Um trabalho acadêmico desmente justificativa “técnica” para termos as taxas mais altas do planeta. Surge outra explicação: além dos banqueiros, grande indústria e agronegócio beneficiam-se da política monetária atual
Carlos Drummond
A confirmação, pelo Banco Central, no final de agosto, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o país como caso raro de estabilidade no topo [dos juros globais], em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
'O BC no Brasil estrangula a economia', diz Nobel de Economia
Para Joseph Stiglitz, a política monetária deveria se contrapor aos efeitos depressivos da queda do preço das exportações e da Operação Lava Jato
Às vésperas da reunião do Copom, em que se acredita que o Banco Central pode subir mais uma vez os juros, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, disse em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, que o BC brasileiro estrangula a economia. Para ele, a política monetária do Brasil deveria se contrapor aos efeitos depressivos da queda do preço das exportações e da Operação Lava Jato.
sábado, 6 de junho de 2015
CUT contra aumento da Selic (taxa de juros)
Para a CUT, aumento da Selic é ineficaz no combate a inflação, encarece o crédito para consumo e investimentos, causa mais desemprego e queda de renda
terça-feira, 2 de setembro de 2014
O Banco Central ja não é independente desde o governo Lula ?
Ou melhor, não são os humores do"Mercado" que vem orientando a direção do BC desde a administração Meireles do governo Lula ??
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