Mostrando postagens com marcador ódio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ódio. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Reaprender a Escutar.
“As fake news denunciam nossa ingenuidade e a facilidade com a qual nos deixamos enganar”, diz psicanalista
Sob a influência de mentiras fabricadas com financiamentos empresariais milionários, os brasileiros vão às urnas eleger democraticamente quem governará o país pelos próximos anos
Ana Helena Rodrigues
Em períodos eleitorais é comum que o embate de ideologias cause conflitos entre os que se propõe a discutir política.
Como chegamos a esse estado de coisas?

Para psicanalista, Bolsonaro ‘extrai de nós o que temos de pior como ser humano’
O clima agressivo e por vezes violento que domina o cenário político brasileiro já chegou aos divãs dos psicanalistas de todo o Brasil. Mas uma pergunta que muitos se fazem ao deparar com o clima algo bélico do processo eleitoral de 2018 é como chegamos a esse estado de coisas?
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Como resistir em tempos brutos
![]() |
“O grande erro [da ditadura] foitorturar e não matar” |
ELIANE BRUM
Mas uma parte, na qual de jeito nenhum eu me incluo, usa o ódio contra o PT para justificar o injustificável. É um truque. E esse truque precisa ser desmascarado. Se você votou e votará em Bolsonaro, não é porque é contra a corrupção. Havia outros candidatos que não eram suspeitos de corrupção e você não votou neles no primeiro turno. Você votou em Bolsonaro porque compartilha de suas ideias e compartilha do seu ódio. E se você compartilha com quem afirma o que ele afirma — ser contra negros, contra mulheres, contra LGBTQ, contra indígenas, contra camponeses e a favor das armas e do autoritarismo e da tortura e do atirar para matar —então é isso que você defende. E, principalmente, é esse tipo de pessoa que você é.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Belisario: Discurso de Ódio incentiva a Violência
Remelexo da notícia: 22 de outubro de 2018
Por Eleonora de Lucena e Rodolfo de Lucena
Em um segundo, na hora do voto, o país pode consolidar uma situação que provocará um tropeço histórico que poderá durar anos. É o que avalia o advogado Belisario dos Santos Jr. ao falar da eleição ao TUTAMÉIA. Junto com centenas de personalidades do mundo do direito, ele assinou um manifesto em favor de Fernando Haddad (leia o conteúdo ao final deste texto). Para ele, hoje, “não há espaço para omissão”.
Em um segundo, na hora do voto, o país pode consolidar uma situação que provocará um tropeço histórico que poderá durar anos. É o que avalia o advogado Belisario dos Santos Jr. ao falar da eleição ao TUTAMÉIA. Junto com centenas de personalidades do mundo do direito, ele assinou um manifesto em favor de Fernando Haddad (leia o conteúdo ao final deste texto). Para ele, hoje, “não há espaço para omissão”.
terça-feira, 17 de abril de 2018
O fator Lula e o processo eleitoral
Michel Zaidan Filho
Os que torcem, fervorosamente, pela prisão de LULA e o seu impedimento em participar das eleições presidenciais deste ano ora alegam a sua condição de preso, ora a legalidade da prisão, ora a sua ficha "suja". Entendo que se trata de uma espécie de "vindita particular", uma racionalização de um "ódio de classe" contra LULA, o PT e a esquerda de um modo geral. É como se fosse possível utilizar o braço da Justiça para alcançar (e ferir) os nossos adversários. Se fôssemos seguir as lições de Michel Foucault sobre a origem do processo penal, saberíamos que o ordálio, a vingança particular, ou simplesmente a famosa "Lei de Talião" estabeleceu o que se chama de justiça retributiva nas relações penais com os condenados. Mas o progresso das leis penais – desde Beccaria – chegou ao "garantismo legal" da nossa época, rejeitando a lei kantiana do "olho pelo olho" e estabelecendo o papel ressocializador do direito penal.
Os que torcem, fervorosamente, pela prisão de LULA e o seu impedimento em participar das eleições presidenciais deste ano ora alegam a sua condição de preso, ora a legalidade da prisão, ora a sua ficha "suja". Entendo que se trata de uma espécie de "vindita particular", uma racionalização de um "ódio de classe" contra LULA, o PT e a esquerda de um modo geral. É como se fosse possível utilizar o braço da Justiça para alcançar (e ferir) os nossos adversários. Se fôssemos seguir as lições de Michel Foucault sobre a origem do processo penal, saberíamos que o ordálio, a vingança particular, ou simplesmente a famosa "Lei de Talião" estabeleceu o que se chama de justiça retributiva nas relações penais com os condenados. Mas o progresso das leis penais – desde Beccaria – chegou ao "garantismo legal" da nossa época, rejeitando a lei kantiana do "olho pelo olho" e estabelecendo o papel ressocializador do direito penal.
