segunda-feira, 20 de junho de 2016

Ricos devem, pobres pagam


Maiores devedores de impostos do país acumulam débitos de R$ 272 bilhões

Crônica de uma esperança


 O presente artigo discorre sobre Procedimento Prévio de Apuração contra magistrados.
 

Rômulo de Andrade Moreira
 

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, esta semana, rejeitou um Procedimento Prévio de Apuração contra quatro Magistrados, instaurado pela Corregedoria-Geral, acusados de violarem o art. 95, inciso III, da Constituição Federal, que veda aos membros do Poder Judiciário o exercício de atividade político-partidária. A peça acusatória dizia respeito à participação dos Juízes em um ato público contra o Impeachment da Presidente da República, Dilma Roussef.

Precarização x consolidação?


 
Rene Carvalho
 
Opinar a partir de leituras da imprensa e mídia alternativa sem fontes diretas de informação pode levar a erros. Mas para muitos de nós não há alternativas, vou correr o risco. O que mais me chamou a atenção na leitura dos jornais hoje foi a proposta de uma das lideranças do governo provisório em palestra junto a empresários.

Precarização do trabalho em troca da consolidação da gestão Temer. Tipo: se as investigações sobre corrupção forem enquadradas teremos melhores condições para votar na Câmara a pauta do empresariado.


Um Deus que é gente



 
Chico Alencar
 

Cristãos do mundo ouvem hoje um trecho do Evangelho (Lc, 9, 18-24) que revela a singularidade do cristianismo, tão esquecida: Jesus Cristo - que se define como Filho do Homem, da Humanidade - identifica-se com o que é radicalmente humano ("tão humano assim, só podia mesmo ser Deus", ensina Leonardo Boff).

Ser humano em crescimento até Deus implica vivenciar o sofrimento, a rejeição em função da contestação dos poderes ("dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes, dos doutores da lei"), a morte. E a prevalência da vida, apesar de tudo. De quem faz de sua vida uma doação, a morte, quando chegar, nada tem a tomar. Essa atitude é aposta na ressurreição.

Jesus propõe algo difícil: a renúncia a si mesmo, a disposição de, cada um, carregar a sua cruz (inevitável em nossas vidas) para encontrar a luz. Vale a pena.

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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Sou Brasileiro, Aboio dos Sertões


Frente Brasil Popular: a Barreira da Paraíba contra o golpe.



Uma homenagem à força e o valor da cidadania paraibana livre e consciente.

Homenagem especial às organizações sindicais e populares que sustentam e apoiam a resistência ao golpe.

Aos que tem fé na força do povo organizado e acreditam que juntos podemos mudar o mundo.

"Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar"

quinta-feira, 16 de junho de 2016

A Justiça e os Desvalidos


Quem não cabe no Orçamento do Brasil?


Laura Carvalho
Batalha central do período Temer está começando. Elites alegam que direitos sociais, assegurados na Constituição, são inviáveis. Querem preservar a causa do rombo: juros e privilégios

No levantamento realizado pelos pesquisadores Pablo Ortellado, Esther Solano e Lucia Nader em São Paulo, durante as manifestações pró-impeachment do dia 16 de agosto de 2015, dois temas chamaram a atenção. Entre os manifestantes, 97% concordaram total ou parcialmente que os serviços públicos de saúde devem ser universais, e 96% que devem ser gratuitos. Já sobre a universalidade e a gratuidade da educação, o apoio foi de 98% e 97% dos manifestantes, respectivamente. “Isso é um resquício de junho de 2013”, afirmou Pablo Ortellado a uma reportagem do El País de 18/08/2015.

A Volta de Dilma


Rene Carvalho

ainda sobre nossa triste república:
Está se tornando claro que as dificuldades políticas que Dilma terá pela frente para governar caso seu mandato seja recuperado são hoje o principal argumento que dificulta uma possível derrota do impedimento no Senado. Não deveria ser assim: um impedimento sem base legal é golpe o que deveria ser razão suficiente para não aprová-lo. Mas o centro do debate permanece sendo político.


O STF em Momentos de Ruptura: A Atuação do Supremo em 1964 e 2016



 José Ribas Vieira e Pedro de Araujo Fernandes – 13/06/2016 [1]

O presente texto, diante da atual quadra de instabilidade e do papel proeminente que Poder Judiciário vêm desempenhando na vida política nacional, busca comparar o comportamento do Supremo Tribunal Federal no conturbado processo político atual com o comportamento do mesmo no período do golpe de 1964, bem como fazer uma sistematização das principais decisões do STF relacionadas, direta ou indiretamente, ao processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Terra sem Lei mata Guarani Kaiowá


Muito triste. Até quando os parentes vão sofrer nestas terra sem lei sempre priorizando esses rico fazendeiros..

Guarani kaiowá



 


Estado de Direito ?

Império da Lei ?



O grande golpe depois da curva e a derrocada da democracia


Mauro Santayana

A direita trabalha agora no sentido de alcançar a aprovação e a conclusão definitiva do processo de impeachment da presidenta da República. A frente formada com esse intuito é ampla, reúne a mídia parcial e conservadora, a parte mais corrupta e fisiológica do Congresso, setores do Ministério Público,­ do STF, da Polícia Federal e do Judiciário contra o PT e a esquerda nacionalista. Apesar das dificuldades vividas pelo governo interino, o processo não será fácil de ser revertido.

Cala a boca já morreu



Siro Darlan

A Dra. Nise da Silveira, que sempre nadou contra a corrente, contestava os conceitos da psiquiatria tradicional que apostava nos medicamentos e nos procedimentos invasivos para tratar dos doentes mentais. Oferecia como alternativa os procedimentos terapêuticos fundamentados no afeto. No judiciário não é diferente. Há aqueles que ainda se utilizam dos mecanismos de poder para exercer a função judicante arbitrariamente. Há os que apostam nos mecanismos de exclusão através das prisões imotivadas e desnecessárias. Há os que servem os interesses do poder econômico e há os que morrem de medo do poder midiático.

Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB) :“obrigação de não criticar”


Mera Coincidência Ou Reação Coordenada? 

Nas últimas semanas, a imprensa nacional tem repercutido o conteúdo de um áudio gravado no aplicativo WhatsApp, pelo presidente da associação de magistrados do Paraná, Frederico Mendes Júnior, orientando e incitando juízes ao ajuizamento individual de ações indenizatórias contra o jornal curitibano Gazeta do Povo.
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