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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Reino do 'nonsense', por Janio de Freitas
A desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada e abriram-se inquéritos
Se a Petrobras ainda estivesse sob a ação ignorada e tranquila de gatunos, a realidade dos últimos 11 meses seria assim: suas ações em altas cotações na Bolsa, bafejadas pelo crescimento da produção a despeito da queda de preço do petróleo, os corruptos embolsando seus ganhos com a segurança de sempre, e bancos e corretoras festejando em vez de derrubar os dirigentes da empresa. Ou seja, toda a desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada, abriram-se inquéritos com numerosas prisões de corruptores e corrompidos.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Europa Premia Valdênia, Ex- Ouvidora de Polícia da PB
Rubens Nóbrega
O combate à corrupção e a defesa dos direitos humanos são lutas siamesas. Uma não pode se separar da outra, por risco de as duas perecerem. Aí, o prejuízo será ainda maior para todos nós. Afinal, os corruptos ocupam lugar de destaque na galeria dos grandes violadores dos direitos humanos em todo o planeta. Graças a eles, melhor dizendo, por desgraça da existência deles, bilhões de reais, dólares ou euros- que deveriam financiar programas relevantes e produtivos de inclusão social- acabam no bolso, na conta bancária ou no paraíso fiscal para onde o bandido travestido de empresário ou agente público leva o dinheiro do povo. Dinheiro desviado da escola para a criança, do remédio para o idoso, da casa para o pobre e do respeito aos direitos dos exilados da cidadania em geral, como diria o Professor Cristovam Buarque.
O combate à corrupção e a defesa dos direitos humanos são lutas siamesas. Uma não pode se separar da outra, por risco de as duas perecerem. Aí, o prejuízo será ainda maior para todos nós. Afinal, os corruptos ocupam lugar de destaque na galeria dos grandes violadores dos direitos humanos em todo o planeta. Graças a eles, melhor dizendo, por desgraça da existência deles, bilhões de reais, dólares ou euros- que deveriam financiar programas relevantes e produtivos de inclusão social- acabam no bolso, na conta bancária ou no paraíso fiscal para onde o bandido travestido de empresário ou agente público leva o dinheiro do povo. Dinheiro desviado da escola para a criança, do remédio para o idoso, da casa para o pobre e do respeito aos direitos dos exilados da cidadania em geral, como diria o Professor Cristovam Buarque.
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