Mostrando postagens com marcador tribo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tribo. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Daniel Munduruku: “Índio é invenção total, folclore puro”
Volta e meia, o paraense Daniel Monteiro Costa, 50, ouve cochichos de desconhecidos apostando se ele é ou não índio. Quase sempre concluem que não, já que anda vestido como qualquer outra pessoa, fala português corretamente, escreve livros, ganha prêmios – como o Jabuti e a Ordem do Mérito Cultural, da presidência da república – e ainda tem doutorado em educação pela USP. Sempre que isso acontece, Daniel fica feliz.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
"O sistema educacional não funciona mais", diz Michel Maffesoli
O sociólogo francês conversou com Zero Hora durante sua visita à Unisinos, em São Leopoldo
por FêCris Vasconcellos
Na semana que passou, o provocador e original sociólogo Michel Maffesoli abriu um ciclo de conferências na Unisinos
Pesquisador titular da Sorbonne, na França, Michel Maffesoli se debruça sobre as controversas questões da pós-modernidade com visível apaixonamento. Seus estudos e livros sobre tribalização, sociedade e educação fazem dele uma referência nos temas que circundam os novos tempos – com especial olhar para a juventude. Mas não se engane: ainda que a gravata borboleta e as meias coloridas deem ao sociólogo uma aparência amistosa, há muito de provocador e polêmico no que diz. Ele também é encantado com o Brasil, que diz ser o laboratório da pós-modernidade, onde se pode observar as nuanças de um mundo em transformação. Maffesoli recebeu ZH no café da biblioteca da Unisinos, em São Leopoldo, onde falou, na última terça-feira.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Maffesoli: Retrato de uma juventude
‘O selfie é a expressão contemporânea da iconofilia. Torna visível a força invisível da tribo’, diz sociólogo francês
Juliana Sayuri
O retrato, aliás, o autorretrato é o seguinte: de manhã despertamos com o celular, zapeamos as notícias no tablet, conferimos o trânsito na rádio, tarde adentro ziguezagueamos no trabalho entre abas e abas repletas de imagens, letras e links, à noite assistimos à TV para pensar na vida – e às vezes para não pensar –, marcamos um bar com os amigos no Facebook, narramos o evento no Twitter e fotografamos o quão divertido está o encontro no Instagram. Socializamos o tempo todo, compartilhamos o tempo todo, curtimos o tempo todo. Curtimos?
Assinar:
Postagens (Atom)


