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domingo, 17 de fevereiro de 2019
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
quinta-feira, 19 de julho de 2018
Plataforma Golpista não vence as eleições
Mais ajuste fiscal, mais privatizações na saúde e educação, mais “flexibilizações” da legislação trabalhista e ambiental, mais contrarreformas, como a da Previdência social não vencem as eleições.
Valério Arcary
O pessimismo é mal conselheiro. Há um paradoxo nesta campanha eleitoral. A vida no Brasil, depois de dois anos de governo Temer, está a cada dia pior. O dilema dos reacionários nesta eleição é que não podem defender o governo Temer, mas todos os candidatos da direita, inclusive Bolsonaro, defendem “mais do mesmo”. Defendem mais ajuste fiscal, mais privatizações na saúde e educação, mais “flexibilizações” da legislação trabalhista e ambiental, mais contrarreformas, como a da Previdência social. Isso cria um problema.
Valério Arcary
O pessimismo é mal conselheiro. Há um paradoxo nesta campanha eleitoral. A vida no Brasil, depois de dois anos de governo Temer, está a cada dia pior. O dilema dos reacionários nesta eleição é que não podem defender o governo Temer, mas todos os candidatos da direita, inclusive Bolsonaro, defendem “mais do mesmo”. Defendem mais ajuste fiscal, mais privatizações na saúde e educação, mais “flexibilizações” da legislação trabalhista e ambiental, mais contrarreformas, como a da Previdência social. Isso cria um problema.
sábado, 6 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de maio de 2017
Concertação nacional: distribuição de renda, ajuste fiscal e lava jato
O impeachment deste ano
Celso Rocha Barros
Como parte das comemorações de um ano do impeachment de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (PMDB) resolveu cair.
Temer ainda está lá, Moreira e Padilha ainda o chamam de presidente, o porteiro do palácio o deixa estacionar o carro, de vez em quando ele usa faixa. Mas desde quarta-feira passada (17) sua agenda é não ser preso. Não é fácil durar assim até janeiro de 2019.
Não é impossível. Temer pode se oficializar como o governo do acordão e partir para cima das investigações. Facilitaria aprovar as reformas, inclusive. Mas a opinião pública talvez ficasse meio chateada, e em 2018 tem eleição.
Celso Rocha Barros
Como parte das comemorações de um ano do impeachment de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (PMDB) resolveu cair.
Temer ainda está lá, Moreira e Padilha ainda o chamam de presidente, o porteiro do palácio o deixa estacionar o carro, de vez em quando ele usa faixa. Mas desde quarta-feira passada (17) sua agenda é não ser preso. Não é fácil durar assim até janeiro de 2019.
Não é impossível. Temer pode se oficializar como o governo do acordão e partir para cima das investigações. Facilitaria aprovar as reformas, inclusive. Mas a opinião pública talvez ficasse meio chateada, e em 2018 tem eleição.
sexta-feira, 10 de março de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
O Rombo é o pagamento dos Juros
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| Juros: R$ 4 trilhões em 2 décadas |
Previdência Social ou Juros?
Ao contrário do que o financismo nos faz crer, não é a rubrica previdenciária aquela se apresenta como a maior deficitária na contabilidade da União.
Paulo Kliass*
A entrada em 2017 também pode ser encarada pela ótica de uma busca desesperada por afirmação de alguma rota de coerência e credibilidade do governo Temer. Afinal, o passar do tempo veio desconstruindo, pouco a pouco, toda aquela falsa expectativa criada em torno das vantagens do “golpeachment”. O canto de sereia dos “putschistas” assegurava que, uma vez consumada a retirada de Dilma do Palácio do Planalto, tudo seria resolvido e o Brasil entraria em um verdadeiro céu de brigadeiro.
Ao contrário do que o financismo nos faz crer, não é a rubrica previdenciária aquela se apresenta como a maior deficitária na contabilidade da União.
Paulo Kliass*
A entrada em 2017 também pode ser encarada pela ótica de uma busca desesperada por afirmação de alguma rota de coerência e credibilidade do governo Temer. Afinal, o passar do tempo veio desconstruindo, pouco a pouco, toda aquela falsa expectativa criada em torno das vantagens do “golpeachment”. O canto de sereia dos “putschistas” assegurava que, uma vez consumada a retirada de Dilma do Palácio do Planalto, tudo seria resolvido e o Brasil entraria em um verdadeiro céu de brigadeiro.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Menos juros, mais empregos
"O rombo fiscal que se anuncia para o ano – de R$ 170 bilhões – não pode ser combatido apenas com o sacrifício dos mais pobres. É o que pretende, por exemplo, a proposta de acabar com os reajustes do salário mínimo e aposentadoria. Há uma imensa parte invisível nessa conta do déficit, que come 50% do orçamento da União: o pagamento de juros da dívida. Um ajuste fiscal que faça jus ao nome deve enfrentar esse, que é o maior dos gastos públicos", diz o governador do Maranhão, Flávio Dino; "Metade dos recursos colhidos de toda a sociedade, por meio de tributos, alimentam uma pequena elite do mercado financeiro, que são os donos dos títulos da dívida pública"
terça-feira, 24 de maio de 2016
Muitos países tem déficit orçamentário e não punem o povo cortando direitos e serviços públicos
Dizem que o governo quebrou. Faltariam 170 bilhões para completar o orçamento de 2016.
Quem fez essa conta ? Será ela digna de confiança ? Ou seria ,como parece, inflada intencionalmente para justificar cortes brutais em direitos e serviços públicos ?
Brasília – O presidente em exercício Michel Temer pretende aprovar na próxima semana a proposta de alteração da meta fiscal deste ano, que permitirá um rombo de até R$ 170,5 bilhões nas contas do governo central (que inclui Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) o equivalente a 2,75% do Produto Interno Bruto (PIB).
Veja os déficits orçamentários em outros países:
sábado, 22 de agosto de 2015
Manifestações anti-impeachment revelam a complexidade real da política
Renan Truffi,
O ato que tomou conta das ruas de São Paulo nesta quinta-feira 20 foi classificado previamente como “pró-governo”, mas o que se viu foi mais complexo que isso. Movimentos sociais, partidos políticos e eleitores de Dilma Rousseff protagonizaram uma marcha que saiu do Largo da Batata e terminou na avenida Paulista, região central da cidade.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Depois do lulismo, o quê?
Ao rejeitar reforma pela esquerda, governo Dilma reabriu polarização social e política. A dúvida é: haverá um passo adiante ou afundaremos em novo ciclo de subdesenvolvimento?
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