Frei Anastácio elogia ações de Procurador da República no combate à violência no campo, na PB
O deputado estadual Frei Anastácio elogiou, na tribuna da Assembleia Legislativa, as ações do procurador da República, na Paraíba, José Godoy, e a secretária de Desenvolvimento Humano do Estado, Cida Ramos, pelas iniciativas tomadas para combater a violência no campo que se instalou na região do Agreste, com foco maior no município de Mogeiro.
Segundo o deputado, o procurador e a secretária deixaram o ar condicionado dos seus gabinetes e foram ver de perto a situação das famílias camponesas. “As famílias, sobretudo, na região de Mogeiro, são espancadas, ameaçadas de morte, tento casas queimadas e sendo alvo de constantes tiroteios promovidos por capangas pagos por proprietários de terras da região. Eles já tentaram até acabar missa campal à bala. Também atiraram em ônibus que transportava trabalhadores para reuniões e fazem constantes ameaças. São milícias organizadas que agem para expulsar famílias de trabalhadores acampados. Um das mais violentas esta nas terras da família Silveira”, denunciou o deputado.
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domingo, 26 de novembro de 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Michel Zaidan: Reflexões sobre a Revolução Russa no ano do seu centenário
1. O primeiro ponto a se considerar sobre a Revolução Russa, numa retrospectiva de 100 anos, é se ela foi a última revolução europeia contra o capitalismo, do século XIX, ou se ela pode ser caracterizada como a primeira na periferia do mundo capitalista?
É de se lembrar de que a Revolução Francesa iniciou um ciclo revolucionário, na Europa (e no resto do mundo), que se fecha com a derrota da Comuna de Paris (1781). Até a Comuna, é possível vislumbrar um conjunto de influências revolucionárias tais como: o anarquismo, o blanquismo, o socialismo pré—marxista etc. Ou seja, onde é patente a presença de ideias europeias e de militantes sociais europeus naquele movimento, sendo a influência das ideias de Marx muito pequena ou quase nula. (Vejam-se, a propósito, as críticas de Marx aos “comunards” franceses, nos manuscritos guardados no Museu de História Social de Amsterdam, e as de Lenin, no ensaio “As duas táticas da socialdemocracia russa” à Comuna de Paris). Já a Revolução Russa trai a participação decisiva dos bolcheviques e a orientação marxista na condução do movimento revolucionário, sem desprezar o papel de anarquistas, dos camponeses, soldados e marinheiros.
É de se lembrar de que a Revolução Francesa iniciou um ciclo revolucionário, na Europa (e no resto do mundo), que se fecha com a derrota da Comuna de Paris (1781). Até a Comuna, é possível vislumbrar um conjunto de influências revolucionárias tais como: o anarquismo, o blanquismo, o socialismo pré—marxista etc. Ou seja, onde é patente a presença de ideias europeias e de militantes sociais europeus naquele movimento, sendo a influência das ideias de Marx muito pequena ou quase nula. (Vejam-se, a propósito, as críticas de Marx aos “comunards” franceses, nos manuscritos guardados no Museu de História Social de Amsterdam, e as de Lenin, no ensaio “As duas táticas da socialdemocracia russa” à Comuna de Paris). Já a Revolução Russa trai a participação decisiva dos bolcheviques e a orientação marxista na condução do movimento revolucionário, sem desprezar o papel de anarquistas, dos camponeses, soldados e marinheiros.
domingo, 19 de março de 2017
Democracia já tem quase 2 mil assassinatos políticos no campo
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Fetag cobra postura de parlamentares sobre reformas da Previdência e Trabalho
sexta-feira, 22 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Estado de direito seletivo: para sem – terra nem a vida é garantida.
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| Desde Sempre |
Foi à luz do dia que o líder camponês Edmilson Alves da Silva foi baleado por dois pistoleiros armados que andavam de moto pela zona rural do município de Japaratinga, litoral alagoano. Ainda que recebendo três disparos na cabeça, Edmilson conseguiu correr e se esconder em um barraco próximo a onde foi baleado. Contudo, não resistiu aos ferimentos e veio a falecer logo após ser baleado.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Mais Sangue Camponês nas terras da Paraíba
Frei Anastácio denuncia tentativa de assassinato contra posseiros no Agreste
O deputado estadual Frei Anastácio (PT) denunciou hoje (28), no plenário da Assembleia Legislativa, que seis trabalhadores rurais posseiros da fazenda Salgadinho, em Mogeiro, foram feridos a tiros de espingarda calibre 12 e revólver segunda-feira, (26), e mesmo assim estão sendo acusados de tentativa de assassinato contra quem atirou neles.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Nenhum Camponês sem Teto
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| Movimentos Rurais Unidos |
Na manhã desta terça (20/10), cerca de 1500 integrantes de movimentos sociais do campo ocuparam o Ministério das Cidades, em Brasília. A mobilização é realizada pelo MST, CONTAG, MCP, MAB, MPA, CNS e FETRAF de forma unitária e reivindica a retomada das ações do Minha Casa Minha Vida- Rural. O déficit de habitações no campo brasileiro passam de 35 mil unidades.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Celebração do Júri dos Camponeses; Mogeiro, PB; 27/08/2015
Venham todos cantemos um canto que nasce na terra
Canto novo de paz e esperança em tempos de guerra
Neste instante há inocentes tombando nas mãos de tiranos
Tomar terras, ter lucros matando são seus planos
sábado, 22 de agosto de 2015
Moção de Solidariedade aos Trabalhadores Rurais da Paraíba que vão a Juri Popular
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| Capanga agride, Instituições criminalizam |
terça-feira, 24 de março de 2015
A Justiça no Brasil é braço da elite
Defensor dos sem-terra no Pará por mais de uma década, frei Henri Burin des Roziers fala do País de hoje e dos anos setenta e oitenta
por Leneide Duarte-Plon
Em seu quarto no convento Saint-Jacques, em Paris, a 12 mil quilômetros de Rio Maria, pequena cidade do Pará onde defendeu na Justiça inúmeros camponeses sem-terra, o frade dominicano e advogado Henri Burin des Roziers, 85 anos, recebe Carta Capital para falar da sua experiência no Brasil, onde foi morar em 1978. Rio Maria, campeã de assassinatos por encomenda de líderes sindicais, é conhecida como “a terra da morte anunciada” e, por isso, virou símbolo da luta camponesa no Pará.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Canudos: A Mídia em Campanha
Na defesa de interesses políticos e disseminando preconceitos, imprensa ajudou a construir o massacre anunciado em Canudos
Dawid Danilo Bartelt
“Há bons seis meses que por todo o centro desta e da Província da Bahia, chegado, (diz elle,) do Ceará, infesta um aventureiro santarrão que se apelida por Antonio dos Mares: o que, a vista dos aparentes e mentirosos milagres que dizem ter ele feito, tem dado lugar a que o povo o trate por S. Antonio dos Mares”. Publicada em novembro de 1874 em O Rabudo, um pequeno semanal editado em Estância, no Sergipe, esta foi, ao que se sabe, a primeira menção da imprensa brasileira a Antônio Conselheiro. Nos 23 anos seguintes, o personagem se tornaria a peça principal do grande acontecimento “Canudos”, que foi também um evento midiático nacional.
