O PT definiu duas prioridades para 2018: eleger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência e reforçar a bancada na Câmara dos Deputados, para garantir uma fatia importante da verba do fundo partidário. A legenda deve ampliar as alianças para concorrer aos governos estaduais e restringir o número de candidatos petistas.
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terça-feira, 10 de outubro de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
“Assumir o combate à fome e à pobreza como prioridade do governo
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| Bom para o Brasil, melhor para a Paraíba |
Combate à fome no Brasil é destaque em relatório da FAO
Segundo a organização, desde 2004, quando o governo assumiu esse problema, o Brasil vem evoluindo nesse sentido
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgou um relatório em que reafirma a importância do exemplo brasileiro para superar a fome no mundo. Para Alan Bojanic, o representante da FAO no País, o Brasil mostrou que é possível combater a fome e a insegurança alimentar quando o governo trata o assunto com prioridade.
Segundo a organização, desde 2004, quando o governo assumiu esse problema, o Brasil vem evoluindo nesse sentido
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgou um relatório em que reafirma a importância do exemplo brasileiro para superar a fome no mundo. Para Alan Bojanic, o representante da FAO no País, o Brasil mostrou que é possível combater a fome e a insegurança alimentar quando o governo trata o assunto com prioridade.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
“O governo interino não parece ter a redução de desigualdade como prioridade; muito pelo contrário”
Houve avanços no combate às desigualdades, mas futuro é incerto. Entrevista especial com Fábio Waltenberg
“O governo interino não parece ter a redução de desigualdade como prioridade; muito pelo contrário”, afirma o economista.
Apesar de não vislumbrar avanços em relação ao enfrentamento das desigualdades sociais no governo interino de Michel Temer, Fábio Waltenberg afirma que, por enquanto, “é difícil falar sobre o contexto atual, porque estamos sob comando de um governo interino, que pode durar seis meses ou sobreviver a uma nova votação no Senado e durar dois anos e meio”.
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