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segunda-feira, 20 de novembro de 2017
terça-feira, 6 de junho de 2017
Fachin em jantar com Joesley, o Folgadão, e Renan, que varou a madrugada? Pode isso? Não!
Ministro tem de abrir mão da relatoria nesse caso, que nem petrolão é; sua proximidade com pessoas da J&F o desabilitam a ser um árbitro tão generoso, não é mesmo?
Reinaldo Azevedo
Ministro andou metendo os pés pelas mãos.
O Brasil já vive hoje sob uma virtual ditadura do Ministério Público Federal. Parte considerável de seus integrantes, capitaneados por Rodrigo Janot, resolveu privatizar a democracia. Parlamentar, ministro ou magistrado grampeados que expressarem uma opinião favorável ao projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade, por exemplo, podem ser acusados pelo digníssimo Rodrigo Janot de “obstrução da investigação”. E, por favor!, não ousem nem mesmo fazer perguntas a Edson Fachin, o relator do petrolão, que homologou a delação que deu salvo-conduto para um bandido como nunca houve no país. Pois é… Ocorre que terei de fazer as perguntas:
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sábado, 20 de maio de 2017
Vazamento é crime ?
CCJ da Câmara tipifica crime de vazamento de investigação sigilosa
A CCJ aprovou ontem, 31, o PL 1947/07, do deputado Sandro Mabel (PR/GO), que tipifica o crime de violação e vazamento de sigilo investigatório. A matéria segue para a votação em plenário.
A CCJ aprovou ontem, 31, o PL 1947/07, do deputado Sandro Mabel (PR/GO), que tipifica o crime de violação e vazamento de sigilo investigatório. A matéria segue para a votação em plenário.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Até quando, Gilmar Mendes, abusarás na nossa paciência?
Gilmar Mendes suspende coleta de provas em investigação sobre Aécio
Ministro do STF havia autorizado inquérito para investigar o senador tucano.
Investigação se refere a suspeita de corrupção na estatal Furnas.
G1
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Conselho do Ministério Público deve colocar ordem na casa
"Ao receber o pedido de nulidade do Pedido de Investigação Criminal contra Lula, formulado por um procurador que bateu o recorde de 245 denúncias por negligência, o Conselho Nacional do Ministério Público ganhou a oportunidade de dar uma contribuição para se colocar ordem nas relações entre o Ministério Público e o regime democrático", escreve Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, mencionando o procurador Valtan Timbó; o jornalista destaca que, para a abertura de um inquérito, "é preciso que se reúnam os chamados 'indícios probatórios', elemento típico dos regimes democráticos", e avalia que o que se pretende, com o gesto do procurador contra o ex-presidente, "é tentar criar um ambiente de tensão e suspeita"; o CNMP "tomará uma medida necessária à preservação das instituições brasileiras, que não podem ser ameaçadas por aventuras nem gestos de tumulto", conclui
quinta-feira, 26 de março de 2015
Janine Questiona: Porque se investiga só o PT ?
O intelectual Renato Janine Ribeiro, professor de ética e filosofia da USP, publica um importante artigo nesta quarta-feira, em que critica o simplismo da agenda de quem protestou no dia 15 de março, como se a eliminação do PT pudesse libertar o Brasil da corrupção; "Há uma reação tola", diz ele; "Um dos modos dessa reação é carimbar um culpado bem afastado de nós. O PT cumpre hoje esse papel de demônio, que já foi de Getúlio Vargas. Assim se afasta de nós esse cale-se. Somos poupados"; ele também levanta questões importantes: "Por que tantos querem que a investigação foque só o PT? A apuração não deve ser ampla, geral e irrestrita?"
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Procuradoria acusa Ricardo e mais seis de abuso de poder
A Procuradoria Regional Eleitoral da Paraíba (PRE/PB) ingressou hoje, 17 de dezembro de 2014, com Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra Ricardo Vieira Coutinho, governador reeleito nas eleições de 2014. Também são réus na ação Ana Lígia Costa Feliciano, Francisco César Gonçalves, Márcia de Figueiredo Lucena Lira, Waldson de Souza Dias, Antônio Eduardo Albino de Moraes Filho e Renato Costa Feliciano.
Eles são acusados de abuso de poder político e, se forem condenados, estarão sujeitos à sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes à de 2014, além da cassação do registro ou diploma dos candidatos beneficiários Ricardo Vieira Coutinho e Ana Lígia Costa Feliciano.
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