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Criminologia dos indesejáveis
Siro Darlan*
O ódio está no ar. Hoje qualquer reação das minorias diante do poder de coação e crimininalização dos hipossuficientes são tidas como absurdo. Foi o que aconteceu quando do anúncio do Congresso de Criminologia, Direito e Processo Penal retratado na arte de Carlos Latuf com o Estado Policial espancando um trabalhador. A reação foi de condenação à interpretação artística dessa violência real e inegável contra o povo pobre da periferia, os negros, gays e lésbicas. Quem matou Patrícia Acioly com 21 tiros? Quem matou Amarildo? A primeira representando o estado comprometido com o direito a exigir o respeito às leis e o segundo representando a opressão que sofre o povo trabalhador.
O ódio está no ar. Hoje qualquer reação das minorias diante do poder de coação e crimininalização dos hipossuficientes são tidas como absurdo. Foi o que aconteceu quando do anúncio do Congresso de Criminologia, Direito e Processo Penal retratado na arte de Carlos Latuf com o Estado Policial espancando um trabalhador. A reação foi de condenação à interpretação artística dessa violência real e inegável contra o povo pobre da periferia, os negros, gays e lésbicas. Quem matou Patrícia Acioly com 21 tiros? Quem matou Amarildo? A primeira representando o estado comprometido com o direito a exigir o respeito às leis e o segundo representando a opressão que sofre o povo trabalhador.
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Jessé Souza: o ódio ao pobre é o problema central do Brasil
Em entrevista à TV 247, o sociólogo e professor Jessé Souza fala de seu novo livro, "A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato", em que apresenta sua tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil; para o intelectual, "o ódio aos pobres é o principal problema político e social brasileiro e vem de 500 anos", tendo se tornado "a versão moderna do ódio ao escravo"; o PT, em sua visão, "não saiu e não está sendo perseguido por conta de corrupção", mas por ter destinado mais recursos aos pobres; e a Operação Lava Jato "foi a maior traição ao Brasil em 500 anos de história"; Jessé também critica duramente a Rede Globo e avalia que Jair Bolsonaro é fruto do casamento entre Globo e Lava Jato
https://youtu.be/8Y9eCLUSeoI
sábado, 23 de setembro de 2017
domingo, 20 de agosto de 2017
Fanático não quer fazer valer um ideal, e sim purificar o mundo a ferro e fogo
Maira Medes
São apenas 136 páginas, o que pode fazer com que o pequeno volume passe despercebido, em meio à gôndola da livraria, ao olhar mais desatento. Colocada na prateleira, ladeada por outros lançamentos, a publicação também chama pouca atenção devido à lombada fina, de apenas um centímetro de largura.
A despeito disso, trata-se de um grande livro. Grande e necessário, deve-se realçar.
No momento em que assistimos, estarrecidos, às cenas de ódio racial em Charlottesville; no instante em que testemunhamos, envergonhados, um imigrante sírio vendedor de esfirras ser hostilizado por um brasileiro armado de pau em Copacabana; em um tempo no qual se vociferam, sem pudores, agressões e preconceitos nas redes sociais e nas caixas de comentários da internet; a leitura de "Mais de uma Luz: Fanatismo, Fé e Convivência no Século 21", de Amós Oz, torna-se imprescindível.
São apenas 136 páginas, o que pode fazer com que o pequeno volume passe despercebido, em meio à gôndola da livraria, ao olhar mais desatento. Colocada na prateleira, ladeada por outros lançamentos, a publicação também chama pouca atenção devido à lombada fina, de apenas um centímetro de largura.
A despeito disso, trata-se de um grande livro. Grande e necessário, deve-se realçar.
No momento em que assistimos, estarrecidos, às cenas de ódio racial em Charlottesville; no instante em que testemunhamos, envergonhados, um imigrante sírio vendedor de esfirras ser hostilizado por um brasileiro armado de pau em Copacabana; em um tempo no qual se vociferam, sem pudores, agressões e preconceitos nas redes sociais e nas caixas de comentários da internet; a leitura de "Mais de uma Luz: Fanatismo, Fé e Convivência no Século 21", de Amós Oz, torna-se imprescindível.
terça-feira, 27 de junho de 2017
O pacifismo hipócrita dos bem-pensantes
Aldo Fornazieri
No Brasil basta que um político, um jornalista ou um intelectual seja xingado num aeroporto ou num restaurante para que os bem-pensantes liberais e de esquerda se condoam com o "insuportável clima" de radicalização e de ódio. Todos derramam letras e erguem vozes para exigir respeito e para deplorar as situações desagradáveis e constrangedoras. Até mesmo a nova presidente do PT e parlamentares do partido entram na cruzada civilista para exigir o respeito universal, mesmo que para inimigos. Os bem-pensantes brasileiros, cada um tem seu lado, claro, querem conviver pacificamente nos mesmos aeroportos, nos mesmos restaurantes e, porque não, compartilhar as mesmas mesas. Deve haver um pluralismo de ideias e posições, mas a paz e os modos civilizados devem reinar entre todos e a solidariedade e os desagravos precisam estar de prontidão. As rupturas na democracia e no Estado de Direito não devem abalar este convívio.
