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domingo, 15 de julho de 2018
Começa a chantagem dos bancos contra a democracia
Bancos retomam a estratégia de 2002, quando diante da quase certeza da eleição de Lula os bancos causaram tempestade na economia brasileira, eles voltam a fazer chantagem contra a democracia do país, diante da inviabilidade dos candidatos do golpe e a adesão popular à nova candidatura de Lula. A ameaça parte agora do Bank of America (BofA), o 2º maior dos Estados Unidos (EUA) e, não à toa, o maior gestor de fortunas de milionários do mundo. No Monitor Mercantil
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Meirelles, campeão da Austeridade
POR QUE UM SENHOR QUE POSSUI 212 MILHÕES DE REAIS, DECLARADOS, SE PERMITE RECEBER 33 MIL REAIS POR MÊS PARA SERVIR AO GOVERNO GOLPISTA ? A FIDELIDADE E OS BÔNUS DO SISTEMA FINANCEIRO TALVEZ EXPLIQUEM ESTES HONROSOS SERVIÇOS..
Wagner Batista
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
"A corrupção número um, feita pelo sistema financeiro, está incólume. Entrevista especial com Guilherme Delgado
Patricia Fachin
O discurso de que a economia dá sinais de suspiro em relação à recessão que o país enfrenta nos últimos anos é uma “narrativa que, aparentemente, faz o acalanto geral da sociedade, mas, infelizmente, ela é falsa”, diz o economista Guilherme Delgado à IHU On-Line. “Não há esses sinais de melhora, até porque quem constrói essa narrativa é, ao mesmo tempo, responsável e prorrogador dos ingredientes que a falsificam do ponto de vista dos fatos”, frisa.
Na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line, Delgado explica que a recuperação econômica depende de alguns elementos que não são visíveis no momento, como o aumento no investimento em infraestrutura, o crescimento do consumo e a redução do desemprego. Por enquanto, afirma, os dados demonstram que 14% da população está desempregada. “Isso significa que há uma faixa de 15 milhões de pessoas desempregadas; esse número dá o grau de magnitude da crise”, adverte.
O discurso de que a economia dá sinais de suspiro em relação à recessão que o país enfrenta nos últimos anos é uma “narrativa que, aparentemente, faz o acalanto geral da sociedade, mas, infelizmente, ela é falsa”, diz o economista Guilherme Delgado à IHU On-Line. “Não há esses sinais de melhora, até porque quem constrói essa narrativa é, ao mesmo tempo, responsável e prorrogador dos ingredientes que a falsificam do ponto de vista dos fatos”, frisa.
Na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line, Delgado explica que a recuperação econômica depende de alguns elementos que não são visíveis no momento, como o aumento no investimento em infraestrutura, o crescimento do consumo e a redução do desemprego. Por enquanto, afirma, os dados demonstram que 14% da população está desempregada. “Isso significa que há uma faixa de 15 milhões de pessoas desempregadas; esse número dá o grau de magnitude da crise”, adverte.
terça-feira, 4 de julho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
A hora e a vez dos Bancos
Afinal, trata-se do sistema financeiro, aquele que instruiu o golpe e nos sangra todos os dias......
Lava Jato estuda como preservar bancos do impacto da delação de Palocci
O ex-ministro Antonio Palocci deixa a sede da Polícia Federal, em São Paulo (SP), após ser preso durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, intitulada "Omertà", deflagrada na manhã desta segunda-feira (26). Ao todo, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária e 15 de condução coercitiva.
Mônica Bergamo
Lava Jato estuda como preservar bancos do impacto da delação de Palocci
O ex-ministro Antonio Palocci deixa a sede da Polícia Federal, em São Paulo (SP), após ser preso durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, intitulada "Omertà", deflagrada na manhã desta segunda-feira (26). Ao todo, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária e 15 de condução coercitiva.
