Breno Altman
1. Nem todo o nacionalismo é positivo.
2. O nacionalismo dos países capitalistas hegemônicos, por exemplo, é profundamente reacionário. Trata-se do discurso imperialista das burguesias centrais.
3. A social-democracia europeia afundou, antes da Primeira Guerra, porque aderiu ao nacionalismo grão-burguês e aceitou apoiar, em cada nação, sua própria classe dominante contra as demais, renunciando à primazia da unidade das classes trabalhadoras contra todas as burguesias. Esse foi o principal motivo da ruptura de Lenin com a II Internacional: critico impiedoso desse tipo de nacionalismo, por ele chamado de “nacionalismo dos opressores”, o líder bolchevique defendia a consigna “guerra à guerra”, entendendo que o inimigo principal do proletariado de cada país europeu era sua própria burguesia.
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domingo, 29 de outubro de 2017
terça-feira, 26 de agosto de 2014
A 74 anos de seu assassinato: Trotsky e seu tempo
Trotsky nasceu, viveu, lutou e foi assassinato em 21 de agosto, 74 anos atrás, em um mundo repleto de revoluções anticapitalistas e de libertação nacional.
Guillermo Ameyra
Trotsky nasceu, viveu, lutou e foi assassinato em 21 de agosto, 74 anos atrás, em um mundo repleto de revoluções anticapitalistas e de libertação nacional, porém marcado também por contrarrevoluções originadas pelo temor ao desenvolvimento impetuoso do movimento operário revolucionário que, à época, era internacionalista.
Guillermo Ameyra
Trotsky nasceu, viveu, lutou e foi assassinato em 21 de agosto, 74 anos atrás, em um mundo repleto de revoluções anticapitalistas e de libertação nacional, porém marcado também por contrarrevoluções originadas pelo temor ao desenvolvimento impetuoso do movimento operário revolucionário que, à época, era internacionalista.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Barack Obama, o novo profeta do Destino Manifesto
Barack Obama confessou que acredita com cada fibra de seu ser no excepcionalismo de seu país sobre qualquer outra nação no mundo.
Gilberto López e Rivas
Na cerimônia de formatura da Academia Militar de West Point, no último dia 28 de maio, o presidente Barack Obama confessou que acredita com cada fibra de seu ser no excepcionalismo de seu país sobre qualquer outro no mundo e enfatizou, num exaltado discurso nacionalista, que os Estados Unidos “é e continua sendo a nação indispensável. Isso foi certo no século passado e será certo no próximo século”. Essa mentalidade abertamente imperial – que se assenta na crença quase religiosa de que os Estados Unidos constituem um Estado-nação escolhido e predestinado, com direitos e responsabilidades em âmbito planetário autorreferenciados e acima do marco jurídico internacional, estabelecido particularmente no último pós-guerra – se expandiu em outros dogmas e sofismas, transformados em políticas de Estado, igualmente reveladores: “A disposição dos Estados Unidos para aplicar a força em todo o mundo é a última salvaguarda contra o caos” (e o que acontece com o caos ocasionado pelo intervencionismo imperialista?)
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