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quarta-feira, 4 de maio de 2016
O apelo do passado
"Entre os atributos mais surpreendentes da alma humana", diz Lotze, "está, ao lado de tanto egoísmo individual, uma ausência geral de inveja de cada presente com relação a seu futuro".
Essa reflexão conduz-nos a pensar que nossa imagem da felicidade é totalmente marcada pela época que nos foi atribuída pelo curso da nossa existência. A felicidade capaz de suscitar nossa inveja está toda, inteira, no ar que já respiramos, nos homens com os quais poderíamos ter conversado, nas mulheres que poderíamos ter possuído.
domingo, 1 de maio de 2016
Estabilidade, igualdade e felicidade
Juremir Machado
Jorge Paulo Lemann é o homem mais rico do Brasil e o 19º mais endinheirado do mundo.
Em Harvard, ele soltou um petardo: “Nós nunca vamos ter estabilidade se tivermos desigualdade”. Como? Que foi? A violência pode ser fruto da extrema desigualdade? Um empresário falando isso!
domingo, 19 de abril de 2015
A cultura do capital é anti-vida e anti-felicidade
Leonardo Boff
A demolição teórica do capitalismo como modo de produção começou com Karl Marx e foi crescendo ao longo de todo o século XX com o surgimento do socialismo e pela escola de Frankfurt. Para realizar seu propósito maior de acumular riqueza de forma ilimitada, o capitalismo agilizou todas as forças produtivas disponíveis. Mas teve como consequência, desde o início, um alto custo: uma perversa desigualdade social. Em termos ético-políticos, signfica injustiça social e produção sistemática de pobreza.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Sociedade de consumo banaliza conceito de felicidade
Mariana Melo
O sentido de felicidade é complexo e generalizações dificultam sua aplicação. Foto: Divulgação/Internet
A tendência à simplificação do que é a felicidade e do que pode tornar as pessoas felizes, própria da necessidade de criar demandas de consumo da sociedade atual, pode produzir uma redução dos diferentes sentidos e interpretações que a felicidade pode ter. “Tanto será menor a qualidade da felicidade, quanto mais se fala dela, neste caso”, diz o psicólogo Luciano Espósito Sewaybricker, autor da pesquisa realizada no Instituto de Psicologia (IP) da USP.
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