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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Poluição nas praias de João Pessoa



Lucas de Brito faz alerta sobre poluição nas praias de João Pessoa

Lucas de Brito (PSL) fez um alerta, nesta quarta-feira (15), na tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), sobre a perda da balneabilidade – que é a condição da água estar própria para o banho – das praias de João Pessoa.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Moradores fazem protesto em frente a fábrica de cimento em João Pessoa

Grupo queimou pneus próximo ao Acesso Oeste. Empresa diz que vai melhorar a eficiência dos sistemas de filtro.

G1 PB

Moradores da Ilha do Bispo, em João Pessoa, reclamam da poeira de cimento que se acumula nas casas (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um grupo de moradores da Ilha do Bispo, em João Pessoa, realiza na manhã desta quarta-feira (29) um protesto em frente a uma fábrica de cimento. O grupo impede a passagem de caminhões para dentro do terreno da fábrica e tocou fogo em pneus próximo ao viaduto do Acesso Oeste.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Poluição dos carros mata 2 milhões de pessoas por ano


Estudo sobre o assunto será divulgado hoje (23) em São Paulo, em evento na Câmara Municipal.

São Paulo perde 4.655 vidas por ano por causa da poluição do ar, que acarreta de doenças cardiorrespiratórias a câncer do pulmão. O número é três vezes maior do que o de mortes causadas por acidente de trânsito (1.556) no mesmo período. No estado paulista, as mortes por poluição chegam a 15 mil.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Luiz Couto registra denúncia contra indústria Monte Alegre

Vinhoto no Rio Mamanguape


O deputado Luiz Couto (PT) registrou, no plenário da Câmara Federal, a denúncia encaminhada pelo indígena Potiguara, de Baia da Traição (PB), conhecido como Capitão, dando conta de que no dia 12 deste mês a Indústria de açúcar Monte Alegre, com sede em Mamanguape, derramou vinhoto nas águas do Rio Mamanguape matando milhares de peixes, camarões e outros crustáceos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Carta Capital recusa anúncio da Eternit a favor do amianto





Conceição Lemes

13 de fevereiro de 2012 já entrou definitivamente para a história. Juízes italianos anunciaram em Turim a condenação dos ex-proprietários da Eternit, o barão belga Jean-Louis de Cartier de Marchienne e o magnata suíço Stephan Schmidheiny, a 16 anos de prisão e ao pagamento de quase 100 milhões de euros a um extenso elenco de cidadãos, instituições e entidades. 

Ambos foram declarados culpados por desastre ambiental permanente e omissão dolosa de medidas de segurança, que levaram à morte 2.160 trabalhadores.

Desde então, a Eternit do Brasil está tendo de se explicar.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cidades da Paraíba sofrem com déficit hídrico


Sessenta e cinco municípios do Estado sofrem com o déficit de recurso hídrico, segundo pesquisa Agência Nacional de Águas (ANA).

Nathielle Ferreira

Sessenta e cinco municípios da Paraíba sofrem com o déficit de recurso hídrico e precisam de um novo manancial para ter abastecimento de água. Outras 67 cidades têm que ampliar o sistema até 2015. Caso contrário, ficarão sem acesso ao recurso hídrico. A constatação é de uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Águas (ANA), que traçou um diagnóstico das condições hídricas do Estado.


O estudo, chamado de Atlas de Abastecimento Urbano de Água, verificou a situação dos mananciais e dos sistemas produtores de água da Paraíba e comprovou que, dos 223 municípios do Estado, apenas 81 possuem abastecimento considerado satisfatório. No entanto, 78 deles, ou seja, a maior parte, são cidades pequenas que possuem menos de 50 mil habitantes. Apenas uma tem mais de 250 mil moradores.


Para o presidente da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas) do Nordeste, Waldir Duarte Costa Filho, a situação é considerada preocupante. Ele conta que a Paraíba, a exemplo do resto do Nordeste, possui formação geológica que favorece a seca. “No Nordeste, 80% do território são formados por rochas cristalinas, onde não há água e apenas 20% são de estruturas sedimentares, que contêm os depósitos de água subterrâneos e que são vulneráveis a contaminação”, detalha.


