O impeachment deste ano
Celso Rocha Barros
Como parte das comemorações de um ano do impeachment de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (PMDB) resolveu cair.
Temer ainda está lá, Moreira e Padilha ainda o chamam de presidente, o porteiro do palácio o deixa estacionar o carro, de vez em quando ele usa faixa. Mas desde quarta-feira passada (17) sua agenda é não ser preso. Não é fácil durar assim até janeiro de 2019.
Não é impossível. Temer pode se oficializar como o governo do acordão e partir para cima das investigações. Facilitaria aprovar as reformas, inclusive. Mas a opinião pública talvez ficasse meio chateada, e em 2018 tem eleição.
