Mostrando postagens com marcador revolucionários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador revolucionários. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Deve-se participar nos parlamentos burgueses?


Adicionar legenda
Augusto Buonicore

 

• Os comunistas "de esquerda" da Alemanha afirmavam que era preciso "rejeitar de modo categórico todo retorno aos métodos parlamentares de luta, que já caducara histórica e politicamente".
 

• Para Lênin, também, o parlamentarismo caducou historicamente, ou seja, caducou do ponto de vista histórico-universal, como caducou o capitalismo enquanto regime social. Mas ele não caducou do ponto de vista político-prático na maioria dos países.

Os revolucionários devem atuar nos sindicatos reacionários?


 
Augusto Buonicore

Extrato de : Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo - Vladimir Lênin
 

• Os esquerdistas alemães advogavam a tese de que os comunistas não deveriam atuar em sindicatos reacionários, e nesta qualificação incluíam os sindicatos dirigidos pela social-democracia alemã.
 

• Lênin nega o caráter revolucionário da tática esquerdista. Ela seria profundamente errônea e colaboraria para manutenção da influência burguesa sobre os operários.

sábado, 4 de outubro de 2014

O Materialismo como Teologia


No Brasil para uma palestra e vivendo na França há 40 anos, marxista brasileiro especializado em Walter Benjamin relaciona revolução com impulso messiânico

Pedro Gueiros

Michael Lowy fala sobre religião e marxismo, dá sua opinião sobre utopia e comenta tropicalismo

“Nasci no Brasil, fui para a Europa fazer tese sobre Marx e vivo na França há 40 anos. Tenho estudado o judaísmo libertário e o grupo de pensadores que articulou a tradição messiânica com a utopia revolucionária. Sou um ateu religioso. Acredito no marxismo e no homem, mas essa já é uma fé profana”

segunda-feira, 17 de março de 2014

Revolucionários sem rosto: uma história da Ação Popular


José Benedito Pires Trindade

O Volume 1: Primeiro Tempo do livro Revolucionários sem rosto: uma história da Ação Popular, do jornalista Otto Filgueiras, estará nas livrarias em maio.

Com um total de 85 capítulos, divididos em dois volumes, o livro narra a saga dos 18 anos de atuação da Ação Popular, mas não é um livro-reportagem e muito menos de memórias. Otto não é personagem. Além de ser cabotinagem, ele diz que sua breve militância não teve qualquer importância.

O livro é baseado principalmente na história documental da Ação Popular e também, quando comprovado pelo autor, no relato oral de antigos dirigentes, militantes, simpatizantes e familiares dos personagens.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...