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quarta-feira, 18 de abril de 2018
sexta-feira, 24 de março de 2017
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Na Justiça contra planos de saúde "populares"
Idec e Abrasco irão à Justiça contra proposta de “planos populares” do ministro da Saúde
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) irão à Justiça contra o ministro da Saúde e o governo federal caso a venda de planos de saúde com cobertura reduzida seja autorizada. No dia 6 de julho, em audiência no Senado, o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP/PR), anunciou que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) poderá liberar nova modalidade de planos de saúde, de menor preço, mas com restrições de serviços e atendimentos.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Ministro dos planos de saúde odeia o SUS
Altamiro Borges
Financiado pelos planos privados de saúde, o deputado federal Ricardo Barros, hoje ministro interino do Judas Michel Temer -, nunca escondeu sua rejeição ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Financiado pelos planos privados de saúde, o deputado federal Ricardo Barros, hoje ministro interino do Judas Michel Temer -, nunca escondeu sua rejeição ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Logo após a sua posse no covil golpista, ele declarou à imprensa que seu maior objetivo seria "reduzir os gastos" no setor e "rever" a universalização do atendimento à população.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Luta pelos recursos da saúde no governo interino
Recentes declarações do ministro interino da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), de que o Sistema Único de Saúde (SUS) deveria ser revisto por ser oneroso mostram a quais interesses serve dentro do Ministério: o ministro chegou a propor uma redução do papel do SUS para dar espaço aos planos de saúde. Logo após as repercussões negativas de suas declarações, o ministro interino se viu obrigado a voltar atrás. Diga-se de passagem, as propostas lançadas de Temer no documento “Travessia Social” tem diversos trechos plagiados do programa de governo de Aécio Neves para as eleições de 2014.
domingo, 31 de janeiro de 2016
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Manoel é repudiado por defensores do SUS e recebeu doações da Bradesco Saúde
A indicação do deputado federal paraibano Manoel Júnior, pelo PMDB, para ocupar o cargo de ministro da Saúde vem gerando uma forte reação de opositores ao peemedebista. Em matéria publicada no Jornal EL PAÍS, o parlamentar foi apontado como defensor de posições conservadoras e ter fortes ligações com o setor privado. Manoel Júnior também é citado por receber doações de empresas da área farmacêutica.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Deputados financiados por planos de saúde declaram guerra ao SUS
Na mais nova investida, emenda constitucional obriga a União a repassar parte do orçamento da saúde para emendas dos parlamentares
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Nunca fui tão bem tratada’, diz mineira que largou plano por SUS
Camilla Costa
Bom funcionamento faz com que pacientes como Cintia (à direita) deixem atendimento privado.
Cintia Vieira Leal, de 29 anos, começou a frequentar o Posto de Saúde da Família (PSF) de seu bairro em Uberlândia (MG) apenas "enquanto o novo convênio não ficava pronto". Ao descobrir uma doença durante a gravidez, no entanto, decidiu abandonar o tratamento privado em favor do SUS. "Nunca fui tão bem tratada", disse à BBC Brasil.
Apesar dos problemas na implantação do modelo de atenção básica no Brasil, médicos de família e comunidade - os especialistas que atuam na atenção básica - entrevistados pela BBC Brasil dizem que histórias de pacientes que trocaram o plano de saúde pelo acompanhamento com equipes de Saúde da Família são mais comuns do que parecem, quando o modelo funciona bem em um município.
Bom funcionamento faz com que pacientes como Cintia (à direita) deixem atendimento privado.
Cintia Vieira Leal, de 29 anos, começou a frequentar o Posto de Saúde da Família (PSF) de seu bairro em Uberlândia (MG) apenas "enquanto o novo convênio não ficava pronto". Ao descobrir uma doença durante a gravidez, no entanto, decidiu abandonar o tratamento privado em favor do SUS. "Nunca fui tão bem tratada", disse à BBC Brasil.
