Por Luiz Gonzaga Belluzzo, na revista CartaCapital:
Publicado na quarta-feira 4 de julho no jornal Valor, o artigo de Martin Wolf, editor do Financial Times, denuncia as manobras de Donald Trump para implodir a ordem mundial. “São características destacadas do comportamento de Trump suas invenções, sua autocomiseração e sua prática da intimidação: os outros, inclusive os aliados históricos, estão “zombando de nós” em relação ao clima ou “nos enganando” em relação ao comércio exterior. A União Europeia, argumenta ele, “foi implantada para tirar proveito dos EUA, certo? Não mais... Esse tempo acabou”.
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domingo, 15 de julho de 2018
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
sábado, 8 de julho de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Um panorama de nuvens para a esquerda brasileira
Marcelo Castañeda
Donald Trump foi o centro das atenções nas timelines brasileiras do Facebook nesta semana, aparecendo como o fim do mundo numa espécie de inversão do 11 de setembro, data da queda das Torres Gêmeas. Antes mesmo da sua posse, aparece como símbolo da onda conservadora que domina o mundo no discurso esquerdista. Discurso que não tem mais lugar no mundo globalizado, por mais que a globalização mostre seus sinais de estagnação e nacionalismos cada vez mais exacerbados.
Donald Trump foi o centro das atenções nas timelines brasileiras do Facebook nesta semana, aparecendo como o fim do mundo numa espécie de inversão do 11 de setembro, data da queda das Torres Gêmeas. Antes mesmo da sua posse, aparece como símbolo da onda conservadora que domina o mundo no discurso esquerdista. Discurso que não tem mais lugar no mundo globalizado, por mais que a globalização mostre seus sinais de estagnação e nacionalismos cada vez mais exacerbados.
Fenômenos como Donald Trump não são passageiros; são regra
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| A esquerda não afeta as classes empobrecidas |
Há uma passagem na "Dialética do Esclarecimento" na qual os filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer afirmam que, muitas vezes, não há nada mais estúpido do que ser inteligente.
Nessa passagem, eles descrevem como seus amigos intelectuais tinham análises detalhadas e bastante astutas para provar de forma cabal como a ascensão do nazismo nunca seria possível. Nenhuma delas serviu para impedir o que era, no final das contas, claro como o sol ao meio-dia.
Bem, a eleição de Donald Trump é, mais uma vez, a prova de como muitas vezes não há nada mais estúpido do que ser inteligente.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Žižek: Hillary, Trump e o mal menor
A questão não é votar para Trump (não só não se deve votar para um verme como ele, como não se deve sequer participar em tais eleições!). O ponto é abordar o problema de maneira fria e fazer o seguinte exercício de pensamento: a vitória de quem seria melhor para o destino de um projeto emancipatório radical, a de Clinton ou a de Trump?
sábado, 27 de agosto de 2016
Žižek: Hillary e o triunfo da ideologia
Julian Assange está certo em sua cruzada contra Hillary, e os liberais que o criticam por atacar a única figura que pode nos salvar de Trump estão errados. O alvo a ser atacado e solapado agora é precisamente esse consenso democrático contra o “vilão”.
Por Slavoj Žižek.
Alfred Hitchock disse certa vez que um filme é tão bom quanto seu vilão. Isso quer dizer que as atuais eleições nos EUA serão boas já que o “malvado” (Donald Trump) é quase um vilão ideal? Sim, mas num sentido muito problemático…
Por Slavoj Žižek.
Alfred Hitchock disse certa vez que um filme é tão bom quanto seu vilão. Isso quer dizer que as atuais eleições nos EUA serão boas já que o “malvado” (Donald Trump) é quase um vilão ideal? Sim, mas num sentido muito problemático…
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