Impacto da delação de Palocci deixa Lava Jato apreensiva
Mônica Bergamo
sábado, 17 de junho de 2017
A incrível evidência de honestidade dos banqueiros brasileiros
J. Carlos de Assis
Aparentemente temos o sistema bancário mais honesto do mundo. No meio da avalanche de corrupção por compra de parlamentares envolvendo grandes construtoras e o maior conglomerado de carnes do mundo, ninguém surgiu, até o momento, para apontar o menor deslize moral dos bancos brasileiros. A bem da verdade, houve apenas uma suspeita. Trabuco, presidente do Bradesco, envolvido na operação Zelotes, foi inocentado por unanimidade pelo Tribunal Federal de Recursos da 1ª. Região.
Aparentemente temos o sistema bancário mais honesto do mundo. No meio da avalanche de corrupção por compra de parlamentares envolvendo grandes construtoras e o maior conglomerado de carnes do mundo, ninguém surgiu, até o momento, para apontar o menor deslize moral dos bancos brasileiros. A bem da verdade, houve apenas uma suspeita. Trabuco, presidente do Bradesco, envolvido na operação Zelotes, foi inocentado por unanimidade pelo Tribunal Federal de Recursos da 1ª. Região.
terça-feira, 23 de maio de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
A receita para destruir um país
Vladimir Safatle
Há três formas de destruir um país. As duas primeiras são por meio da guerra e de catástrofes naturais. A terceira, a mais segura e certa de todas, é entregando seu país para economistas liberais amigos de operadores do sistema financeiro.
Em todos os países onde eles aplicaram suas receitas de "austeridade", a recompensa foi a pobreza, a desigualdade e a precarização.
Há três formas de destruir um país. As duas primeiras são por meio da guerra e de catástrofes naturais. A terceira, a mais segura e certa de todas, é entregando seu país para economistas liberais amigos de operadores do sistema financeiro.
Em todos os países onde eles aplicaram suas receitas de "austeridade", a recompensa foi a pobreza, a desigualdade e a precarização.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
O lado sombrio da força. A saga dos lucros do setor bancário brasileiro
Renê Garcia
Desde a sua fundação, ao longo do século XVI, a atividade bancária desempenha uma função que é alvo de questionamentos por parte das sociedades.
Sem dúvida a atividade bancária é de suma importância no capitalismo, sendo certo que a eficiência na alocação do crédito e a oferta de liquidez ao sistema produtivo e às famílias representam um passo evolutivo dentro da moderna constituição de sociedades avançadas. Podemos até afirmar que sem um sistema bancário forte, robusto e eficiente, dificilmente uma nação alcança etapas superiores dentro do processo de desenvolvimento econômico e institucional.
Desde a sua fundação, ao longo do século XVI, a atividade bancária desempenha uma função que é alvo de questionamentos por parte das sociedades.
Sem dúvida a atividade bancária é de suma importância no capitalismo, sendo certo que a eficiência na alocação do crédito e a oferta de liquidez ao sistema produtivo e às famílias representam um passo evolutivo dentro da moderna constituição de sociedades avançadas. Podemos até afirmar que sem um sistema bancário forte, robusto e eficiente, dificilmente uma nação alcança etapas superiores dentro do processo de desenvolvimento econômico e institucional.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
BC, “comitê executivo” do capital financeiro?.
Senado aprova Goldfajn: há conflito de interesses em ex-sócio do Itaú presidir BC?
Mariana Schreiber
Goldfajn era economista-chefe do Itaú e sócio da instituição
O Senado aprovou no fim da tarde desta terça-feira, por 56 votos a 13, a nomeação de Ilan Goldfajn, indicado pelo presidente interino Michel Temer (PMDB) para comandar o Banco Central. Antes da aprovação pelo plenário, o economista foi sabatinado por quase quatro horas pela Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, que deu seu aval à sua nomeação por 19 votos a 8.
