Os direitos previdenciários de todo trabalhador resultam de um contrato atuarial firmado entre ele e o Instituto de Previdência oficial (INSS). Neste contrato, multiplica-se a expectativa de vida útil do trabalhador por uma fração econômica que é dividida entre ele, a empresa e o governo. É o chamado modelo de repartição simples. Cada parte contribui com uma parcela do financiamento da aposentadoria. As fontes da Previdência oficial não se limitam, contudo, a esse tipo de financiamento. Desde 1988, os direitos previdenciários estão colocados dentro de um tripé conhecido como Assistência Social, onde estão também a Saúde e os benefícios de prestação continuada.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Zaidan: A reforma da Previdência
Michel Zaidan Filho
Os direitos previdenciários de todo trabalhador resultam de um contrato atuarial firmado entre ele e o Instituto de Previdência oficial (INSS). Neste contrato, multiplica-se a expectativa de vida útil do trabalhador por uma fração econômica que é dividida entre ele, a empresa e o governo. É o chamado modelo de repartição simples. Cada parte contribui com uma parcela do financiamento da aposentadoria. As fontes da Previdência oficial não se limitam, contudo, a esse tipo de financiamento. Desde 1988, os direitos previdenciários estão colocados dentro de um tripé conhecido como Assistência Social, onde estão também a Saúde e os benefícios de prestação continuada.
Os direitos previdenciários de todo trabalhador resultam de um contrato atuarial firmado entre ele e o Instituto de Previdência oficial (INSS). Neste contrato, multiplica-se a expectativa de vida útil do trabalhador por uma fração econômica que é dividida entre ele, a empresa e o governo. É o chamado modelo de repartição simples. Cada parte contribui com uma parcela do financiamento da aposentadoria. As fontes da Previdência oficial não se limitam, contudo, a esse tipo de financiamento. Desde 1988, os direitos previdenciários estão colocados dentro de um tripé conhecido como Assistência Social, onde estão também a Saúde e os benefícios de prestação continuada.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Temer quer quebrar INSS: estados e municípios deixam de pagar dívida
Municípios e Estados poderão renegociar dividas com o INSS
Gustavo Roth
O governo prepara medida provisória que permitirá a Estados e municípios renegociar suas dívidas com o INSS, que hoje somam R$ 90 bilhões. Pela proposta em estudo, o governo quer receber cerca de R$ 18 bilhões em quatro anos e aceita renunciar a R$ 3 bilhões dando descontos de multas e juros.
Gustavo Roth
O governo prepara medida provisória que permitirá a Estados e municípios renegociar suas dívidas com o INSS, que hoje somam R$ 90 bilhões. Pela proposta em estudo, o governo quer receber cerca de R$ 18 bilhões em quatro anos e aceita renunciar a R$ 3 bilhões dando descontos de multas e juros.
terça-feira, 2 de maio de 2017
A faraônica aposentadoria brasileira
Luiz Zanin
Este 1º de maio deve ser marcado pelas lutas contra a reforma da Previdência. Não tenho qualquer qualificação para discutir se é o INSS mesmo que sangra o Tesouro, a ponto de ter gente afirmando que, se não for feita a tal reforma, o país não terá futuro.
Bem, deve ser de outro país que estão falando. No país em que eu cresci e vivo, a realidade é outra.
Este 1º de maio deve ser marcado pelas lutas contra a reforma da Previdência. Não tenho qualquer qualificação para discutir se é o INSS mesmo que sangra o Tesouro, a ponto de ter gente afirmando que, se não for feita a tal reforma, o país não terá futuro.
Bem, deve ser de outro país que estão falando. No país em que eu cresci e vivo, a realidade é outra.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Reforma da Previdência ignora R$ 426 bilhões devidos por empresas ao INSS
Ana Magalhães
Enquanto propõe que o brasileiro trabalhe por mais tempo para se aposentar, a reforma da Previdência Social ignora os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS. O valor da dívida equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência em 2016. Esses números, levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), não são levados em conta na reforma do governo Michel Temer.
Enquanto propõe que o brasileiro trabalhe por mais tempo para se aposentar, a reforma da Previdência Social ignora os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS. O valor da dívida equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência em 2016. Esses números, levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), não são levados em conta na reforma do governo Michel Temer.
domingo, 15 de janeiro de 2017
“Reforma” da Previdência pode devastar municípios brasileiros
Benefícios do INSS são mais de 25% do PIB de 500 cidades brasileiras
Levantamento mostra que dependência em relação a valores pagos pela Previdência Social passa de 60% em alguns municípios do país
Glauco Faria
O jornal Valor Econômico divulgou um levantamento nesta quarta-feira (11) mostrando que os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) representam 25% do PIB em ao menos 500 municípios do país.
Levantamento mostra que dependência em relação a valores pagos pela Previdência Social passa de 60% em alguns municípios do país
Glauco Faria
O jornal Valor Econômico divulgou um levantamento nesta quarta-feira (11) mostrando que os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) representam 25% do PIB em ao menos 500 municípios do país.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Fiscalização do auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
Governa organiza mutirão para rever concessão de benefícios da Previdência Social
O governo fará mutirões, inclusive em feriados e finais de semana, para rever a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo fontes oficiais, os benefícios que serão revisados por falta de fiscalização periódica custam, ao ano, 27 bilhões e meio de reais.
O governo fará mutirões, inclusive em feriados e finais de semana, para rever a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo fontes oficiais, os benefícios que serão revisados por falta de fiscalização periódica custam, ao ano, 27 bilhões e meio de reais.
terça-feira, 14 de junho de 2016
Trabalhadores Rurais ocupam INSS para protestar contra extinção do MPS
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag-PB) e os Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTRs) a ela filiados ocuparão, na próxima quinta-feira (16), as Gerências Executivas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de João Pessoa e Campina Grande. O "Dia de Luta", uma mobilização nacional em defesa dos direitos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, acontecerá a partir das 8h, na Agência Regional de João Pessoa, localizada na Rua Barão do Abiaí, nº 73, Centro, e em Campina Grande, na Rua Cel. João Lourenço Porto, nº 89.
A expectativa é de que cerca de 3 mil Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de todo o Estado participem do ato em protesto ao retrocesso de direitos: contra a reforma da Previdência e a extinção dos Ministérios da Previdência Social (MPS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA); pela manutenção do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR); e em defesa da democracia.
quinta-feira, 17 de março de 2016
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Sonegação de impostos é sete vezes maior que a corrupção
Carlos Drummond
Deixa-se de recolher 500 bilhões de reais por ano aos cofres públicos no País, ao passo que o custo anual médio da corrupção no Brasil, em valores de 2013, corresponde a 67 bilhões anuais
No País que é vice em sonegação, só a corrupção interessa
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