Apesar dos problemas na implantação do modelo de atenção básica no Brasil, médicos de família e comunidade - os especialistas que atuam na atenção básica - entrevistados pela BBC Brasil dizem que histórias de pacientes que trocaram o plano de saúde pelo acompanhamento com equipes de Saúde da Família são mais comuns do que parecem, quando o modelo funciona bem em um município.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
A financeirização da saúde
Patricia Fachin
“A saúde movimenta uma parcela considerável da economia mundial. (…) Ora, essa grande indústria pode ser de medicamentos, de marca-passo, de prótese de quadril, de pinças cirúrgicas, de cateter urinário, de máquinas de tomografia. O que se quer é que se consuma o quanto mais”, afirma o médico Luiz Vianna Sobrinho.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
O SUS e o parasitismo do mercado
Economista e técnico do Ipea defende que, pelo fortalecimento do sistema de saúde, partidos, centrais e sociedade combinem luta em defesa do sistema com a regulamentação do mercado de planos privados
Carlos Octávio Ocké-Reis*
Ampliação e melhorias do SUS virão quanto maior for a mobilização social em sua defesa
No Brasil, a luta política por melhores condições de saúde e de assistência médica em todos os níveis de atenção é vital. Os partidos do campo democrático-popular, as centrais sindicais e a sociedade civil organizada precisam combinar a luta em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e da regulamentação do mercado de planos de saúde à construção do socialismo.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Cade denuncia 13 entidades de saúde em Campina Grande
Envolvidos teriam agido de forma coletiva em conluio com os planos de saúde.
Alexsandra Tavares
A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pediu a condenação de onze unidades de saúde e duas entidades de Campina Grande suspeitas de formação de cartel durante a oferta de serviços hospitalares. De acordo com os pareceres divulgados ontem pelo Cade, os envolvidos agiram de forma coletiva em conluio com os planos de saúde, fixando preços acima do valor de mercado na prestação de procedimentos hospitalares.
sábado, 11 de maio de 2013
Plano de saúde que negar cobertura deve se explicar por escrito
A partir desta terça-feira (7), os planos de saúde que negarem autorização a algum procedimento solicitado pelo médico ou cirurgião-dentista terão que apresentar a justificativa por escrito ao beneficiário que solicitá-la.
Após o pedido do segurado, a operadora terá um prazo de 48 horas para apresentar a justificativa da negativa, por correspondência ou meio eletrônico.
"A operadora de planos privados de assistência à saúde deverá informar ao beneficiário detalhadamente, em linguagem clara e adequada, e no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas contados da negativa, o motivo da negativa de autorização do procedimento,
sexta-feira, 12 de abril de 2013
SUS: Entre a hegemonia e a americanização
José Gomes Temporão*
A política de saúde persiste em sua trajetória hipercomplexa e contraditória. Apesar do gigantesco esforço dos governos, gestores e entidades comprometidas com o Sistema Único de Saúde (SUS), o intenso processo de mercantilização da assistência médico-hospitalar cria um vetor que tenciona permanentemente com o ideário reformista.
O denominado processo de “americanização” do sistema de saúde brasileiro conforma na prática um projeto contra hegemônico ao SUS.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Idosos contra aumentos abusivos de planos de saúde
Luciano Siqueira
. A solução adotada por muitas pessoas a fim de garantir atendimento médico de qualidade a um custo acessível, os plano de saúde podem se transformar em pesadelo na fase da vida em que são mais necessários, forma a Agência Brasil. É comum as operadoras que oferecem esse tipo de serviço aplicarem pesados reajustes para o segurado a partir dos 60 anos de idade, sob a alegação de que clientes nesta faixa etária usam a rede conveniada com mais frequência e dão mais despesas. A boa notícia é que a legislação brasileira e a jurisprudência recente coíbem aumentos abusivos.
. A solução adotada por muitas pessoas a fim de garantir atendimento médico de qualidade a um custo acessível, os plano de saúde podem se transformar em pesadelo na fase da vida em que são mais necessários, forma a Agência Brasil. É comum as operadoras que oferecem esse tipo de serviço aplicarem pesados reajustes para o segurado a partir dos 60 anos de idade, sob a alegação de que clientes nesta faixa etária usam a rede conveniada com mais frequência e dão mais despesas. A boa notícia é que a legislação brasileira e a jurisprudência recente coíbem aumentos abusivos.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Planos devem informar descredenciamento de médicos e hospitais
Sandra Franco e Nina Neubarth
O descredenciamento de instituição de saúde e médicos pelos planos de saúde vem gerando inúmeros problemas aos pacientes. Em muitos casos, procura pela entidade hospitalar em casos de urgência e emergência e se depara com a recusa no atendimento com cobertura do plano de saúde do qual é beneficiário, na afirmativa de que a instituição fora descredenciada.
A discussão é antiga. A forma para realização do descredenciamento das instituições de saúde e dos médicos deve obedecer a três critérios: substituição da entidade hospitalar ou de serviços médicos por entidade equivalente, a comunicação aos consumidores/beneficiários com antecedência de 30 dias e a comunicação à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
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