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terça-feira, 1 de maio de 2018
terça-feira, 2 de maio de 2017
A faraônica aposentadoria brasileira
Luiz Zanin
Este 1º de maio deve ser marcado pelas lutas contra a reforma da Previdência. Não tenho qualquer qualificação para discutir se é o INSS mesmo que sangra o Tesouro, a ponto de ter gente afirmando que, se não for feita a tal reforma, o país não terá futuro.
Bem, deve ser de outro país que estão falando. No país em que eu cresci e vivo, a realidade é outra.
Este 1º de maio deve ser marcado pelas lutas contra a reforma da Previdência. Não tenho qualquer qualificação para discutir se é o INSS mesmo que sangra o Tesouro, a ponto de ter gente afirmando que, se não for feita a tal reforma, o país não terá futuro.
Bem, deve ser de outro país que estão falando. No país em que eu cresci e vivo, a realidade é outra.
O que o 1º de Maio ensina à nova cultura política
No final do século XIX, nos Estados Unidos, anarquistas, sindicatos embrionários e jornalistas contra-hegemônicos lutaram pela jornada de 8 horas. Os líderes foram enforcados, mas a vitória repercute ainda hoje — e diz algo sobre as lutas futuras
“Se acreditam que nos enforcando podem conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperam salvar-se e acreditam que o conseguirão, enforquem-nos! Então estarão sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. (Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal “Diário dos Trabalhadores”)
“Se acreditam que nos enforcando podem conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperam salvar-se e acreditam que o conseguirão, enforquem-nos! Então estarão sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. (Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal “Diário dos Trabalhadores”)
segunda-feira, 1 de maio de 2017
sábado, 30 de abril de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de maio de 2015
A crise vai se agravar, mas a esquerda se uniu e Lula voltou
Nasceu a frente de esquerda ordenada na certeza de que o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que ele seja. E uma voz rouca avisou: 'Vou à luta'
Saul Leblon
Alguma coisa de muito importante aconteceu no histórico Vale do Anhangabaú, em São Paulo, nesta sexta-feira, 1º de Maio. Quem se limitou ao informativo da emissão conservadora perdeu o bonde. O tanquinho de areia do conservadorismo, sugestivamente deixou escapar o principal ingrediente desta sexta-feira, que pode alterar as peças do xadrez político brasileiro.
Lula bate prego sem estopa e Dilma inova na Comunicação
Gilberto de Souza
Lula não poupou críticas à mídia conservadora, durante discurso no dia 1º de Maio deste ano
O discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no 1º de Maio, guarda – além do tom elevado, na voz rouca do líder brasileiro – as contradições que cingiram o seu governo e, agora, o de sua sucessora, a presidenta Dilma Rousseff. Em um determinado momento do discurso, Lula afirma:
– Não tem um ‘cara’ da elite brasileira, um (só), que já não tenha recebido favor do Estado brasileiro, que tenha sido salvo pelo Estado brasileiro.
sábado, 2 de maio de 2015
Por uma frente unificada de movimentos de esquerda
Ato da CUT
O ato, organizado pelas centrais CUT, CTB, Intersindical e movimentos sociais de diversas áreas, como o direito à moradia, o direito à terra e a democratização da comunicação serviu para o lançamento de uma frente unificada de movimentos de esquerda para enfrentar a ofensiva conservadora no Congresso Nacional.
A Elite refundou a CUT e outros Movimentos
Walter Santos
De combalida à revigorada CUT
Quando em Junho de 2013 uma multidão de brasileiros foi às ruas, a partir de São Paulo, exigir decência na vida pública nacional e mais qualidade nos serviços prestados à população – em particular da Mobilidade (transportes públicos), o Brasil passou a conviver com uma novidade sociológica, que foi tudo acontecer sem Centrais Sindicais, partidos ou personalidades à frente da revolta.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
A hora é agora: nas ruas
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| Em João Pessoa o dia é 30/4,quinta |
1º de Maio de 2015
A mobilização contra o avanço conservador já não pode tardar. Nada é mais importante do que agigantar a força das manifestações neste 1º de Maio. A hora é agora
Saul Leblon
Uma semana antes deste 1º de Maio de 2015, 79% da bancada do PSDB na Câmara e uma proporção exatamente igual do PMDB votaram pelo desmonte dos direitos trabalhistas no Brasil. À petulância conservadora o PT respondeu com 100% dos votos em defesa da CLT, assim como o PSOL e a bancada dos representantes do PCdoB.
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