No Brasil basta que um político, um jornalista ou um intelectual seja xingado num aeroporto ou num restaurante para que os bem-pensantes liberais e de esquerda se condoam com o "insuportável clima" de radicalização e de ódio. Todos derramam letras e erguem vozes para exigir respeito e para deplorar as situações desagradáveis e constrangedoras. Até mesmo a nova presidente do PT e parlamentares do partido entram na cruzada civilista para exigir o respeito universal, mesmo que para inimigos. Os bem-pensantes brasileiros, cada um tem seu lado, claro, querem conviver pacificamente nos mesmos aeroportos, nos mesmos restaurantes e, porque não, compartilhar as mesmas mesas. Deve haver um pluralismo de ideias e posições, mas a paz e os modos civilizados devem reinar entre todos e a solidariedade e os desagravos precisam estar de prontidão. As rupturas na democracia e no Estado de Direito não devem abalar este convívio.
sábado, 20 de maio de 2017
Lava a Jato e Mídia: o fermento do ódio na formação de valores antidemocráticos
O plano de destruição do ex-presidente, por meio de uma condenação sem provas, não teve o resultado esperado pelos operadores do golpe
Paulo Pimenta*
“O Sr. Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à resolução para impedi-lo de governar”. Carlos Lacerda, 1950.
Apesar do jogo pesado de artimanhas jurídicas e midiáticas que seguem um rito de disseminação da injúria, de ataque e perseguição permanentes à presidenta Dilma e a Lula, o plano de destruição do ex-presidente, por meio de uma condenação sem provas, não teve o resultado esperado pelos operadores do golpe.
“O Sr. Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à resolução para impedi-lo de governar”. Carlos Lacerda, 1950.
Apesar do jogo pesado de artimanhas jurídicas e midiáticas que seguem um rito de disseminação da injúria, de ataque e perseguição permanentes à presidenta Dilma e a Lula, o plano de destruição do ex-presidente, por meio de uma condenação sem provas, não teve o resultado esperado pelos operadores do golpe.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Classe média: o fetiche do igual
Vive de aparências e acha isso chique. E se tudo isso te parece apenas medíocre e inofensivo, não se engane: há garras e dentes. Pois é nela que é feita a engorda do ódio. É ela que legitima atrocidades
Por Maria Bitarello
Há uns anos ouvi um podcast de rádio americana, não me lembro mais qual, em que o entrevistado daquele dia dizia que o fator determinante da pobreza – econômica, não de espírito – é a possibilidade de escolha.
Por Maria Bitarello
Há uns anos ouvi um podcast de rádio americana, não me lembro mais qual, em que o entrevistado daquele dia dizia que o fator determinante da pobreza – econômica, não de espírito – é a possibilidade de escolha.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Carta aos propagadores do ódio e da mentira
"Não adianta fingir que não há golpe; todo mundo já sabe". Em carta aberta aos "propagadores do ódio e da mentira", o ex-procurador Álvaro Augusto Ribeiro Costa denuncia o golpe parlamentar no Brasil, critica os abusos da Operação Lava Jato e afirma que "quando a injustiça e a corrupção se fantasiam de direito e moralidade, a justa indignação e a resistência se tornam obrigação".
quarta-feira, 6 de julho de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
A CPI da Funai/Incra criminaliza e dissemina o ódio contra indígenas, quilombolas e organizações aliadas no Brasil
“Está em curso, de forma intencional, um processo de quebra dos parâmetros da institucionalidade do país, com o consequente ataque aos direitos fundamentais das pessoas. Num país onde a Presidente da República é cerceada do direito do contraditório, da ampla defesa e se sente atacada por autoridades que estão sob suspeição, o que há de se esperar das relações sociais, políticas e jurídicas na sociedade?”, questiona a nota do Conselho Indigenista Missionário – CIMI, publicada no sítio da entidade, 11-04-2016.
Eis a nota.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
A função transformadora do ódio
Christian Ingo Lenz Dunker –
Afeto nos convida à separação e ao ajuste de contas – mas que não se confunda com a utilização da justiça como pretexto para praticar a vingança
O antigo filósofo estoico chamado Sêneca dizia que a cólera é o afeto dos impotentes, ou seja, daqueles que acham que têm mais poder do que de fato têm. É assim que nós representamos os tiranos e seus tiranetes, sempre impacientes, insatisfeitos e coléricos. Mas isso não quer dizer que o ódio é um afeto do qual deveríamos nos ver livres.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Ódio como Afeto Político
Christian Ingo Lenz Dunker.
O que você realmente está fazendo é esperar o acidente acontecer é o nome da peça em cartaz na Oficina Cultural Oswald de Andrade em montagem da Cia. de Teatro Acidental. O tema é objeto de um seminário internacional sobre o ódio como afeto político que acontece no mesmo espaço, aliás, uma das boas realizações de nossa Secretaria de Cultura. O tema e o título não poderiam ser mais atuais.
A peça consegue captar com precisão a lógica de nosso atual processo transformativo. Ela abre com um formato bastante brechtiano, em tom quase programático ou pedagógico citando Nelson Rodrigues de Beijo no Asfalto.
Assinar:
Postagens (Atom)

