O presidente da Abas afirmou que os depósitos de água subterrâneos da Paraíba estão ameaçados de poluição por acúmulo de lixo, postos de combustíveis e esgotos sem tratamento.


Mesmo sem citar número, Waldir Costa declarou que o Estado está sujeito a sofrer as mesmas contaminações que já interferiram em outras localidades do Nordeste.
“Em Fortaleza, 80% dos mananciais subterrâneos estão poluídos por esgoto. Em Natal, ocorre a mesma coisa. Na Paraíba, para definirmos um percentual, seria preciso fazer estudos, mas o Estado também está vulnerável a essa poluição”, ressalta.


Lixo


O lixo é um dos principais responsáveis pela contaminação dos mananciais de água subterrâneos da Paraíba. O engenheiro sanitarista Edmilson Fonseca explica que a poluição dos recursos hídricos não é apenas um problema ambiental, mas também de saúde pública. Ele explica que, dependendo do material lançado na natureza, podem surgir doenças intestinais e até problemas no sistema nervoso.


Autuações


A Semam autuou este ano diversas empresas privadas e órgãos públicos da capital por danos ao meio ambiente. Entre as autuadas, está a Cagepa, apontada por despejar esgoto sem tratamento nos rios Cabelo, que nasce em Mangabeira e deságua na Praia da Penha, e Jaguaribe, que nasce no bairro de mesmo nome.


Em Mangabeira, por exemplo, a Semam já flagrou, por diversas vezes, esgoto in natura sendo despejado no rio Cabelo. No local, existe uma estação da Cagepa que deveria realizar o tratamento dos dejetos antes deles serem lançados no rio. No entanto, quando o maquinário quebra ou para de funcionar por falta de energia, os esgotos são despejados sem nenhum tipo de tratamento no rio Cabelo. “O esgoto atinge a nascente do rio. A poluição começa na área próxima ao hospital de Mangabeira, passa pela estação hípica e chega até a Praia da Penha”, diz a chefe da Divisão de Fiscalização da Semam, Socorro Menezes.


Ações estão sendo movidas na Justiça também pela Promotoria do Meio Ambiente.
A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA tentou entrar em contato com a Cagepa para comentar o assunto, mas o responsável pela assessoria de imprensa não atendeu aos chamados pelo celular e não retornou as ligações.

Jornal da Paraíba

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carros barulhentos em João Pessoa

Mais de 4.700 denúncias de poluição sonora este ano em João Pessoa


O 'Disque Silêncio' da Prefeitura de João Pessoa (PMJP), que funciona pelo telefone 0800 281 9208, é um dos serviços mais utilizados pela população da cidade para denúncias sobre poluição sonora.

Só no primeiro semestre deste ano, a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) registrou 4.708 denúncias e aplicou 129 multas, sendo que 101 delas tiveram como fontes poluidoras carros com equipamentos de som.

De acordo com dados da Divisão de Fiscalização da Semam, o setor recebe, em média, 30 denúncias de poluição sonora por dia. Nos fins de semana, esse número chega a 60 ligações ou mais.

Sistema - 

 O registro de denúncia é atualizado a cada chamada indicando o local onde está ocorrendo o fato com seu ponto de referência, a fonte poluidora, dia e hora em que foi efetuada a reclamação, além da identificação do denunciante e número de telefone para contato. O serviço funciona 24h.

O repasse da denúncia é feito de imediato via rádio ou entregue em mãos aos fiscais plantonistas, que vão até o local indicado. Ao chegar lá, a equipe faz as medições do ambiente segundo parâmetros estabelecidos pela Norma Brasileira 10151 acústica, que faz a avaliação do ruído em áreas habitadas. O objetivo desse trabalho é garantir o conforto e a saúde da população, para então adotar as medidas legais pertinentes.

Fiscalização -

As ações dos fiscais da Divisão de Fiscalização da Semam são pautadas pela legislação brasileira. Porém, em muitos casos, os servidores municipais enfrentam reações violentas por parte dos denunciados, que na maioria são donos de carros particulares.  As agressões são muitas vezes verbais, mas existem registros de agressão física.

Segundo o art. 331 do Código Penal Brasileiro, desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela origina pena de detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.


Correio PB

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ministério Público Federal e a termoelétrica de Campina Grande, Paraíba.