Conforme esperado, senadores de oposição o questionaram sobre um possível conflito de interesses na sua nomeação para o comando do BC devido ao seu longo vínculo com um dos maiores bancos do país, o Itaú.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Estado Democrático regido pela Dívida
Democracia e Capitalismo, divórcio definitivo
Por Ladislau Dowbor
Num livro que diz muito ao Brasil, Wolfgang Streeck expõe mecanismos que permitiram à aristocracia financeira controlar Estado e mídia. Saída: assumir a separação, pensar numa política livre do capital
Streeck traz na sua mensagem central a nossa evolução para um capitalismo sem democracia. Segundo ele, não vivemos o fim do sistema, mas o ocaso do capitalismo democrático. Por meio do endividamento do Estado e de outros mecanismos, gera-se um processo em que os governos, obrigam-se cada vez mais, a prestar contas ao “mercado”, virando as costas para a cidadania.
domingo, 29 de maio de 2016
Escárnio
Vladimir Safatle
Esta é a melhor palavra para descrever as duas primeiras semanas de governo provisório.
Escárnio produzido por ministros com declarações bombásticas de reformas absurdas e desmentidas no dia seguinte, como se fôssemos obrigados a viver em um estado contínuo de desorientação e desgoverno.
Escárnio de outros ministros grampeados em conversas nas quais o apregoado impeachment moralizador se mostra como a cortina de fumaça para livrar seus pescoços da guilhotina da Lava Jato. Escárnio de um governo que terceirizou sua política econômica para o sistema financeiro.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Dowbor: O sistema financeiro está drenando o Brasil
Segundo Dowbor, é fundamental demonstrar como as pessoas vem sendo espoliadas pela intermediação financeira. 'Nunca tivemos uma aula sobre dinheiro'.
sábado, 18 de julho de 2015
Taxa de juros ou depósito compulsório?
Paulo Kliass –
As pressões inflacionárias não serão resolvidas apenas pelo aumento da Selic, cuja alta compromete a própria tentativa de conter gastos públicos. Uma alternativa curiosamente pouco lembrada nos meios do sistema financeiro e na imprensa, mas que poderia ser mais eficaz, é o aumento da alíquota do depósito compulsório
sábado, 11 de julho de 2015
O Sistema Financeiro leva nossa economia para o buraco
5 pontos para você entender como o sistema financeiro leva nossa economia para o buraco
Ladislau Dowbor
Nunca teve uma aula sobre dinheiro? Neste artigo você pode entender como o sistema financeiro, com seus juros altíssimos, faz vazar o seu bolso.
Quando foi a sua última aula sobre dinheiro? Há muito tempo? Mais precisamente nunca? Não se incomode, ninguém nunca teve uma única aula sobre dinheiro, a não ser que tivesse estudado economia, e ainda assim terá ficado na dimensão assexuada chamada elegantemente de Moeda. Eventualmente moeda e crédito. Mas não se preocupe, trata-se apenas do principal estruturador da sociedade: papéis ou sinais magnéticos que dão direito ao que o mundo produz. Não iríamos ensinar uma coisa destas na escola. O resultado prático é que muito poucos entendem do dinheiro, e a imensa maioria da população não entende como o sistema faz vazar o seu bolso. São processos modernos e sofisticados, hoje resumidos no conceito de financeirização.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
O Brasil, a Manipulação e a Especulação Financeira
Mauro Santayana
(RBA) - A informação, recentemente divulgada, de que o Real teve sua cotação descaradamente manipulada, por bancos que acabam de ser multados em 5,6 bilhões de dólares por fraude cambial nos Estados Unidos, corrobora aquilo que sempre se afirmou nos meios mais nacionalistas, e que é ridicularizado e tratado como uma fantasia esquerdista pelo público conservador e de extrema direita: A economia brasileira é constantemente pressionada e manipulada, institucionalmente, por parte do chamado sistema financeiro internacional.
domingo, 17 de maio de 2015
O PT vota contra os trabalhadores
Por que o governo não corrige “excessos” e evita “distorções” em relação aos ricos? Por que são os trabalhadores que devem pagar o preço do ajuste fiscal, mudando (ou reduzindo) direitos adquiridos? Por que o governo não mexe no dinheiro dos ricos, “nem que a vaca tussa”? Por que não cobra das grandes empresas que sonegam o fisco? Por que não taxa as grandes fortunas (incluindo as heranças)? Por que não cobra os lucros obtidos pelos bancos acima de um determinado teto preestabelecido? Por que o governo é tão submisso e subserviente aos interesses financeiros dos poderosos? Quem é que realmente governa no país?
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