E agora, como e para onde vai o PT?
Walter Santos
O mundo político brasileiro de uma forma geral, e o paraibano em particular, convivem desde pouco tempo com uma nova realidade de força e encaminhamento ao avesso do que se vinha assistindo como fruto de Políticas socializantes, de verdadeira inclusão social construindo o que se convencionou de redução das desigualdades sociais.
sábado, 8 de outubro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Flávio Dino: “A vantagem é que a história não acaba”
Em entrevista ao Blog do Rovai, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), fez uma análise do momento político do país, incluindo as eleições deste ano. Tratou ainda da forma com que a Lava Jato foi instrumentalizada e a mudança de direção nos rumos do país. Aproveitando os 28 anos de promulgação da Constituição, Flávio Dino, que já foi juiz federal, comentou que a carta magna, “fruto de uma articulação progressista”, deu contribuições importantes no cenário político do país.
Com esgotamento de PT e PSDB, cerne político do país se desloca para o RJ
Vladimir Safatle
“A eleição do sr. João Doria é uma dessas piadas que só situações terminais são capazes de produzir.Implodindo seu próprio partido, com processos nas costas sobre abuso de poder econômico, esse personagem –frequentador de negócios obscuros com verbas públicas, de socialites caricatas e de programas do Amaury Jr.– representa o coroamento da miséria do projeto do sr. Alckmin.”
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Oligarquias praticam o golpe da reconquista
Leonardo Boff, em seu blog:
O golpe de classe via parlamento é um processo que gerou uma cadeia de outros golpes com especial atropelo da ordem juridica e constitucional. Os golpes são contra a diversidade social e de gênero, não mais representada no governo, golpe na cultura, golpe na saúde, golpe nos direitos sociais, golpe nas aposentadoria, golpe judicial e ultimamente golpe nas eleições. Estes golpes têm por detrás as oligarquias conservadoras que utilizaram uma sagaz estratégia de conquistar setores do judiciário, do ministério publico, da polícia federal e do corpo de procuradores para conseguir seus fins.
O golpe de classe via parlamento é um processo que gerou uma cadeia de outros golpes com especial atropelo da ordem juridica e constitucional. Os golpes são contra a diversidade social e de gênero, não mais representada no governo, golpe na cultura, golpe na saúde, golpe nos direitos sociais, golpe nas aposentadoria, golpe judicial e ultimamente golpe nas eleições. Estes golpes têm por detrás as oligarquias conservadoras que utilizaram uma sagaz estratégia de conquistar setores do judiciário, do ministério publico, da polícia federal e do corpo de procuradores para conseguir seus fins.
Carta a Dallagnol e cia.
A leitura do texto abaixo é altamente aconselhável aos magistrados da república de Curitiba, e outros mais
Luiz Gonzaga Belluzo
“Essas conquistas da humanidade são pisoteadas por quem deveria defendê-las. O Estado se transforma num aparato administrativo desgovernado e despótico, numa caricatura de si mesmo, num butim a ser dilapidado por ocupantes eventuais”, escreve Luiz Gonzaga Belluzo, economista, em artigo publicado por CartaCapital, 06-10-2016.
Luiz Gonzaga Belluzo
“Essas conquistas da humanidade são pisoteadas por quem deveria defendê-las. O Estado se transforma num aparato administrativo desgovernado e despótico, numa caricatura de si mesmo, num butim a ser dilapidado por ocupantes eventuais”, escreve Luiz Gonzaga Belluzo, economista, em artigo publicado por CartaCapital, 06-10-2016.
No aniversário da Constituição, procuradores da República pedem cautela a colegas
Um grupo de procuradores da República, dentre os quais quatro da Paraíba (Duciran Farena e Luciano Maia, que já atuaram no Estado, além dos atuais José Godoy e Sérgio Rodrigo de Castro Pinto) escreveu uma carta no dia em que a Constituição Federal completa 28 anos (5 de outubro) para provocar uma reflexão sobre a missão dos membros do Ministério Público Federal (MPF).
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Justiça contra Sindicato dos Bancários JP: Greve
| Quem alega diferença e devolve ? |
O juiz titular da 5ª Vara do Trabalho de João Pessoa, Paulo Henrique Tavares da Silva, deferiu pedido do procurador do Trabalho Eduardo Varandas e determinou o bloqueio cautelar de R$ 20 mil nas contas bancárias do Sindicato dos Bancários da Paraíba. O pedido feito pelo Ministério Público do Trabalho no Estado (MPT-PB) foi em razão da entidade está descumprindo acordo judicial (firmado em 2012) e prejudicando a população, especialmente pensionistas e aposentados.
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