MPF debate possíveis impactos causados por instalação de usina em CG


Com MPF

O Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande se reuniu nesta quarta-feira (25) com Organizações Não-Governamentais ligadas ao meio ambiente para discutir os possíveis impactos causados pelo funcionamento de uma termoelétrica no município. No encontro, foram apresentados o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) referentes ao projeto de implantação da usina.

A audiência, recomendada pelo MPF no final de março, e convocada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema), foi realizada na Teatro Rosil Cavalcanti, no Centro de Campina Grande. A recomendação da audiência surgiu em virtude da não apresentação prévia dos dois documentos – o EIA e o Rima – à sociedade, para garantir participação popular na discussão do projeto. A empresa responsável pela construção da usina é a Borborema Energética S/A.

Os documentos que compõem o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente da implantação da unidade termoelétrica em Campina Grande estão disponíveis ao público nas unidades da Sudema em Campina Grande e João Pessoa. O site do MPF também disponibiliza os documentos.

Poluição 

Em 2010, a Procuradoria da República em Campina Grande instaurou Procedimento Administrativo, a partir de representação, visando apurar eventuais irregularidades no procedimento de licenciamento ambiental concedido pela Sudema para implantar uma usina termoelétrica em Campina Grande com potência de 164 MW. Conforme a representação, será utilizado para queima de combustível OCB1, altamente poluente, quando poderia ser utilizado combustível biodiesel assegurando-se a sustentabilidade ambiental.

Paraíba 1

quarta-feira, 30 de março de 2011

Japão: Hiroshima outra vez

Maria Clara Lucchetti Bingemer

Parece incrível que isso tenha acontecido com um país tão desenvolvido, como o Japão, e um povo tão disciplinado e ordenado como o japonês. De repente toda a população sobressaltada, passando do sobressalto à dor, e após constatar-se a si mesmo em vida, ter que viver com uma ameaça permanente sobre a cabeça. Que rastros danosos e mortais terão deixado a irradiação em seus corpos e vidas?

A comparação com a tragédia de Hiroshima é inevitável. Há, porém, uma diferença fundamental. Esta foi provocada por agentes externos, enquanto agora o detonador se encontrava dentro do próprio corpo do belo arquipélago japonês. Foi de dentro de suas entranhas que o Japão viu surgir o monstro que lançou a destruição sobre seu território e agora exibe sequelas a serem rastreadas entre seu povo.

O fato é que após os tremores e o tsunami, o Japão está sob sério risco de explosões nucleares. As autoridades, extremamente preocupadas, informam que a possibilidade de uma nova explosão é muito alta, pois a usina nuclear de Fukushima sofreu sérios danos durante o terremoto do último dia 11 de março e no dia seguinte, sábado, 12, explodiu pela primeira vez.

Ninguém duvida que o disciplinado povo japonês esteja tomando medidas para evitar nova explosão. No entanto, se esta acontecer, o reator nuclear será irremediavelmente danificado, afirma o porta-voz do governo japonês. E ainda que a nova explosão não aconteça, a Companhia Elétrica de Tóquio informa que os níveis de radiação ao redor da usina já estão acima dos limites permitidos. Houve a tentativa de refrigerar o núcleo radiador com água do mar, mas não foi eficaz.

Com grande eficiência, os cerca de 170 mil moradores da área foram retirados. No entanto, cerca de 20 pessoas foram comprovadamente expostas à radiação e recebem tratamento. E mais longe o medo cresce: e a água? E os rios? E os alimentos e plantações? Não estará tudo também contaminado, provocando uma super contaminação em série exponencial como há anos em Chernobyl, na Ucrânia, cujos moradores até hoje sofrem as consequências nefastas do acidente nuclear?

O número de mortos vítimas do terremoto e do tsunami no Japão já passa de 10 mil. Histórias comoventes de sobrevivências aparentemente impossíveis, como as da avó e do neto, de 16 anos, soterrados na cozinha de casa e resgatados após 9 dias emocionam o mundo.

