segunda-feira, 4 de maio de 2015
No Congresso, representantes de trabalhadores são minoria.
1º de Maio: renovar nossas lutas
Desde as primeiras greves de operários por melhores condições de trabalho no final do século XIX, o Dia do Trabalhador se consagrou o dia em que os trabalhadores levantam suas bandeiras no mundo. Essa data é a oportunidade de lembrar conquistas e de reforçar a luta pelos avanços ainda necessários.
No Brasil, temas como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, superação do trabalho escravo, o combate à precarização na cidade e no campo e a garantia de igualdade de gênero nas relações trabalhistas ainda estão pendentes.
A crise vai se agravar, mas a esquerda se uniu e Lula voltou
Nasceu a frente de esquerda ordenada na certeza de que o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que ele seja. E uma voz rouca avisou: 'Vou à luta'
Saul Leblon
Alguma coisa de muito importante aconteceu no histórico Vale do Anhangabaú, em São Paulo, nesta sexta-feira, 1º de Maio. Quem se limitou ao informativo da emissão conservadora perdeu o bonde. O tanquinho de areia do conservadorismo, sugestivamente deixou escapar o principal ingrediente desta sexta-feira, que pode alterar as peças do xadrez político brasileiro.
Lula bate prego sem estopa e Dilma inova na Comunicação
Gilberto de Souza
Lula não poupou críticas à mídia conservadora, durante discurso no dia 1º de Maio deste ano
O discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no 1º de Maio, guarda – além do tom elevado, na voz rouca do líder brasileiro – as contradições que cingiram o seu governo e, agora, o de sua sucessora, a presidenta Dilma Rousseff. Em um determinado momento do discurso, Lula afirma:
– Não tem um ‘cara’ da elite brasileira, um (só), que já não tenha recebido favor do Estado brasileiro, que tenha sido salvo pelo Estado brasileiro.
sábado, 2 de maio de 2015
Organizações populares precisam se comunicar com o grande público.
João Otávio
Se as organizações populares, incluindo aí movimentos, sindicatos e partidos que tem sua base nos distintos tipos de trabalhadores e ou minorias mobilizadas por bandeiras específicas não inventarem meio de se comunicar com a população em geral ou o grande publico permanecerão condenadas a ver suas bandeiras, interesses e pontos de vista - sua ideologia em síntese - ignorados pela grande imprensa que desde sempre se identifica e defende a elite dominante.
Paraíba: Imprensa “esconde” manifestações do 1º de maio
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| Grande Imprensa: Mal Intencionada |
Venício A . de Lima
Cinco meses se passaram desde o segundo turno das eleições presidenciais de 2014. Os votos foram apurados, o Tribunal Superior Eleitoral declarou um vencedor que tomou posse e assumiu o poder em 1º de janeiro de 2015. Apesar de tudo isso, a sensação que se tem ao se ler, ouvir ou assistir ao noticiário político dominante nos oligopólios privados de mídia é de que permanecemos em campanha eleitoral, estamos às vésperas de um “terceiro turno”.
Por uma frente unificada de movimentos de esquerda
Ato da CUT
O ato, organizado pelas centrais CUT, CTB, Intersindical e movimentos sociais de diversas áreas, como o direito à moradia, o direito à terra e a democratização da comunicação serviu para o lançamento de uma frente unificada de movimentos de esquerda para enfrentar a ofensiva conservadora no Congresso Nacional.
A Elite refundou a CUT e outros Movimentos
Walter Santos
De combalida à revigorada CUT
Quando em Junho de 2013 uma multidão de brasileiros foi às ruas, a partir de São Paulo, exigir decência na vida pública nacional e mais qualidade nos serviços prestados à população – em particular da Mobilidade (transportes públicos), o Brasil passou a conviver com uma novidade sociológica, que foi tudo acontecer sem Centrais Sindicais, partidos ou personalidades à frente da revolta.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
‘O descaso e até o escárnio do governo brasileiro com os direitos constitucionais dos povos indígenas é assustador’
Dom Erwin Krautler, Bispo do Xingu e Presidente do Cimi.
“O atual governo, ao favorecer abertamente os ruralistas, mostra-se intransigente para com os povos indígenas e quilombolas. Não aceita diálogo com líderes indígenas e rejeita qualquer questionamento ou crítica aos seus planos e projetos desenvolvimentistas. Essa postura arrogante estimula a perseguição e as violências contra os povos indígenas”, afirma D. Erwin Kräutler, bispo do Xingu e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), em pronunciamento feito na Assembleia Nacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida do Norte, no dia 22/02/2105.
Feira de Troca na eleição da UFPE
Adversidade Federal de Pernambuco
Michel Zaidan Filho
Estava eu saindo da UFPE, à noitinha, procurando me esquivar dos cabos eleitorais das diversas candidaturas à reitoria, quando fui abordando por um companheiro ligado a uma das chapas que, em tom de súplica, me pediu que o ouvisse. Tudo bem: dizia que estava estarrecido diante do circo de horrores em que tinha se tornado a eleição para reitor da Instituição de ensino público. Apoiador, como era, de uma candidata que não estava na primeira linha das chapas majoritárias (pelo apoio e os recursos), passou ele a relatar as práticas escabrosas utilizadas na campanha pelos candidatos, escabrosas de fazer corar o mais atrasado chefe político do interior. Ora era o gestor/candidato que estava trocando cargos - de uma futura reestruturação administrativa da UFPE, por apoio eleitoral. Ora era o uso desbragada da máquina administrativa para arrastar diretores, chefes, coordenadores etc.
Não Passarão: Terceirização e Redução da Maioridade
A reversão da Terceirização da redução da Maioridade Penal
Walter Santos
Está muito evidente que, diferentemente de algumas semanas para cá, o espraiamento do debate sobre a Terceirização e a redução da Maioridade Penal com presença continuada dos movimentos populares e de Personalidades do Pais, tem gerado um sentimento de que esses dois polêmicos projetos devem cair.
Perseguição Política: O velho no novo.
Gestores estão demitindo por perseguição política na Paraíba
O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, conselheiro Arthur Cunha Lima, disse nesta sexta-feira (24) que o TCE está de olho nas demissões por perseguições políticas que estão sendo feitas por gestores públicos na Paraíba.
Quanto vale um professor?
Por Nara Rúbia Ribeiro
Na era do culto às celebridades, do elogio à desinteligência, da ânsia pelo fútil, do aplauso ao vazio, quanto vale um professor? Nada. Talvez menos que nada. Talvez seja um número negativo, uma subtração ao padrão de mundo que a maioria almeja.
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