seu compincha Aécio Neves, veio à tona outra vez o conceito schmidtiano.
Dois episódios reforçaram muito, nesta última semana, a hipótese já manifestada por outros estudiosos e analistas da política brasileira de que vivemos num “Estado de Exceção”.
A expressão, criada pelo jurista alemão Karl Schimdt no contexto da situação política alemã, tinha sido empregada pela minha amiga e professora de Direito, Lianna Cirne, quando da repressão militar aos movimentos de rua no Brasil em 2013. Num debate, na Faculdade de Direito do Recife, Liana falou em “Estado de Exceção episódico”, referindo-se naquela ocasião à repressão seletiva aos negros, pobres, trabalhadores e opositores da situação política vigente no País. Depois, essa expressão veio à baila a propósito do golpe parlamentar que afastou a Presidente Dilma do cargo. Nesse então, um conhecido eminente professor e assessor da Presidência da faculdade Maurício de Nassau fez uma defesa teórica e política do golpe parlamentar, apoiando-se na doutrina do “decisionismo político”, e, Karl Schimdt e no “Estado de Exceção”, para justificar o golpe. Naquele momento, recebi de sua distinta pessoa as gentis e corteses palavras de “tacanho” e “atrasado”, por ter criticado a sua defesa de um “Estado de Exceção” entre nós. Agora, depois de duas recentes decisões sobre o atual mandatário do País e seu compincha Aécio Neves, veio à tona outra vez o conceito schmidtiano.
domingo, 1 de outubro de 2017
Aécio, o PT e o dever da coerência
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| Respeito absoluto à legislação |
Paulo Moreira Leite
Um bom começo para quem deseja compreender o debate sobre o destino de Aécio Neves, afastado de suas funções parlamentares e punido com recolhimento domiciliar noturno em decisão por 3 votos a 2 da Primeira Turma do STF, é ouvir os argumentos dos deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous, (PT-RJ).
Como o leitor destas linhas deve estar informado, os dois são parlamentares de atuação combativa e exemplar, que honram uma Câmara tantas vezes comprometida pelo oportunismo e pela falta de escrúpulos. Reconhecem a importância crucial das denúncias contra Aécio, em grande parte apoiadas em diálogos gravados por telefone. Defendem que o senador seja investigado e julgado por cada de seus crimes - mas dentro do respeito absoluto à legislação em vigor, a começar pelos artigos 53 e 55 da Constituição Federal, que definem regras para punição e perda de mandato de parlamentares, reservando a palavra final ao próprio Legislativo.
Um bom começo para quem deseja compreender o debate sobre o destino de Aécio Neves, afastado de suas funções parlamentares e punido com recolhimento domiciliar noturno em decisão por 3 votos a 2 da Primeira Turma do STF, é ouvir os argumentos dos deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous, (PT-RJ).
Como o leitor destas linhas deve estar informado, os dois são parlamentares de atuação combativa e exemplar, que honram uma Câmara tantas vezes comprometida pelo oportunismo e pela falta de escrúpulos. Reconhecem a importância crucial das denúncias contra Aécio, em grande parte apoiadas em diálogos gravados por telefone. Defendem que o senador seja investigado e julgado por cada de seus crimes - mas dentro do respeito absoluto à legislação em vigor, a começar pelos artigos 53 e 55 da Constituição Federal, que definem regras para punição e perda de mandato de parlamentares, reservando a palavra final ao próprio Legislativo.
sábado, 30 de setembro de 2017
Crises Macunaímicas, Traquinagens Jurídicas, Devaneios de Esquerda
Enquanto houver bambu, lá vai flecha. Não estou me referindo a Janot ou o Ministério Público, mas à abundância de bambus nos arraiais da esquerda brasileira. Refiro-me à dura polêmica estabelecida pela divulgação da nota da executiva nacional do PT sobre o “caso de Aécio Neves”.
O PT joga água no moinho dos golpistas
Aldo Fornazieri
Vítima de um golpe, o PT virou protetor de um de seus maiores algozes: o senador Aécio Neves. Não é o STF que adotou uma "medida esdrúxula", mas é a direção do PT que está sendo esdrúxula pelo festival de erros que vem cometendo. Uma direção que adota posições não só contra a vontade da maioria da sua militância, da sua base social e do seu eleitorado, mas também contra o entendimento correto da Constituição.