É o mundo inteiro que treme com o Japão. É o coração de toda a humanidade que bate por Fukushima como bateu por Hiroshima. No entanto, não basta compadecer-se e sofrer em comunhão com o povo japonês e os estrangeiros que lá se encontram e foram colhidos de surpresa pela catástrofe. É preciso aprender as lições das tragédias. E uma dessas lições é que sistemas tão complexos como reatores nucleares não são totalmente seguros. Ao contrário, são extremamente vulneráveis e não é possível à ciência e à técnica humanas, por mais avançadas que sejam, prevenir e evitar acidentes que porventura possam acontecer.

A energia nuclear não é segura. E isso exige que os países que a usam façam uma séria reavaliação sobre seu uso. De todas as desvantagens e negatividades, a maior de todas é o enorme risco que representa para o meio ambiente e a vida humana. A radioatividade é, sem dúvida, o flanco aberto da energia nuclear. 

Especialmente perigosa, causa não apenas mortes imediatas como em Chernobyl, mas doenças letais – o câncer e outras – que se manifestam anos depois.

Por isso, alguns países optaram por excluir a energia nuclear das opções de seu sistema. Outros, como o Japão a mantiveram. Passaram-se 25 anos sem acidentes e a confiança da humanidade na segurança dos reatores foi crescendo. Agora, o caso japonês foi um duro golpe sobre esta confiança e credibilidade. O nobre povo japonês saboreia os frutos amargos dessa escolha.

Que a lição de Fukushima plante firme em nossas mentes e corações que a ciência e a técnica necessitam de limites e vigilância ética. Incessantemente e sempre. Mesmo quando tudo parece tranquilo e sem riscos. Pois qualquer coisa que ameace a vida humana não pode ser positiva, mesmo que traga avanços e progressos de qualquer tipo.

Num mundo onde tudo é profano, só uma coisa é sagrada: a humanidade, criatura querida e dileta do Criador. Preservá-la é o dever mais sagrado de todo ser humano em tudo que puder e desejar produzir e inventar. Que a dor do Japão nos ensine isso em todas as partes do globo terrestre.

Adital

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Para ministra, lixo e esgoto também são desafios ambientais



Daniela Chiaretti

Izabella Teixeira: "O cidadão tem que se apropriar da temática ambiental além da fronteira da fiscalização e do licenciamento"

A bióloga Izabella Teixeira, 49 anos, fala rápido e lança questões dentro das próprias afirmações. Especialista em avaliação ambiental estratégica, a ministra do Meio Ambiente repete várias vezes a expressão "ampliar o debate" ou "construir a agenda", traindo a base técnica de quem tem doutorado em planejamento ambiental.

Talvez por isso, e por lembrar que 80% da população brasileira vive em zona urbana, Izabella mire as cidades em sua gestão. "Lixo e esgoto são dois dos principais problemas ambientais deste país", diz, ao lembrar também que é preciso dar novo desenho à dinâmica de mobilidade das cidades brasileiras. Fala, emocionada, da invisibilidade dos catadores de lixo em um País campeão de reciclagem, mas que não os enxerga nem reconhece nas políticas públicas. "Eles, os catadores, são verdadeiros ecologistas de plantão."

Valor Econômico

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Votorantim corta o plano de saúde de aposentados por invalidez



Os ex-funcionários da empresa Votorantim Metais, da unidade de Três Marias (MG), perderam o direito de ter acesso aos serviços do plano de saúde. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do município, todos eles foram aposentados por invalidez e tiveram as condições de saúde afetadas enquanto atuavam na Votorantim.

Por meio de um comunicado elaborado pela assessoria de comunicação, a empresa diz que cumpre com todas as suas obrigações e que estendeu por vontade própria o benefício do plano de saúde, que deveria ter sido encerrado em 2006. A categoria realiza nesta segunda-feira (6) uma manifestação em frente à sede da empresa e pede apoio aos vereadores na Câmara Municipal.

A unidade de Três Marias da Votorantim Metais é conhecida pelos inúmeros desastres ambientais que já causou com a extração subterrânea de minérios. No maior deles, ocorrido em 1999, uma escavação atingiu um lençol freático, que invadiu a mina a uma profundidade de 350 metros. Para continuar explorando a mina, a empresa bombeia 7.5 mil metros cúbicos de água por hora. Essa quantidade é suficiente para encher a Baía da Guanabara uma vez por ano.

Radioagência NP
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