Ana Araujo e José Martins
Não refrescou nada a recente redução para 9,5% ao ano da taxa básica nominal de juros da economia brasileira, a popular SELIC. A taxa nominal de juros pode até cair um pouco, mas sua taxa real (taxa nominal menos inflação projetada para os próximos 12 meses) não sai do lugar.
O crédito não aumentou nem um tostão para o consumo individual e nem para o consumo das empresas (investimento). Sem o aquecimento dessas duas estratégicas variáveis anticíclicas não haverá chance de retomada do emprego e da produção. A economia brasileira vai continuar no buraco. Para sair do sufoco atual seria necessário agir emergencialmente no aumento dos gastos públicos em investimento (grandes obras de infraestrutura) e redução rápida da taxa real de juros da economia.
Mostrando postagens com marcador selic. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador selic. Mostrar todas as postagens
domingo, 20 de agosto de 2017
sábado, 12 de agosto de 2017
Brasil, o paraíso dos rentistas
– Porque o Brasil das "reformas" não vai sair do buraco
– Classificação mundial dos juros reais
Ana Araujo e José Martins [*]
Não refrescou nada a recente redução para 9,5% ao ano da taxa básica nominal de juros da economia brasileira, a popular SELIC . A taxa nominal de juros pode até cair um pouco, mas sua taxa real (taxa nominal menos inflação projetada para os próximos 12 meses) não sai do lugar.
O crédito não aumentou nem um tostão para o consumo individual e nem para o consumo das empresas (investimento). Sem o aquecimento dessas duas estratégicas variáveis anticíclicas não haverá chance de retomada do emprego e da produção. A economia brasileira vai continuar no buraco. Para sair do sufoco atual seria necessário agir emergencialmente no aumento dos gastos públicos em investimento (grandes obras de infraestrutura) e redução rápida da taxa real de juros da economia.
– Classificação mundial dos juros reais
Ana Araujo e José Martins [*]
Não refrescou nada a recente redução para 9,5% ao ano da taxa básica nominal de juros da economia brasileira, a popular SELIC . A taxa nominal de juros pode até cair um pouco, mas sua taxa real (taxa nominal menos inflação projetada para os próximos 12 meses) não sai do lugar.
O crédito não aumentou nem um tostão para o consumo individual e nem para o consumo das empresas (investimento). Sem o aquecimento dessas duas estratégicas variáveis anticíclicas não haverá chance de retomada do emprego e da produção. A economia brasileira vai continuar no buraco. Para sair do sufoco atual seria necessário agir emergencialmente no aumento dos gastos públicos em investimento (grandes obras de infraestrutura) e redução rápida da taxa real de juros da economia.
domingo, 29 de janeiro de 2017
Mea culpa do financismo?
![]() |
| André Lara Rezende |
O ano começou com muita mesmice e algumas novidades. As trapalhadas, as denúncias de corrupção e os equívocos desastrosos do governo Temer seguem na mesma toada. Os massacres ocorridos nos presídios em vários Estados, ao longo de poucos de dias de 2017, chamam a atenção para o despreparo do governo federal em lidar com o tema e acendem a luz vermelha pelo futuro próximo. Mas eis que em sua primeira reunião do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por reduzir a Selic em 0,75%.
A publicação de um artigo inusitado de André Lara Rezende, porém, foi mais surpreendente do que essa terceira queda consecutiva da taxa de juros.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Como as elites agem para manter os juros altos
Um trabalho acadêmico desmente justificativa “técnica” para termos as taxas mais altas do planeta. Surge outra explicação: além dos banqueiros, grande indústria e agronegócio beneficiam-se da política monetária atual
Carlos Drummond
A confirmação, pelo Banco Central, no final de agosto, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o país como caso raro de estabilidade no topo [dos juros globais], em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes.
