" "Governo não deve ter empresa". É verdade. Não deve e não tem. Nenhuma estatal é de governo. Todas são do chamado Patrimônio da União, os bens conjuntos do país. É descabido, quando não é criminoso, que um grupelho decida fazer negócio com bens da nação, por critérios de sua autoria, senão de compradores. Sem ao menos submetê-los ao Congresso para o exame das razões e condições, sua divulgação ao país e a autorização, ou não, dos ditos representantes da sociedade."
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domingo, 1 de julho de 2018
Feira de riquezas
" "Governo não deve ter empresa". É verdade. Não deve e não tem. Nenhuma estatal é de governo. Todas são do chamado Patrimônio da União, os bens conjuntos do país. É descabido, quando não é criminoso, que um grupelho decida fazer negócio com bens da nação, por critérios de sua autoria, senão de compradores. Sem ao menos submetê-los ao Congresso para o exame das razões e condições, sua divulgação ao país e a autorização, ou não, dos ditos representantes da sociedade."
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Padre do Brejo cita nominalmente deputados em quem católicos não devem votar
A missa celebrada neste domingo, 6, pelo Padre Adauto Tavares, de Pirpirituba, teve repercussão para além do brejo paraibano. É que na homilia, o religioso falou sobre a crise política brasileira e chegou a citar nominalmente os deputados nos quais, segundo ele, os católicos não devem votar.
Padre Adauto explicou que os parlamentares foram favoráveis à permanência do presidente Michel Temer (PMDB), classificado por ele de "ladrão": "Ele, para mim, não é muito diferente de Fernandinho Beira-mar. E quem votou a favor de Temer são iguais.
quarta-feira, 22 de junho de 2016
‘A brutalidade policial não existiria sem autorização social’.
Entrevista com Luiz Eduardo Soares
O antropólogo, cientista político e especialista em segurança pública Luiz Eduardo Soares é um dos mais notáveis defensores da necessidade de se desmilitarizar a Polícia no Brasil. O coautor dos livros Elite da Tropa 1 e 2 (Que deram origem aos filmes Tropa de Elite) defende uma reforma que em sua avaliação não é simples, mas necessária, para que a polícia brasileira seja menos letal e, ao mesmo tempo, cumpra melhor seu papel. Esta questão está intimamente relacionada à superlotação das prisões e à sua falência em recuperar os criminosos, segundo ele.
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