Michel Zaidan Filho
|O tema da reforma política trata da tradutibilidade dos votos em mandatos, ou seja das regras do sistema político-partidário que comandam as eleições e a vontade política do eleitor. Como no Brasil a nossa democracia é de baixíssima intensidade, o eleitor praticamente vota (autoriza aqueles que vão decidir em seu nome) e vai para casa. Não há uma sociedade civil organizada que ajude a formar raciocinalmente a vontade política do eleitor e agendas de interesse público. Então, o exercício da cidadania se resume na mera autorização política do eleitor para outros decidam em seu nome. Uma reforma política digna desse nome deveria traduzir fielmente a chamada verdade eleitoral, ou seja, as preferências verdadeiras do eleitor em termos de cargos e mandatos eletivos.
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sexta-feira, 12 de maio de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Anísio defende lista fechada e critica "partidos que pertencem à famílias na PB"
“Não entendo o medo da chamada lista pré-ordenada. As discussões estão mal encaminhadas", disse
O deputado estadual Anísio Maia (PT) defendeu neste domingo, 2, a necessidade de uma profunda reforma política no país: “A reforma política começa a volta à agenda de discussões a partir do ressurgimento da proposta de lista fechada ou pré-ordenada. Estamos em um momento de uma profunda crise, e não podemos esquecer que a criminalização da política cria bases para alternativas antidemocráticas”.
O deputado estadual Anísio Maia (PT) defendeu neste domingo, 2, a necessidade de uma profunda reforma política no país: “A reforma política começa a volta à agenda de discussões a partir do ressurgimento da proposta de lista fechada ou pré-ordenada. Estamos em um momento de uma profunda crise, e não podemos esquecer que a criminalização da política cria bases para alternativas antidemocráticas”.
terça-feira, 28 de março de 2017
Por que o voto em lista fechada?
Aldo Arantes
A decisão do Supremo Tribunal Federal proibindo o financiamento empresarial de campanhas eleitorais significou importante conquista democrática. Impôs ao parlamento a necessidade da alteração do sistema eleitoral para permitir o financiamento público.
A decisão do Supremo Tribunal Federal proibindo o financiamento empresarial de campanhas eleitorais significou importante conquista democrática. Impôs ao parlamento a necessidade da alteração do sistema eleitoral para permitir o financiamento público.
sexta-feira, 24 de março de 2017
A migração dos conservadores para a reforma política dos progressistas
Marcus Ianoni*
Chama a atenção na agenda do Congresso o conteúdo e a base de sustentação da proposta de reforma política em tramitação. Por um lado, as principais forças de alavancagem das alterações são as mesmas lideranças conservadoras que promoveram institucionalmente a deposição da presidenta Dilma Rousseff e que, durante anos, se opuseram à reforma política democrática. Por outro lado, como que por ironia da história, a proposta em debate traz dois componentes defendidos desde os anos 1990 pela esquerda, a começar pelo PT, e outros progressistas, quais sejam, o avanço no sentido do financiamento público das campanhas eleitorais e a alteração da modalidade de lista aberta para a de lista fechada no sistema proporcional que regula a eleição de deputados (federais e estaduais) e vereadores. O que se passa?
Chama a atenção na agenda do Congresso o conteúdo e a base de sustentação da proposta de reforma política em tramitação. Por um lado, as principais forças de alavancagem das alterações são as mesmas lideranças conservadoras que promoveram institucionalmente a deposição da presidenta Dilma Rousseff e que, durante anos, se opuseram à reforma política democrática. Por outro lado, como que por ironia da história, a proposta em debate traz dois componentes defendidos desde os anos 1990 pela esquerda, a começar pelo PT, e outros progressistas, quais sejam, o avanço no sentido do financiamento público das campanhas eleitorais e a alteração da modalidade de lista aberta para a de lista fechada no sistema proporcional que regula a eleição de deputados (federais e estaduais) e vereadores. O que se passa?
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Anísio defende recall e lista fechada
Anísio defende recall para políticos e implantação da lista fechada
O deputado estadual Anísio Maia se acostou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e defendeu o recall para políticos. A proposta prevê o direito da sociedade retirar os políticos que não estejam fazendo jus aos mandatos, com a eleição de novo ocupante.
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