Cada povo tem os heróis que merecem. Sobretudo os de pés de barro, mercenários, apátridas, sonegadores de impostos et caterva. Disse uma vez um antropólogo que a fantasia do herói tem a ver com a necessidade de uma projeção positiva e otimista que faz toda nação. É como dissesse: um país sem heróis, não tem auto-estima, auto-respeito ou uma identidade social positiva. Ocorre que no Brasil, os heróis são negativos. Não positivos. Não condensam ou exprimem anseios nobres ou civilizatórios. Mas têm rabo de palha, teto de vidro, os pés de barros. Notabilidades construídas pelo esforço "desinteressado" da mídia e redes sociais.
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segunda-feira, 18 de junho de 2018
O messianismo de chuteiras ou deus salve a seleção.
Michel Zaidan Filho
Cada povo tem os heróis que merecem. Sobretudo os de pés de barro, mercenários, apátridas, sonegadores de impostos et caterva. Disse uma vez um antropólogo que a fantasia do herói tem a ver com a necessidade de uma projeção positiva e otimista que faz toda nação. É como dissesse: um país sem heróis, não tem auto-estima, auto-respeito ou uma identidade social positiva. Ocorre que no Brasil, os heróis são negativos. Não positivos. Não condensam ou exprimem anseios nobres ou civilizatórios. Mas têm rabo de palha, teto de vidro, os pés de barros. Notabilidades construídas pelo esforço "desinteressado" da mídia e redes sociais.
Cada povo tem os heróis que merecem. Sobretudo os de pés de barro, mercenários, apátridas, sonegadores de impostos et caterva. Disse uma vez um antropólogo que a fantasia do herói tem a ver com a necessidade de uma projeção positiva e otimista que faz toda nação. É como dissesse: um país sem heróis, não tem auto-estima, auto-respeito ou uma identidade social positiva. Ocorre que no Brasil, os heróis são negativos. Não positivos. Não condensam ou exprimem anseios nobres ou civilizatórios. Mas têm rabo de palha, teto de vidro, os pés de barros. Notabilidades construídas pelo esforço "desinteressado" da mídia e redes sociais.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Agamben: o pensamento como coragem
Filósofo italiano contesta quem o vê como pessimista, cita Marx e sustenta: “condições desesperadoras da sociedade em que vivo me enchem de esperança”
Entrevista a Juliette Cerf, na Verso | Tradução Pedro Lucas Dulci
Como os sinos da igreja tocam em Trastevere, onde marcamos nosso encontro, seu rosto vem à mente… Giorgio Agamben apareceu como o apóstolo Filipe em O Evangelho Segundo São Mateus (1964) de Pier Paolo Pasolini. Naquela época, o jovem estudante de Direito, nascido em Roma em 1942, andava com os artistas e intelectuais agrupados em torno da autora Elsa Morante. Uma Dolce Vita? Um momento de amizades intensas, em todo caso. Pouco a pouco, o jurista virou-se para a filosofia, após seminário de Heidegger em Thor-en-Provence.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Otimismo, Pessimismo, Transformação, Vida e Morte
Diante do fim! Pegando carona nas postagens do Eduardo Viveiros de Castro sobre otimismo e pessimismo lembrei de duas vertigens em filosofia: o pessimismo hiperativista de Foucault e o otimismo critico deleuziano. Foucault se dizia um hiperativista pessimista, que diante das formas de captura e assujeitamento não cessa de atuar e agir. Mas o pessimismo hoje também é o modo de ativação do conformismo, do 'tá tudo dominado" que produz um cem número de anunciadores do apocalipse que justificam o não-agir e a impotência. "Não a nada a fazer" e certo gozo no discurso de lágrimas. O otimismo critico deleuziano aposta nas linhas de fuga, não paramos de inventar saidas, fugas, resistências. Fugimos e enquanto escapamos, lutamos. Melhor que deixar o otimismo refem dos "departamentos de marketing". Mas a questão é mais complicada.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
As dúvidas custam caro
por Delfim Netto*
As colheitas cresceram substancialmente em todas as regiões, registrando um volume 12% superior ao da produção nacional do ano anterior.
Uma parcela do pessimismo dominante tem relação direta com as incertezas exageradas que desde junho abalaram o ânimo de empresários e trabalhadores.
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