Com o objetivo de sensibilizar a opinião pública e entidades da sociedade civil para o problema da alimentação popular na capital, movimentos e munícipes se juntaram para chamar atenção para as tentativas ou propósitos de implantação de alimentos ultraprocessados, a “Farinata”, também conhecida como “ração humana”, na alimentação das populações em situação de rua e em idade escolar. Estarei presente e espero vocês lá!
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Comer é ato político
Eduardo Suplicy
Com o objetivo de sensibilizar a opinião pública e entidades da sociedade civil para o problema da alimentação popular na capital, movimentos e munícipes se juntaram para chamar atenção para as tentativas ou propósitos de implantação de alimentos ultraprocessados, a “Farinata”, também conhecida como “ração humana”, na alimentação das populações em situação de rua e em idade escolar. Estarei presente e espero vocês lá!
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Com o objetivo de sensibilizar a opinião pública e entidades da sociedade civil para o problema da alimentação popular na capital, movimentos e munícipes se juntaram para chamar atenção para as tentativas ou propósitos de implantação de alimentos ultraprocessados, a “Farinata”, também conhecida como “ração humana”, na alimentação das populações em situação de rua e em idade escolar. Estarei presente e espero vocês lá!
sábado, 28 de outubro de 2017
Gestão midiática de Doria Jr. promove pobres a biodigestores de lixo orgânico
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| “carne de excrementos humanos” |
Vivemos tempos realmente estranhos. Chegamos no futuro e parece que a realidade começa a realizar, de maneira irônica, as distopias sci fi dos anos 1970 como por exemplo, “No Mundo de 2020” (Soylent Green, 1973, com Charlton Heston) no qual uma empresa produzia um tablete verde para alimentar as massas pobres, enquanto somente a elite tinha comida de verdade. Confirmando a vocação paulistana vanguardista de laboratório para o “brave new world”, o prefeito João Doria Jr. anuncia o programa “Alimento para Todos”, numa parceria com a Plataforma Sinergia para processar restos de alimentos que se transformarão em um “granulado nutritivo” para a “camada mais pobre da sociedade” – seguindo a trilha do Japão que já possui “carne de excrementos humanos”. Como “gestor sustentável”, Doria Jr. acredita que todos ganharão: não haverá nem desperdício e nem fome. Se no filme de 1973 tudo era envolto em uma conspiração, hoje tudo é cinicamente explícito através da “Pobretologia” - resolver o problema do Capitalismo que produz restos (pobres, famintos, desempregados, idosos, aposentados, excluídos etc.) e que precisam ser reciclados de forma cinicamente “sustentável”: desempregados viram empreendedores, idosos se convertem em target de consumo chamado “Melhor Idade” e pobres viram biodigestores de restos orgânicos.
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
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