Mostrando postagens com marcador bancários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bancários. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Movimento sindical CUTista elege seu primeiro vereador em João Pessoa
Marco histórico:
Pela primeira vez, o movimento sindical CUTista da Paraíba elege seu primeiro vereador, Marcos Henriques (PT-PB), que obteve 2.878 votos.
Em meio ao golpe contra a democracia e diante o resultado das urnas, que traz ao cenário político uma onda conservadora, a Central Única dos Trabalhadores da Paraíba e seus sindicatos filiados conquistaram um marco histórico para o movimento sindical paraibano, a eleição do sindicalista Marcos Henriques (PT-PB).
Pela primeira vez, o movimento sindical CUTista da Paraíba elege seu primeiro vereador, Marcos Henriques (PT-PB), que obteve 2.878 votos.
Em meio ao golpe contra a democracia e diante o resultado das urnas, que traz ao cenário político uma onda conservadora, a Central Única dos Trabalhadores da Paraíba e seus sindicatos filiados conquistaram um marco histórico para o movimento sindical paraibano, a eleição do sindicalista Marcos Henriques (PT-PB).
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Bancários enfrentam os agiotas golpistas
Altamiro Borges
A partir desta terça-feira (6), os bancários de todo o Brasil entram em greve por tempo indeterminado contra a intransigência patronal. A pauta de reivindicação da categoria foi entregue no início de agosto e, após cinco rodadas de negociação, a federação dos banqueiros (Fenaban) fez uma contraproposta humilhante e provocativa.
A partir desta terça-feira (6), os bancários de todo o Brasil entram em greve por tempo indeterminado contra a intransigência patronal. A pauta de reivindicação da categoria foi entregue no início de agosto e, após cinco rodadas de negociação, a federação dos banqueiros (Fenaban) fez uma contraproposta humilhante e provocativa.
Os trabalhadores reivindicam um reajuste de 14,78% (aumento real de 5%) e bancos propuseram apenas 6,5% – o que representa uma perda nos salários de 2,8%, com base na inflação de 9,57%. Diante do impasse, os bancários decidiram em assembleias enfrentar os agiotas financeiros, os principais pivôs do “golpe dos corruptos” que têm como maior objetivo arrochar os assalariados.
Assinar:
Postagens (Atom)



