Mostrando postagens com marcador insegurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador insegurança. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Injustiça, semente da guerra.


Valerio Arcary

Precisamos entender a mentalidade de um reacionário. Um reacionário é alguém que está convencido que as pessoas são, naturalmente, desiguais. Portanto a igualdade social seria impossível. Pior, seria disfuncional. Seria uma distopia monstruosa. Sendo alguns mais corajosos, inteligentes e até generosos do que outros, a luta contra a desigualdade social premiaria a mediocridade, sacrificaria o talento, estimularia a preguiça. O socialismo seria a tirania da chatice, da caretice, do tédio, e no limite a destruição da liberdade.


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Política e Direito

Michel Zaidan

Tem ouvido de respeitáveis analistas da política brasileira a tese de que decisão judicial não se discute, tem de ser respeitada, em relação à rejeição do recurso do Presidente LULA na TRF4, em Porto Alegre. Com todo o apreço que tenho pela opinião desses analistas, é preciso dizer que, desde o golpe parlamentar que afastou a ex-presidente Dilma do Poder, navegamos num mar de incertezas e inseguranças jurídicas muito grande. Que o digam os professores de Direito Constitucional ou Direito do Trabalho. Eles não sabem o que ensinar aos seus alunos.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Imobilismo político: Da incapacidade de unir pautas ao aumento da insegurança.

Entrevista especial com Talita Tibola

“O problema da desigualdade social (que é acompanhada pelo racismo) é a questão mais urgente no país, pois vai agravar qualquer outra problemática social. Nesse sentido me parece que estamos longe de ter avanços, pois cada vez mais se criam mais condições para que ela se perpetue”, adverte a psicóloga.

Apesar de uma multiplicidade de pautas estarem presentes nas discussões da sociedade brasileira, como a situação da educação, do desmonte do SUS e da violência nas favelas e contra as mulheres, existe uma “dificuldade” de “criar pautas que sejam transversais, apesar de a maioria dessas questões estarem relacionadas a uma precarização do Estado”, diz Talita Tibola.

Na avaliação dela, a pauta da corrupção, “se não fosse colocada simplesmente de maneira moral, e de certo modo rechaçada pela esquerda, poderia ser uma pauta agregadora, pois ela pode produzir de certa forma essa transversalidade, explicitando a má gestão e a corrupção no Estado, explicitando como a desigualdade social aumenta de maneira estrutural”.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Quando a segurança jurídica cria insegurança de fato

“Será que alguém acredita que o atual ministro da Casa Civil, por tudo o que se conhece do seu passado político, estará interessado em defender a execução urgente e necessária da reforma agrária?”, pergunta Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...