Em novo artigo, Valerio Arcary diz que “a direção do PT tem o dever de encabeçar a luta contra Bolsonaro. Isso significa, neste momento, dar um passo em frente"
Por Valerio Arcary
As virtudes dos homens são semelhantes ao voo dos pássaros.
A ave que se habitua à paisagem rasteira perde o gosto pela altura.
Sabedoria popular indiana
Nada é tão poderoso neste mundo como uma ideia cujo momento chegou.
Sabedoria popular espanhola
A luta para tirar Bolsonaro do segundo turno das eleições de 2018 deve ser um dos eixos de todas as correntes da esquerda brasileira. Quem pensa que a luta contra Bolsonaro é somente uma luta eleitoral se engana. O combate contra os neofascistas não se reduz à arena eleitoral. A paralisação dos caminhoneiros deixou claro que a disputa contra a extrema-direita veio para ficar. Ela é uma batalha em todas as frentes.
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segunda-feira, 11 de junho de 2018
Não se deve terceirizar para Ciro Gomes a luta contra Bolsonaro
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Mais trabalho, menos direitos; o Brasil rumo à precarização total
BRASIL, RUMO À PRECARIZAÇÃO TOTAL: MAIS TRABALHO, MENOS DIREITOS
O que é "mais-valia"? Uma análise do impacto que a reforma trabalhista provocará no mercado de trabalho nos permite entender esse conceito de uma forma prática.
Claudio R. Duarte
O precariado permanente
O que está por trás dos projetos de reforma trabalhista e previdenciária é nitidamente a tentativa de redução do custo de reprodução da força de trabalho no Brasil visando ao aumento das taxas de lucros dos empresários. Business as usual: um retorno ao padrão de superconcentração de renda do capitalismo predatório brasileiro que sempre tivemos.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
De novo, a armadilha das "Diretas Já"
José Arbex Jr.
A falência do governo Temer trouxe à tona a demanda pela convocação de eleições “diretas já”, estabelecendo um vínculo político com o movimento que, em 1984, marcou a transição do regime militar para a suposta democracia no Brasil. Setores importantes da esquerda abraçam a perspectiva, incluindo a Frente Brasil Popular (que reúne os mais importantes partidos da esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, incluindo o PT, a CUT e o MST), o MTST, artistas e intelectuais. “Diretas já” parece ser, portanto, a via encontrada pela esquerda para dar um basta ao governo golpista e criar os meios para impedir a realização das reformas trabalhista e previdenciária que ameaçam golpear profundamente a juventude e os trabalhadores brasileiros.
A falência do governo Temer trouxe à tona a demanda pela convocação de eleições “diretas já”, estabelecendo um vínculo político com o movimento que, em 1984, marcou a transição do regime militar para a suposta democracia no Brasil. Setores importantes da esquerda abraçam a perspectiva, incluindo a Frente Brasil Popular (que reúne os mais importantes partidos da esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, incluindo o PT, a CUT e o MST), o MTST, artistas e intelectuais. “Diretas já” parece ser, portanto, a via encontrada pela esquerda para dar um basta ao governo golpista e criar os meios para impedir a realização das reformas trabalhista e previdenciária que ameaçam golpear profundamente a juventude e os trabalhadores brasileiros.
domingo, 24 de julho de 2016
Nenhum direito a menos
Marcelo Castaneda
O governo interino de Michel Temer (PMDB-SP) está ajeitando a casa ao seu molde e as novidades nada surpreendentes do receituário neoliberal virão assim que for efetivado, no final de agosto. Tudo leva a crer que esse é o cenário mais provável, ainda que dependa do julgamento no Senado. Na última terça (19/07), parece ter alinhavado tudo em jantar com Renan Calheiros (PMDB-AL) e Rodrigo Maia (DEM-RJ). Neste artigo, traço um panorama das ações mais evidentes que estarão em jogo a fim de delinear frentes de luta que sejam específicas e, talvez, ganhem força se adotarem como mote a ideia de “nenhum direito a menos”, a partir de uma defesa da Constituição de 1988.
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