André Singer, em artigo hoje na fsp, põe em guarda sobre os métodos usados na gravação da conversa de Temer pelo presidente da JBS. Gravações feitas sem autorização da justiça, o momento escolhido para o vazamento, etc. Penso que ele tem muita razão: não é porque o alvo agora é outro que devemos concordar com métodos antidemocráticos. A volta à legalidade democrática é um objetivo que não se presta a conciliações.