Carlos Drummond
A confirmação, pelo Banco Central, no final de agosto, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o país como caso raro de estabilidade no topo [dos juros globais], em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Rentismo é buraco negro: consome 978 bilhões por ano
O Grande Ralo: Dívida Pública consome metade do Orçamento do Brasil
Ralo Nacional
Dívida Pública: a maior evasão de recursos públicos do País
O Brasil gasta 45% do seu orçamento pagando bancos, enquanto educação e saúde recebem menos de 4% cada. Em 2014, foram R$ 978 bilhões destinados, em sua imensa maioria, a bancos e outras instituições financeiras. O dinheiro do povo é usado para sustentar o lucro bilionário de banqueiros “desconhecidos”.
Ralo Nacional
Dívida Pública: a maior evasão de recursos públicos do País
O Brasil gasta 45% do seu orçamento pagando bancos, enquanto educação e saúde recebem menos de 4% cada. Em 2014, foram R$ 978 bilhões destinados, em sua imensa maioria, a bancos e outras instituições financeiras. O dinheiro do povo é usado para sustentar o lucro bilionário de banqueiros “desconhecidos”.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Mauro Santayana: o Brasil na camisa de força
![]() |
| Teto para gastos com juros |
Obras estratégicas, como Itaipu, seriam impensáveis sem a iniciativa do Estado
Seguindo a linha de criação de factoides adotada por setores do governo interino – exibe-se a bandeira da “austeridade” com a mão e aumenta-se, com a outra, em mais de R$ 60 bilhões as despesas, proventos e contratações.
domingo, 29 de maio de 2016
'Juros são câncer da economia', diz Amir Khair ao defender a Previdência
O economista Amir Khair, secretário de Finanças da gestão de Luiza Erundina na prefeitura de São Paulo (1989-1992), disse que é falsa a tese do "cobertor curto" enfatizada nas medidas do governo interino de Michel Temer para justificar o corte de programas sociais. Ele participou do debate “Os caminhos da esquerda diante do golpe”, realizado na Universidade de São Paulo (USP).
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Conspiração de Rentistas
Bresser Pereira: Dilma é vítima de conspiração dos rentistas
Li hoje no Wall Street Journal uma notícia muito interessante. A classe média alemã está furiosa com o presidente do Banco Central Europeu porque este tornou a taxa de juros básica negativa. Como essa classe média vota no partido conservador (democrata-cristão) hoje no governo, seus políticos estão também inconformados com a política de Mario Draghi - que certamente é a política correta, dado o baixo crescimento da Zona do Euro e taxa de inflação próxima de zero.
Para nós, brasileiros, esta notícia é muito significativa. Desde o Plano Real, os brasileiros pagam a uma parte deles - os rentistas - cerca de 6% do PIB, porque o Banco Central realiza sua política monetária em torno de uma taxa de juros real muito alta - cerca de 6% - enquanto hoje nos países ricos essa taxa é negativa, e nos países em desenvolvimento, gira em torno de 2%.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Juro alto aumenta desemprego e não derruba inflação
Governo tem de cumprir promessa de geração de emprego e renda e aumento de juros, com certeza, não contribui para isso
Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT
Não queremos mais do mesmo. Na primeira reunião do ano, após a troca do ministro da Fazenda – saiu Levy, entrou Barbosa -, o Copom tende a aumentar a taxa básica de juros (Selic).
Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT
Não queremos mais do mesmo. Na primeira reunião do ano, após a troca do ministro da Fazenda – saiu Levy, entrou Barbosa -, o Copom tende a aumentar a taxa básica de juros (Selic).
