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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Juristas criticam, na Câmara, pacote de medidas anticorrupção do MPF

O pacote de medidas contra a corrupção do MPF (Ministério Público Federal) tem enfrentado resistência não só de políticos, mas também de juristas na Comissão Especial que analisa o projeto na Câmara dos Deputados. Apresentada ao Congresso Nacional por meio de uma ação popular, em março, a proposta reuniu mais de dois milhões de assinaturas. Durante audiência pública nesta terça-feira (23) convidados criticaram diversos pontos do texto, como as restrições ao habeas corpus e a possibilidade de provas ilícitas serem aceitas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

'Morrer é uma coisa que se deve deixar sempre pra depois'



Relembre esta e outras frases inesquecíveis de Millôr Fernandes sobre política, sexo, gastronomia, economia e a humanidade

 

Millôr Fernandes em 2006. Jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor e chargista, foi um dos principais nomes da imprensa brasileira do século XX. 

domingo, 3 de janeiro de 2016

Pacote de medidas contra a corrupção já tem 1,2 milhão de apoios


O procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato, fala em igreja sobre projeto anti-corrupção

Aguirre Talento


Com 1,2 milhão de assinaturas obtidas até o momento, o Ministério Público Federal vai enviar até a metade deste ano ao Congresso Nacional um pacote de dez medidas contra a corrupção, que tornam penas mais rígidas, dificultam a anulação de processos e facilitam a recuperação de recursos desviados, entre outras mudanças.

terça-feira, 24 de março de 2015

Aceitar Prova Ilícita na Justiça ?


O custo, o benefício e o fascismo

Sylvia Debossan Moretzsohn

O que deveria ter sido uma manchete escancarada e escandalizada sobre uma aberração jurídica foi solenemente ignorado pela imprensa mais influente no país. Ao noticiarem o pacote anticorrupção do Ministério Público Federal, dois dias depois de o governo apresentar seu próprio conjunto de medidas nessa área, os três principais jornais deram ênfase ao endurecimento das penas, à classificação de crime hediondo para a corrupção que envolvesse altos valores, à possibilidade de extinção de partidos políticos envolvidos na roubalheira. Tudo de acordo com o argumento, tão surrado quanto falso, de que penas mais duras inibem a disposição para o cometimento de crimes. Mas, claro, tudo muito ao gosto popular, como a imprensa sabe desde sempre e o MPF, pelo visto, também.

Os jornais só se esqueceram de um detalhe: a proposta de validar provas ilícitas, embutida no pacote.
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