sexta-feira, 20 de julho de 2018

AFASTE DE MIM ESTE CALE-SE

Jararaca  fala

Estou preso há mais de cem dias. Lá fora o desemprego aumenta, mais pais e mães não têm como sustentar suas famílias, e uma política absurda de preço dos combustíveis causou uma greve de caminhoneiros que desabasteceu as cidades brasileiras. Aumenta o número de pessoas queimadas ao cozinhar com álcool devido ao preço alto do gás de cozinha para as famílias pobres. A pobreza cresce, e as perspectivas econômicas do país pioram a cada dia.


Luiz Couto esclarece que é candidato a deputado federal


A propósito de muitas especulações e mesmo distorções de declaração sua, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) esclareceu que seu projeto político é a disputa pela reeleição para a Câmara Federal. Para que não pairem dúvidas sobre o que disse o parlamentar, ele citou textualmente que sua pré-campanha está orientada no sentido de manter a representação do PT da Paraíba e dos setores progressistas na Câmara dos Deputados.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Marielle Vive


#EuApoioOs23 : Campanha pela Liberdade dos Presos Políticos e pelo fim dos Processos e Perseguições Políticas !


Na operação Firewall, da cômica DRCI, Delegacia de repressão à crimes de Internet, 23 ativistas foram acusados dentre várias coisas, de formação de quadrilha armada, são eles:

Plataforma Golpista não vence as eleições


Mais ajuste fiscal, mais privatizações na saúde e educação, mais “flexibilizações” da legislação trabalhista e ambiental, mais contrarreformas, como a da Previdência social não vencem as eleições.

Valério Arcary


O pessimismo é mal conselheiro. Há um paradoxo nesta campanha eleitoral. A vida no Brasil, depois de dois anos de governo Temer, está a cada dia pior. O dilema dos reacionários nesta eleição é que não podem defender o governo Temer, mas todos os candidatos da direita, inclusive Bolsonaro, defendem “mais do mesmo”. Defendem mais ajuste fiscal, mais privatizações na saúde e educação, mais “flexibilizações” da legislação trabalhista e ambiental, mais contrarreformas, como a da Previdência social. Isso cria um problema.

A sociedade está dividida entre os que exploram e os que são explorados


Valerio Arcary

Quem não sabe contra quem luta não pode vencer. Reacionários são hostis ao projeto de uma sociedade igualitária. Nós somos a favor. 


Defendem que o capitalismo funciona, as regras são justas, mas as pessoas decepcionam. Defendem que há muitos direitos e poucos deveres. Devemos dizer o contrário. Há muitos deveres e poucos direitos. 

As regras são injustas. Há que mudar as regras e defender as pessoas. 

Injustiça, semente da guerra.


Valerio Arcary

Precisamos entender a mentalidade de um reacionário. Um reacionário é alguém que está convencido que as pessoas são, naturalmente, desiguais. Portanto a igualdade social seria impossível. Pior, seria disfuncional. Seria uma distopia monstruosa. Sendo alguns mais corajosos, inteligentes e até generosos do que outros, a luta contra a desigualdade social premiaria a mediocridade, sacrificaria o talento, estimularia a preguiça. O socialismo seria a tirania da chatice, da caretice, do tédio, e no limite a destruição da liberdade.


A Lava Jato e o fascismo


Marcia Tiburi disse:

Adolf Hitler, que não cansava de agradecer o apoio dos juízes alemães

Ao longo da história, não há movimento autoritário que não tenha contado com o apoio de considerável parcela de juristas e juízes. Hitler, por exemplo, não cansava de agradecer o apoio dos juízes alemães. Esse fenômeno da adesão de juristas a regimes autoritários, prontos para justificar as maiores violações aos direitos humanos, foi estudado e diversos livros foram publicados sobre o que entrou para a histórica como “os juristas do horror”.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Sob a liderança dos USA o Brasil terá ascensão.


Nacionalistas da Avenida Paulista


Moro e sua Obsessão Antipetista

 

ADUFCG, 40 anos de criação: resgatar a memória do sindicato.


Wagner

Caros colegas A atual diretoria da ADUFCG pretende resgatar a memória do sindicato por ocasião da passagem dos seus 40 anos de criação. Hoje pela manhã procuramos arrolar o nome de alguns professores que participaram dos primórdios da entidade. Há vários mencionados, alguns serão contatos na universidade, onde ainda exercem atividades docentes. Os que constam da lista atual foram identificados no facebook. Há muitos outros que não foram localizados. Gostaríamos que todos incluam colegas com os quais mantêm contato ou indiquem caminhos para que possamos localizá-los. Na próxima terça-feira teremos novo encontro às 8h, na sede da ADUFCG. Os que por ventura desejem manter contato, mesmo que a distancia, este é um canal possível.

Saudações sindicais

Facebook

O Tempo do Inferno


Michel Zaidan Filho

Lembrou, oportunamente, meu amigo e colega Carlos Omena, historiador e professor universitário em São Luiz, que domingo passado o filosofo alemão Walter Benjamin,aniversaria, se vivo fosse. E pediu que a passagem fosse lembrada com a contribuição que ele poderia ter dado para a compreensão de nossa época. Veio-me à memória dois conceitos benjaminianos muito atuais: "Estado de Exceção", utilizado por ele para explicar o fascismo na Alemanha, e o "eterno retorno do mesmo" ou "do sempre-igual", o tempo do inferno,o tempo da produção de mercadorias no capitalismo.

22% Terceirizados, avança a Precarização

22% dos trabalhos formais no país são terceirizados, mostrando o avanço da precarização 

Terceirização

Dados do IBGE indicam que 22% dos trabalhadores formais hoje são terceirizados. E a expectativa dos capitalistas é que esse dado absurdo dobre ainda nos próximos anos explorando cada vez mais trabalhadores, principalmente mulheres e negros.

As tungas dos sindicalismos

Com a bolsa da Viúva, 'representantes' de patrões e empregados fazem a festa

Quem leu a reportagem de Phelipe Guedes constrangeu-se. O Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança e ao Adolescente cobrava uma "taxa negocial" aos seus 40 mil filiados, e quem não quisesse pagá-la deveria ir à sua sede para carimbar um documento. As vítimas tiveram três dias para cumprir a exigência, e o resultado foi a formação de uma fila de quase um quilômetro nas ruas vizinhas à sede do Sitraemfa.


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