'O BC no Brasil estrangula a economia', diz Nobel de Economia
Para Joseph Stiglitz, a política monetária deveria se contrapor aos efeitos depressivos da queda do preço das exportações e da Operação Lava Jato
Às vésperas da reunião do Copom, em que se acredita que o Banco Central pode subir mais uma vez os juros, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, disse em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, que o BC brasileiro estrangula a economia. Para ele, a política monetária do Brasil deveria se contrapor aos efeitos depressivos da queda do preço das exportações e da Operação Lava Jato.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Juros altos: falso “remédio amargo” do rentismo e da especulação
Calcula-se que o estoque da dívida publica brasileira hoje corresponda a cerca de R$ 3,8 trilhões (dívida interna), somados aos US$ 546 bilhões da dívida externa, o que – ao câmbio atual de R$ 4,04 – significa outros R$ 2,2 trilhões. Isto é, os detentores de títulos da dívida pública controlam a quantia de cerca de R$ 6 trilhões. Superior ao PIB de 2014, que foi de R$ 5,5 trilhões.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
A Saída: Redução do custo financeiro da Dívida
Cottani: a saída da crise brasileira está na redução do custo financeiro da dívida
Fabrício Augusto de Oliveira*
Por essa provavelmente os economistas do mercado – os mansuetos, alexandres e pessôas, entre outros – não esperavam e devem estar se sentindo traídos por alguém supostamente integrante de suas fileiras. Em artigo publicado no Valor Econômico, de 28 de dezembro, intitulado “Desequilíbrios da economia pedem medidas inovadoras”, o economista-chefe para a América Latina da Standard & Poor Rating Services, Joaquín Cottani, aponta uma saída para a crise da economia brasileira diametralmente oposta à de nossos ortodoxos tupiniquins e bem mais próxima à de nossos “dinossauros” heterodoxos.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Rentistas predadores querem aumento do juro
'Aumentar juros seria um erro de estratégia'
Para Antonio Corrêa de Lacerda, professor de Economia da PUC-SP, há grande pressão do mercado financeiro para uma elevação da taxa de juros.
O Banco Central tem dado sinais de que deve retomar a trajetória de alta na taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, que acontece em 19 e 20 de janeiro. Para o professor de Economia da PUC-SP, Antonio Corrêa de Lacerda, uma decisão nesse sentido seria uma “grande incoerência” e um “erro de estratégia”.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Presidente do PT cobra de Dilma mudança de rumo na economia
Em artigo publicado na página do partido na internet, Rui Falcão defende o fim da alta dos juros e dos cortes em investimentos. Para ele, governo precisa adotar medidas para retomar a confiança
Rui Falcão: pauta econômica precisa devolver à população a confiança perdida após a frustração dos primeiros atos de governo
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, cobrou do governo Dilma Rousseff mudanças na condução da economia brasileira. Em artigo publicado na página do partido na internet, Falcão defendeu que o governo dê um basta à alta dos juros e ao corte de investimentos. Segundo o petista, Dilma precisa adotar medidas entre o fim deste ano e o início do próximo para devolver à população a confiança perdida no governo.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Dowbor: O sistema financeiro está drenando o Brasil
Segundo Dowbor, é fundamental demonstrar como as pessoas vem sendo espoliadas pela intermediação financeira. 'Nunca tivemos uma aula sobre dinheiro'.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Despesa com juros em 2015 é maior do que 15 anos do Bolsa Família
Dyelle Menezes; 01/09/2015
Os gastos do governo com juros são altos e devem permanecer em níveis elevados. Só neste ano, R$ 277,3 bilhões estão autorizados em orçamento com “juros e encargos da dívida”. O montante é semelhante ao que o governo federal desembolsou para o principal programa social, o Bolsa Família. Nos últimos 15 anos, R$ 221,7 bilhões foram destinados para transferência de renda às famílias mais carentes do país.
domingo, 30 de agosto de 2015
Banqueiros zombam da sociedade brasileira : Juro do cheque é o maior desde 1995
Do G1
Os juros do cheque especial tiveram nova alta em junho, e alcançaram 241,3% ao ano. É o maior patamar desde dezembro de 1995, em quase 20 anos, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (30). Em maio, a taxa estava em 232% ao ano.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
CUT convoca ato para dia 28 de julho contra rumos da economia
Manifestação será na sede do Ministério da Fazenda em Brasília. Economista critica política de Levy. “O ajuste fiscal é de curto prazo, pois está centrado no corte de benefícios sociais”
sábado, 18 de julho de 2015
Taxa de juros ou depósito compulsório?
Paulo Kliass –
As pressões inflacionárias não serão resolvidas apenas pelo aumento da Selic, cuja alta compromete a própria tentativa de conter gastos públicos. Uma alternativa curiosamente pouco lembrada nos meios do sistema financeiro e na imprensa, mas que poderia ser mais eficaz, é o aumento da alíquota do depósito compulsório
Assinar:
Postagens (Atom)



