Vítima de um golpe, o PT virou protetor de um de seus maiores algozes: o senador Aécio Neves. Não é o STF que adotou uma "medida esdrúxula", mas é a direção do PT que está sendo esdrúxula pelo festival de erros que vem cometendo. Uma direção que adota posições não só contra a vontade da maioria da sua militância, da sua base social e do seu eleitorado, mas também contra o entendimento correto da Constituição.
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Pela democracia, contra STF no caso Aécio
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Aécio não merece elogios mas direitos devem ser preservados
Paulo Moreira Leite
Num país que em 2012 encenou a comédia judiciária conhecida como Mensalão PSDB-MG, chega a ser espantoso encontrar reações indignadas depois que o ministro Marco Aurélio Mello decidiu reestabelecer o mandato de senador de Aécio Neves.
O ministro tomou essa decisão dias depois que Edson Facchin, relator da Lava Jato no STF, rejeitou pedido de prisão preventiva de Aécio -- um ano e sete meses depois que Delcídio do Amaral (PT-MS) passou 85 dias recolhido numa cela da Polícia Federal, de onde saiu após fazer uma delação premiada.
O ministro tomou essa decisão dias depois que Edson Facchin, relator da Lava Jato no STF, rejeitou pedido de prisão preventiva de Aécio -- um ano e sete meses depois que Delcídio do Amaral (PT-MS) passou 85 dias recolhido numa cela da Polícia Federal, de onde saiu após fazer uma delação premiada.
domingo, 25 de junho de 2017
'Torcer pela prisão de Aécio é equívoco', diz líder do PT na Câmara
Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo
O deputado federal Carlos Zarattini (SP), líder do PT na Câmara, criticou nesta terça-feira, 20, os petistas que torcem para que o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB) feito pela Procuradoria-Geral da República. "Vi vários do PT torcendo pela prisão dele, Isso é um equívoco. Não podemos torcer por um ataque sem nenhum princípio às pessoas", afirmou o parlamentar ao Estado.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
Temereseaécios
Rene Carvalho
Pura especulação é claro. Mas o nó de qualquer possibilidade de desenlace – ou de nova etapa – da crise política é o Congresso. Deputados e senadores são hoje o último arremedo de legalidade que sobra aos golpistas e, ao mesmo tempo, são cada vez mais ilegítimos e tóxicos. Qual pode será a legitimidade de um novo interino eleito pelos parlamentares? Dificilmente poderá ser um deputado ou senador, em sua maioria investigados. Em caso de eleição indireta, provavelmente recorrerão a uma personalidade de fora do congresso. Carmen Lúcia? Jobim? Tudo é possível, mas não vejo nenhum deles capaz de segurar a onda das investigações de corrupção e da continuidade da votação da reforma da previdência, que o mercado quer. Só se fosse como prelúdio a um estado de exceção contra novas manifestações populares contra as reformas de Temer e por eleições diretas.
quinta-feira, 18 de maio de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
Quem deixou caducar acusação contra Aecio ?
Fachin determina arquivamento de citação de Sérgio Machado a Aécio Neves
Tucano tentou viabilizar sua candidatura à Presidência da Câmara em esquema
Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin determinou o arquivamento das citações ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, sobre repasse de recursos ilícitos para eleger deputados do PSDB durante a campanha à reeleição de Fernando Henrique Cardoso.
Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin determinou o arquivamento das citações ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, sobre repasse de recursos ilícitos para eleger deputados do PSDB durante a campanha à reeleição de Fernando Henrique Cardoso.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Chico Alencar explica “beija mão” em Aécio Neves no regabofe de Noblat
Blogueiro do jornal O Globo, Ricardo Noblat realizou na noite desta terça-feira (7) um jantar no restaurante Piantella para celebrar seus 50 anos de carreira jornalística.
Aécio Neves, José Serra e Michel Temer foram alguns dos caciques políticos que prestigiaram o evento. Gilmar Mendes, ministro do STF, também estava lá.
No regabofe, quase não se viu político de esquerda ou algum nome relacionado ao campo progressista. Rara exceção foi Chico Alencar, deputado pelo PSOL do Rio de Janeiro e conhecido como um dos nomes mais aguerridos da oposição.
Aécio Neves, José Serra e Michel Temer foram alguns dos caciques políticos que prestigiaram o evento. Gilmar Mendes, ministro do STF, também estava lá.
No regabofe, quase não se viu político de esquerda ou algum nome relacionado ao campo progressista. Rara exceção foi Chico Alencar, deputado pelo PSOL do Rio de Janeiro e conhecido como um dos nomes mais aguerridos da oposição.
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