Aldo Fornazieri
Não existe um conceito preciso de "convulsão social". Uma de suas aproximações parece indicar que ele abriga a existência de uma situação na qual o governo não governa e os vários setores sociais se põem em movimento sem uma direção clara e definida, cada um lutando pelos seus interesses particulares. Em face da ausência de uma direção geral, alguns movimentos testam os limites da legalidade, tanto à direita quanto à esquerda. Outros ingredientes das convulsões sociais importam a existência de crise econômica, de desemprego elevado, de desesperança, de medo quanto ao futuro, de redução de consumo, de violência social generalizada, de crise do Estado, de incapacidade dos partidos tradicionais e dos governos de apresentarem saídas para as crises conjuminadas, desmoralização das instituições e de crescente desobediência civil.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016
domingo, 27 de dezembro de 2015
Banqueiros enriquecidos temem “convulsão social”
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| "Sofrer passa. Ter sofrido não passa nunca" |
Jornal do Brasil
Aqueles que foram apontados como homens que traficavam influência por dinheiro, hoje imaginam que o povo tem memória curta, se esquecendo do célebre pensamento de Augusto Frederico Schmidt: "Sofrer passa. Ter sofrido não passa nunca".
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