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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Ladrão que rouba ladrão: homem dá voz de assalto em ônibus que já estava sendo assaltado
Passageiros do ônibus espancaram os dois suspeitos
Na última quinta-feira (07) uma situação pra lá de inusitada aconteceu em Salvador. Um homem tentava assaltar um coletivo na rua Santo Antônio Além do Carmo, quando um outro assaltante entrou, pontos depois, e deu voz de assalto sem saber que o ônibus já estava sendo assaltado.
Na última quinta-feira (07) uma situação pra lá de inusitada aconteceu em Salvador. Um homem tentava assaltar um coletivo na rua Santo Antônio Além do Carmo, quando um outro assaltante entrou, pontos depois, e deu voz de assalto sem saber que o ônibus já estava sendo assaltado.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Sou preto, mas não sou ladrão, doutor
O abismo que nos separa...
O caminho que conduz à verdadeira democracia é longo e sinuoso
Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo
“Trabalhar nós trabalhamos/Porém pra comprar as pérolas/Do pescocinho da moça/Do deputado Fulano”. (Mário de Andrade, ‘Acalanto do Seringueiro’, em ‘Clã do Jabuti’, 1927)
Numa tarde de 2001, quando ainda morava perto do centro da cidade, um homem de uns 50 anos veio ao meu encontro: “Sou preto, mas não sou ladrão, doutor. Só quero o dinheiro do ônibus”.
Ele havia procurado emprego num supermercado, e queria voltar à sua casa.
O caminho que conduz à verdadeira democracia é longo e sinuoso
Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo
“Trabalhar nós trabalhamos/Porém pra comprar as pérolas/Do pescocinho da moça/Do deputado Fulano”. (Mário de Andrade, ‘Acalanto do Seringueiro’, em ‘Clã do Jabuti’, 1927)
Numa tarde de 2001, quando ainda morava perto do centro da cidade, um homem de uns 50 anos veio ao meu encontro: “Sou preto, mas não sou ladrão, doutor. Só quero o dinheiro do ônibus”.
Ele havia procurado emprego num supermercado, e queria voltar à sua casa.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
domingo, 28 de agosto de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Chame o Ladrão
quinta-feira, 21 de abril de 2016
“Corinthiano-Ladrão”, ou, a política que começa na segregação e termina na violência
Por Christian Ingo Lenz Dunker.
“Corinthiano Ladrão”. Apesar de ser palmeirense praticante, jamais acusaria alguém desta forma. Nesta aparentemente simples e corriqueira exclamação, ardorosamente repetida nos estádios de futebol, está contida toda a lógica do preconceito. Ela sugere que existe um nexo lógico entre pertencer a um grupo, definido por uma afinidade eletiva, e praticar certa a atitude de cunho moral – no caso, criminosa. Se no enunciado digo “este sujeito é corinthiano e é ao mesmo tempo ladrão” na afirmo implicitamente que “existe um nexo lógico e causal que liga um fato a outro”. Julgar alguém pela sua pertinência a uma classe, grupo ou massa é, de certa maneira, destituir este alguém como sujeito e transformá-lo em mais um. Uma vez realizada tal operação, a lógica do preconceito tende a se perpetuar porque ela é performativa e auto-realizadora.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Tem muito ladrão gritando contra a corrupção
Prefeito, marido de deputada que votou ontem contra corrupção, é preso pela PF
A deputada federal Raque Muniz chamou a atenção em seu discurso na hora do voto de ontem a favor da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pela forma incisiva com que se posicionou.
Entre outras coisas, Raquel Muniz disse que em na sua cidade natal, Montes Claros, o prefeito Ruy Muniz, seu marido, havia criado uma secretaria contra a corrupção e que estava lutando para dar mais qualidade de vida aos montes-clarenses.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
"Lula não é nenhum ladrão", afirma o sociólogo Francisco de Oliveira
Professor aposentado da USP e um dos fundadores do PT e do PSOL, o sociólogo Francisco de Oliveira, 82 anos, autor de obras como A Economia Brasileira: Crítica à Razão Dualista (1972), questiona os rumos da sigla que comanda o governo federal, mas acredita na inocência do ex-presidente Lula. "Não há provas", diz.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Lula: rico, corrupto e ladrão
Luiz Fernando Emediato
O título acima reproduz o que ignorantes, irresponsáveis, pobres diabos principalmente de classe média alta – aqueles que têm inveja dos ricos e raiva dos pobres – vivem dizendo por aí, manipulados pelas porcarias que lêem de vez em quando.
Vejamos: Lula recebeu 104 salários ao longo de seu mandato, algo em torno de R$ 3 milhões de reais, que não precisou gastar, pois vivia à custa do Estado. Portanto, aplicou. Em oito anos, esses R$ 3 milhões viraram algo em torno de R$ 6 milhões.
terça-feira, 8 de março de 2016
sábado, 8 de agosto de 2015
É Ouro
Ontem, vendo televisão, acompanhei a cerimônia de abertura da Paraolimpiada e me dei conta, surpreso, que o Brasil tem a maior delegação.
Pensei, será esforço das autoridades em recrutar o maior numero possível de paratletas ou será uma especial dotação dos nossos deficientes para os esportes?
Depois de matutar um pouco acabei pensando que talvez pudesse ser a maior delegação pelo simples fato de sermos nação de muitos deficientes.
Pensei, será esforço das autoridades em recrutar o maior numero possível de paratletas ou será uma especial dotação dos nossos deficientes para os esportes?
Depois de matutar um pouco acabei pensando que talvez pudesse ser a maior delegação pelo simples fato de sermos nação de muitos deficientes.
segunda-feira, 2 de março de 2015
terça-feira, 3 de junho de 2014
Banqueiro
Para Bertold Brecht, era melhor fundar um banco que assaltá-lo. E Bernard Shaw lembrava que não há diferença entre o pecado de um ladrão e as virtudes de um banqueiro.
Mauro Santayana
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