Canudos ou das Surras que a Historia pode levar.
Uma data e muitos fatos: causas do fracasso das leis sobre reforma agrária
Em artigo, o jurista Jacques Alfosin relembra o simbolismo da derrota do exército em Canudos, no dia 19 de janeiro 1897, e depois a vitória secular do latifúndio contra a reforma agrária.
Por Jacques Távora Alfonsin
Do Brasil de Fato
No dia 19 de janeiro de 1897, há 117 anos portanto, a 3 km de Canudos, no sertão baiano, um punhado da camponeses pobres, liderado por Antonio Conselheiro, obteve uma surpreendente vitória militar contra o flamante exercito da nascente republica brasileira, barrando a sua entrada naquele arraial. Esse combate passou a história como a batalha do Tabuleirinho, um dos episódios marcantes da revolta popular de Canudos. Nesse arraial se reunia gente disposta a lutar pelo acesso à terra, mesmo ao custo da própria vida, pago logo depois, em 5 de outubro do mesmo ano, com a tomada do lugar pelas tropas regulares do país e o sacrifício de quem ainda resistia.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
“Novos Camponeses”: A derrota, na ação e no pensamento
Zander Navarro
O que é um camponês? Num mundo comandado pela vida urbana, é pergunta que se tornou excêntrica. Todos nós, no entanto, intuímos sobre o seu significado, lembrando as famílias rurais “presas à natureza”, seja pela pobreza extrema ou, então, por formas de dominação exercidas por terceiros.
No passado feudal, aristocratas subjugaram os camponeses para criar os “servos da gleba”, mecanismo que garantia as provisões da corte. Foi expressão analisada por Raymond Williams, um culto marxista galês e um dos fundadores, nos anos 1960, dos chamados “estudos culturais” e da Nova Esquerda inglesa. O termo foi dissecado em seu pequeno livro Palavras-chave, publicado em 1976 e lançado entre nós longas três décadas depois. Na obra, camponês obedece à designação acima, mas o autor adverte que aquele sentido original havia “praticamente deixado de existir na Inglaterra no final do século 18”.
domingo, 5 de janeiro de 2014
50 Anos da Resistência Camponesa em Marí
O próximo dia 15 do corrente mês marcará os 50 (cinquenta) anos da resistência camponesa de Mari/PB. Naquele 15 de janeiro de 1964, os camponeses associados ao Sindicato Rural de Mari[ii], liderados pelo presidente Antônio Galdino, lavravam e semeavam a terra coletivamente[iii] quando, de repente, surge uma caminhonete com vários homens armados, inclusive com metralhadoras, chefiados pelo gerente da Usina São João, Fernando Gouveia, além de um agrônomo, três capangas e dois sargentos da Polícia Militar
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Produtividade palaciana. ( Ricardo Coutinho e os Pobres)
Rubens Nobrega
Sem limite para os bacanas
Não importando o número de participantes, duvido que não sejam produtivas as reuniões do governante com os seus novos pares ou ímpares, com os quais passou a ter maior afinidade desde a coroação. E o melhor de tudo: nessas audiências, nem o rei nem qualquer nobre íntimo da Corte limita o número de mortais premiados com o privilégio de ficar cara a cara ou lado a lado com Sua Majestade, no mesmo ambiente, com ele dividindo, além dos ideais e interesses, o mesmo ar refrigerado.
Anísio Maia: Em defesa dos Camponeses, contra a Truculência e o Descaso do Governo Ricardo.
Anísio sai em defesa dos trabalhadores rurais "atacados" pela polícia
Nesta segunda, cerca de 2.500 pessoas realizaram uma ocupação no Centro Administrativo Estadual em João Pessoa.
Na sessão desta terça-feira (22/10) na ALPB, o deputado estadual Anísio Maia (PT) defendeu os camponeses pobres que lutam pela reforma agrária e criticou a truculência da Polícia Militar e, em especial, o descaso do Governo do Estado com a questão. Durante a manhã e a tarde desta segunda-feira, cerca de 2.500 pessoas realizaram uma ocupação no Centro Administrativo Estadual, na Capital, para exigir que o governador Ricardo Coutinho cumpra com sua palavra e receba uma comissão de trabalhadores para negociar a pauta de reivindicações apresentada.
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