Mostrando postagens com marcador genocídio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador genocídio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil em guerra contra jovens negros


Brasil pratica Genocídio, afirma relatório da CPI de assassinato de jovens, no Senado

Durante a audiência, os debatedores colocaram em destaque a possível conivência dos operadores do Direito ao lidarem com a questão.
 

Cristiane Sampaio

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assassinato de Jovens foi aprovado na tarde desta quarta-feira (8) no Senado. Apresentado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), relator do tema, o documento recomenda três principais ações a serem tomadas como prioridade. Entre elas, obteve destaque a discussão sobre o fim dos chamados “autos de resistência” (expressão utilizada por agentes de segurança que alegam defesa ao matar um suspeito).

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Se não há segurança para todos, não haverá segurança para ninguém



 
O genocídio de jovens negros é o maior escândalo do Brasil de hoje. Quem concorda com estes assassinatos acaba sendo autor intelectual desse genocídio.
 

Emir Sader



  O primeiro valor para todas as pessoas é o direito à vida. Se esse direito não está assegurado, de nada vale o resto.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Paraguai, há 150 anos: a Grande Guerra do Brasil


Mário Maestri

No Paraguai, travou-se a maior guerra lutada pelo Brasil, de mais perenes desdobramentos para sua política externa. Cinco anos de luta; recursos materiais ingentes; dezenas de milhares de mortos. Uma guerra livrada pelo Estado imperial em primeira pessoa, com a colaboração marginal do Uruguai, já sob o tacão de Venancio Flores e aporte decrescente da Argentina unitária, ocupada em impor, a ferro e fogo, o domínio portenho semicolonial sobre o país. Em Cinco anos de guerra civil (1865-1871), León Pomer propõe mais argentinos mortos na luta interna do que no Paraguai! [Buenos Aires: Amorrortu, 1986.]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Penitenciária feminina, face oculta do genocídio


Pesquisa da advogada e militante da UNEafro, Enedina do Amparo Alves, mostra a história de quatro mulheres negras encarceradas. Muito mais que simples coincidências, elas são reflexo das diferenças sociais e raciais existentes no Brasil

José Francisco Neto,

O TRÁFICO de drogas, o vínculo com bairros pobres, a baixa escolaridade, a pele preta e uma família encarcerada. Esses são alguns dos fatores que compõem o perfil das mulheres presas no Brasil. As histórias de Maria, Josefa, Luzia e Dolores* são muito mais que simples coincidências, elas são reflexo das diferenças sociais e raciais existentes no país. Invisíveis aos olhos da sociedade de modo geral, essas mulheres tiveram suas trajetórias registradas pela advogada, pesquisadora e militante da UNEafro Brasil Enedina do Amparo Alves, em sua pesquisa de mestrado.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...